Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

21/03/2012

Completo - Don't Forget For Me - Capitulo 17

DESCULPEM A DEMORA, NÃO CONSEGUI ACESSAR O BLOGGER NEM O NYAH :(
N/A: O capitulo não estava finalizado, mas achei sacanagem não trazer nada para vocês. Estou essa semana inteira dedicada no final do meu TCC e finalmente o terminei hoje [UHUUUULLLL], mas não tive tempo para escrever.



Sorri. Era uma cena linda de se ver.

E eu quase perdi tudo isso... Tudo por causa dela...

- Bella, amanhã pode me levar a um lugar? – Indaguei, fazendo-a me encarar curiosa. – Preciso pegar minhas coisas e tirar satisfações com Tânya.

Capitulo 17

POV Bella

Passei meu pequeno para meu outro braço. Olhei para a escada e vi Edward descendo-a. Ele estava lindo, trajando uma calça jeans preta e uma regata branca.

- Pronto. – Sorriu. – Podemos ir.

- Pegue Anthony, vou retirar o carro da garagem.

Thony foi para o colo do pai sorrindo. Edward me acompanhou até a garagem.

- Uau. – Sorriu, aproximando-se do intocado volvo preto. – Nunca vi você usando esse.

- Porque não é meu. – Dei de ombros sorrindo – Tínhamos seguro e depois do seu acidente... – Mordi os lábios vendo que ele entendia. – Você sempre quis ter novamente um volvo, como não achei um igual ao que você tinha peguei um mais recente.

- É meu? – Indagou surpreso.

- Sim, mas nem pense em dirigi-lo. – Resmunguei, abrindo a porta de trás do meu carro e dando espaço para que ele sentasse Anthony na cadeirinha.

- Porque?

Rolei os olhos prendendo Anthony com o cinto.

- Edward você sofreu um acidente de carro. – Abaixei o vidro e logo em seguida fechei a porta dando a volta no carro. Antes de entrar o olhei suspirando – Não quero arriscar novamente...

Fechei a porta ligando o carro. Edward entrou em seguida, colocando o sinto.

- Não vou dirigir, fique tranquila. – Ele falou, sorrindo torto.

Sai da garagem com o carro e Anthony soltou um gritinho de empolgação. O portão estava aberto, assim que saímos acionei o dispositivo para fechá-lo.

Logo parei meu carro enfrente ao prédio.

- Você vem também? – Edward indagou.

- Hm – Torci os lábios pensando na cena em que faria se ficasse de frente para a puta – É melhor não. Eu e Thony te esperaremos aqui.

- Eu volto logo. – Inclinou-se, beijando minha bochecha e saltando do carro logo em seguida.

POV Edward

- Oi. – Acenei para o porteiro, que se aproximou, alisando o bigode.

- Sr. Edward, pensei que estivesse se mudado.

- Me mudei sim. – Sorri coçando minha nuca. – Será que posso subir? Preciso falar com Tânya.

Ele franziu a testa.

- Mas ela não foi embora com você?

- Não. – Neguei – Ela foi embora?

- Sim. Ontem pela manhã.

- Droga. – Bufei, socando o ar. – Será que pode me levar ao apartamento? Preciso pegar algumas coisas minha.

- Claro Sr. Edward, as chaves estão comigo.

- Ótimo.

Dei uma rápida olhada para trás e vi Isabella me olhando com lábios torcidos. Era obvio que ela não me queria perto de Tânya.

Ri negando com a cabeça.

O porteiro abriu o portão para mim e depois que ele pegou a chave subimos juntos para o andar onde eu morava com Tânya.

- Fique a vontade, vou te esperar aqui fora. – Afastou-se depois de abrir a porta.

- Obrigado.

Entrei no apartamento, vendo tudo perfeitamente organizado. Fui diretamente ao quarto, por sorte ela não havia levado nada meu, todas minhas caixas ainda estavam ali. Voltei até a porta.

- Será que pode me ajudar a levar uma caixa para o hall?

- Sim Sr. Cullen.

[...]

- Como assim foi embora? – Bella indagou assim que entrei no carro depois de colocar as caixas no porta mala.

- Não sei. – Suspirei, passando a mão pelos cabelos – E o pior é que não existe nem vestígios dela no apartamento.

- Droga... – Socou o volante, fechando os olhos e respirando fundo. – Depois resolvemos isso, preciso passar no hospital agora.

- Tudo bem.

Ela voltou a ligar o carro. Olhei para trás vendo Anthony entretido, brincando com seus próprios dedinhos. Bella dirigiu devagar, enquanto me contava um pouco sobre o hospital, de vez enquanto deixava sua mão pousar sobre minha coxa e a afagava, mas logo retirava para passar a marcha ou segurar o volante.

Não demorou muito para que ela chegasse ao grande prédio, passando pela portaria onde se identificou e seguindo para o estacionamento.

- Grande, não é? – Indagou.

- Sim, mas eu já vim aqui antes. Não sei se te contei, mas meu pai está cuidado de mim agora.

- Carl não comentou nada comigo. – Mordeu os lábios soltando o sinto e saindo, fiz o mesmo, mas me dirigi para a porta de trás, pegando Anthony.

- Você vai mesmo voltar a trabalhar? – Perguntei, dando a volta no carro ao seu encontro.

- Sim, por enquanto, logo terei que me afastar novamente. – Involuntariamente tocou sua barriga.

Sorri assentindo. Sua mão agarrou a minha que estava livre e juntos fomos em direção a saída do estacionamento. Demos a volta no hospital e Bella foi cumprimentada por muitas pessoas ali, desde médicos a pacientes.

- Você é muito conhecida. – Comentei baixinho.

- São quase três anos trabalhando aqui – Deu de ombros sorrindo.

Anthony quis ir para seu colo. Soltei sua mão enquanto o passava para ela.

Entramos no hospital e a primeira pessoa que avistei foi meu pai. Carlisle estava parado no corredor, lendo alguns papeis.

- Carl!

Bella o chamou. Meu pai se virou, sorrindo, mas logo franziu a testa quando me viu.

- O que houve? Algum problema com Anthony? – Indagou enquanto se aproximava, olhando de mim para Isabella – Está sentindo algo filho?

- Não pai, estou ótimo. – Sorri. – Anthony também.

- Eu só vim falar com Aro, ele está por aqui?

- Na sala dele querida.

- Bom, filho, fique aqui com o papai, a mamãe já volta. – Abri meus braços, pegando-o. Ele pareceu não gostar muito, mas não chorou. – Eu já volto amor.

Senti minha bochecha queimar quando Bella ficou na ponta do pé, inclinando-se e beijando meus lábios. Ela saiu e eu a segui com os olhos... Droga, eu parecia um adolescente apaixonado pela garota do colegial que havia lhe levado as alturas em sua primeira vez.

- O que foi isso? – Meu pai me fez voltar à realidade. Voltei a olhá-lo.

- Longa historia. – Cocei a cabeça.

Ele sorriu torto, beijando a testa de Anthony.

- Então meu neto, papai e mamãe estão juntos novamente!

- Pois é. – Sorri, suspirando logo em seguida.

Meu pai arqueou uma sobrancelha e eu torci os lábios.

- Uma hora ou outra isso ia acontecer, eu tinha certeza. Isabella é muito doce e te ama muito filho, não faça nada que a magoe, se você quer sair com outra mulher faça isso da maneira correta e termine com Bella, ela não merece sofrer.

- O problema é esse, eu nunca a trai.

- Hã?

Olhei ao redor, notando que algumas pessoas nos observavam.

- Podemos conversar em um lugar mais reservado?

- Sim, vem comigo.

Enquanto andávamos ele pediu para uma moça se caso ela visse Isabella era para avisar que estavamos na sala dele.

- É aqui. – Meu pai apontou para a porta da sua sala. Olhei para frente, vendo que a minha e a de Isabella eram à frente da sua, uma ao lado da outra, o que me fez sorrir. – Vem filho, entre.

- Ok.

O segui até um pequeno sofá de dois lugares, onde nos sentamos.

- Então, pode começar, estou no meu horário de almoço.

POV Bella

- Voltar? Tem certeza?

- Eu já estou bem. – Garanti sorrindo – Ok, na verdade estou super bem... Edward voltou para casa! – Aro se levantou surpreso, resolvi continuar – É sério, apesar de querer ficar em casa cuidando dele e das crianças, preciso voltar, sinto falta daqui, além do mais...

Mordi os lábios

- Além do mais? – Me incentivou a continuar.

- Digamos que daqui a 7 meses terei que me afastar novamente. – Toquei minha barriga, sorrindo mais ainda. – Estou grávida novamente Aro.

- Oh meu Deus! – Ele se aproximou, me abraçando – Parabéns querida. E por mim tudo bem, você pode começar segunda feira.

- Amanhã... – Resmunguei.

- Sexta feira e não se fala mais nisso.

- Feito. - O abracei novamente, estalando um beijo em sua bochecha. – Agora deixe-me ir, meus guris estão soltos por esse enorme hospital.

- Vá lá querida e diga para Edward que o curso dele começará em breve.

- Curso? – Indaguei confusa.

- Sim, Carlisle e eu vamos ajudá-lo com algumas coisas, na verdade ele se lembra da maioria das coisas, mas não podemos arriscar já que trabalhamos com pessoas.

- Hm, ok. Tchau Aro, até amanhã.

- Sexta Isabella, Sexta feira.

Rolei os olhos enquanto pegava minha bolsa e ria.

- Ok, até sexta chefe.

Sai da sala de Aro e me esbarrei em John, um dos médicos que também trabalhava ali.

- Isabella, o Dr. Cullen pediu para te avisar que está com Edward e Anthony na sala dele.

- Obrigada John. – Sorri.

Caminhei pelos corredores até a sala de Carlisle, quando fui abrir a porta ela se abriu.

- Estávamos indo atrás de você. – Edward falou sorrindo enquanto tinha os cabelos agarrados por Anthony.

- Terminei de falar com Aro. – Pisquei.

- Como está meu neto querida? – Carlisle se aproximou, tocando minha barriga.

- Começando a dar trabalho. – Ri baixinho – Tudo o que como ele recusa.

- Está tomando vitaminas?

- Ainda não, estou esperando meus exames chegarem para ir ao meu obstetra. – Dei de ombros. – Minha consulta está marcada para terça feira.

- Espera. – Edward deu um passo para frente, me olhando sério – Repete.

- Minha consulta está...

- Não Bella, o que você disse antes!

- O que eu disse antes?

Ele rolou os olhos olhando para Carlisle pelo canto do olho.

- Sobre sua obstetra.

- Ah sim amor, mas é o meu obstetra e ginicologista.

- Então eu não ouvi errado?

Franzi a testa confusa, pegando Anthony que abria os braços para mim.

- Edward não estou entendendo aonde quer chegar.

Carlisle riu, colocando a mão no ombro do filho.

- Ei filho, é só um obstetra.

- Pai você sabe o que um ginecologista e obstetra faz? Eles vêem... – Travou o maxilar.

- Edward. – O soquei entendendo o que ele quis dizer. Anthony riu. – Não acredito que está pensando nisso.

- Você é minha mulher Isabella, acha que não vou me importar?

Eu ri, sendo acompanhada por Carlisle e Anthony – que não entendia o que estava se passando.

- Tchau Carl, deixe-me levar meus bebês para casa. – Beijei a bochecha do meu sogro.

- Tchau querida, até mais.

Peguei a mão de Edward, puxando-o pelo corredor que levava a saída.

- Que surto foi esse Edward? – Indaguei enquanto andávamos para o estacionamento. Ele havia soltado minha mão e colocado as suas no bolso.

Edward não respondeu, caminhou até o carro com a cara fechada. Desativei o alarme, destravando as portas. Coloquei Anthony em sua cadeirinha no banco de trás, enquanto notava meu marido entrando no banco do carona e colocando o cinto.

Sorri. Ele estava mesmo com ciúmes?

- Fica quietinha ai amor. – Beijei a bochecha de Anthony e fechei a porta. Dei a volta no carro, assumindo a direção. – Não vai falar nada?

Edward olhou pela janela, me ignorando.

Suspirei. Rodei a chave na ignição, manobrei para fora do estacionamento. Seguimos em silêncio, a não ser por Anthony que balbuciava palavras sem nexo no banco de trás.

- Porque não me falou antes? – Por fim ele quebrou o silencio.

- Porque você já sabia, apenas não se lembra – Dei de ombros. – Não fique assim, você fez a mesma coisa na gravidez de Thony. Isso não faz sentido, entende? Ele é um médico normal, não passa disso.

- Eu sei, mas você não pode procurar por uma médica?

Parei no sinal, olhando-o e tentando prender o riso.

- Está com ciúmes Sr. Cullen?

- Eu? – Bufou, rindo sarcasticamente – Até capaz mesmo. Só me preocupo contigo, vai que o cara é um maníaco, vi isso esses dias em um noticiário.

- Hm, sei... – Me inclinei, beijando sua bochecha. – Relaxa, você é o único homem que pode me fazer feliz.

O sinal abriu. Voltei a me concentrar na rua enquanto de vez enquanto olhava meu filho pelo retrovisor. Não demorou em que chegássemos à escola de Meg. Estacionei o carro no meio fio e alguns minutos depois o sinal tocou.

- OOOOOOOhhhhhhhhhh! – Anthony gritou, mexendo com uma moça que passava ao lado do carro. A morena parou, acenando para ele, que riu.

- Que menino lindo!!!

Rolei os olhos para meu pequeno. A moça acenou com a cabeça para mim e para Edward, saindo andando em seguida.

Soltei meu sinto, me virando para trás.

- Ei menino, está achando o que? – Cutuquei sua coxa – Você não tem nem um ano de vida ainda.

- Esse é meu garoto. – Edward riu.

- Idiota. – Belisquei o ombro dele. – Seu filho tem mesmo a quem puxar.

Edward não respondeu. Virei-me para olhá-lo e percebi que ele estava olhando pela janela.

- Quem é aquele garoto? – Apontou para Seth, que vinha ao lado de Margareth, trazendo sua mochila e a de minha filha.

- Seth, amiguinho de Meg.

- Hm.

- Edward hoje você tirou o dia para dar uma de ciumento?

Ele não respondeu.

- Boa tarde Sr e Sra Cullen.

- Olá Seth. E Margareth... – Lancei um olhar reprovador – Deixando Seth carregar suas coisas novamente?

- Ele insistiu mamãe!

- É Sra. Cullen, não quero que Meg se canse. – Ele suspirou, olhando-a com a cabeça tombada, visivelmente apaixonado.

Sorri inclinando sobre Edward e puxando a mochila de Meg e colocando no banco de trás.

- Onde está Sue? – Indaguei.

- Ela vai demorar um pouco hoje. – O pequeno deu de ombros, abrindo a porta do meu carro para Margareth entrar.

- Quer uma carona?

- Bella! – Edward sussurrou, franzindo a testa.

- Claro Sra. Cullen.

- Entre no carro então pequeno.

- Ta.

Apertei a bochecha de Edward, vendo-o fazer careta. Assim que Seth entrou, liguei o carro. Ele não morava muito longe, logo o deixei em sua casa com Sue agradecendo.

- Vamos almoçar fora? – Meg se debruçou sobre os bancos – Desculpe, nem falei Oi. – Riu, beijando minha bochecha e a de Edward. – Oi mãe, oi pai.

- Quer almoçar fora? – Indaguei, olhando para Edward que sorriu. – Acho que tudo bem.

- Ótimo, estou varada de fome.

- Margareth, não use gírias! – A repreendi.

Pelo retrovisor vi seus pequenos olhos girarem.

POV Edward

Droga, eu não sabia o que estava dando em mim. Suspirei entrando em casa com Anthony sobre meus ombros, agarrado em meus cabelos, babando e rindo.

- Cuidado para não derrubá-lo Ed.

- Jamais, eu... – Estaquei ao ver a cena na minha sala.

- OMG. – Bella tampou os olhos de Meg, que riu baixinho.

- Não é o que estão pensando. – Amanda se levantou, ajeitando a blusa e os cabelos bagunçados, assim como James.

Anthony soltou um gritinho, apontando para ele.

- E ai garotão, toca aqui.

Ri vendo o loiro fechar a mão em punho e Anthony imitá-lo, dando um toque de mão.

- Que pouca vergonha foi essa que presenciei na minha sala? – Bella indagou incrédula.

- Ih, relaxa, só estávamos dando uns amasso.

- Na minha sala? – Rolou os olhos destampando o rosto de Meg. – Margareth, vá trocar de roupa.

- Ok mãe. – Ela se afastou, indo até James – Oi Tio Jay.

- Oi pequena, como vai à vida?

- Bem.

- Que bom.

Minha filha correu para as escadas, sendo repreendida pela mãe.

- Vou... Ajudar ela. – Amanda foi atrás de Margareth, sorrindo amarelo.

- James. – Acenei com a cabeça para o loiro.

- Edward. – Sorriu. – Visitando as crianças?

Neguei com a cabeça.

- Não. Voltei para casa. – Dei de ombros.

O vi arquear as sobrancelhas e depois sorrir para Isabella.

- Então aquele plano de sedução deu certo?

- Plano de sedução? – Indaguei confuso.

Bella riu.

- Não foi necessário, naquele mesmo dia, de madrugado ele já estava batendo aqui em casa.

- Não a faça chorar mais cara. – Socou meu ombro de leve, fazendo Anthony rir.

- Deixe comigo.

- Edward, me passe Anthony, vou subir e dar um banho rápido nele, está todo sujo de molho. – Concordei retirando meu garoto do ombro e passando-o para Bella. – Enquanto a você Sr. Brown, não vá embora, precisamos conversar.

- Sim senhora. – Bateu continência.

Torci os lábios vendo-o inclinar-se e beijar a bochecha dela, mas não senti tanto ciúmes como quando o vi aqui em casa pela primeira vez. Ela havia me dito que não existia nada entre ele, Bella não tinha motivos para mentir, ela me amava certo? Ela disse que me amava quando acordamos, então eu não tenho motivos para acreditar que ela teria algo com ele logo agora que voltei para ela... Além do mais tem a baba, James estava com ela.

Bella não faria isso. Ok, ela não faria. Nem mesmo pelo fato de eu não ter dado prazer a ela...

Droga, pare de pensar besteiras Edward!

- Terra chamando esquecidão!

Balancei a cabeça, voltando ao foco. James me olhava com uma cara divertida.

- Esquecidão? – Franzi a testa – Margareth...

Ele sorriu torto, voltando a se sentar no sofá que há instantes se pegava com a baba do meu filho.

- Ela é bem criativa, tem que se orgulhar de ter filhos incríveis e uma mulher incrível.

- Eu me orgulho, e vou mostrar isso.

James assentiu, colocando os pés sobre a mesa de centro.

- Agora seja educado e traga uma cerveja para a visita.

POV Bella

- Hm, está cheiroso. – Coloquei meu nariz no pescoço de Anthony, fazendo-o sentir cócegas e rir alto. – Vamos descer, não é muito bom deixar o papai e James sozinho.

O peguei no colo, apertando seu pequeno corpo contra o meu peito.

Sai do quarto e desci as escadas. Na sala vi Edward sentado ao lado de James, os dois olhavam concentrados para um jogo de Baseball que passava na TV. Fui até eles, sentando-me ao lado de meu marido. Anthony foi rápido, jogando-se sobre o pai.

- Para que time eu torço Bells?

Olhei para Edward, que ainda encarava a TV.

- Acho que era alguma coisa Bull. – Dei de ombros – Não me lembro o nome, eu só assistia contigo para termos um tempinho para nós, apesar de que você nem desgrudava os olhos da TV

Ele me olhou, sorrindo torto.

- Pelo menos você tem um bom gosto para times cara. – James riu, abrindo uma pequena garrafa de cerveja que estava sobre a mesa de centro. – Red Bulls são foda!

- Ei, claro que ele tem um bom gosto. – Me ajeitei melhor no sofá, puxando minhas pernas para cima e deitando minha cabeça em seu ombro – Ele se casou comigo...

- É, vendo por esse lado... – Deu de ombros – Mas casar... Puff, isso não é para mim.

- Então quais suas intenções com a baba? – Edward indagou.

- Ainda não sei, estamos nos conhecendo.

- Hm...

[...]

- Está muito cansado? – Sorri, sentando-me na beira da cama, alisando as costas de Edward.

- Anthony e Meg me esgotaram. – Riu baixinho, virando-se. – Estou ficando velho.

- Você só perdeu a pratica para algumas coisas.

O vi torcer os lábios e percebi que havia falado demais.

- Em algumas? Eu perdi a pratica em muitas coisas.

- Com o tempo as coisas vão se normalizando. – Me inclinei sobre ele, beijando seus lábios – Lembrou-se de mais alguma coisa?

- Nada. – Suspirou, alisando minha cintura enquanto me olhava. Ficamos assim por alguns segundos – Você é linda.

Sorri mordendo os lábios.

- Obrigada.

Coloquei meu corpo sobre o dele, capturando seus lábios e deixando nossas línguas se encontrarem. Escorreguei minha mão por seu peito e quando o ar faltou ele me afastou um pouco. Entendi que não passaríamos daquilo.

- Me desculpe.

- Tudo bem. – Beijei a ponta de seu nariz. – Vem, vamos dar boa noite para Meg.

Saímos do quarto juntos. Primeiro passamos no de Anthony que já dormia tranquilamente. Abaixei a luz do abajur e fomos para o quarto de Meg que estava escovando os dentes no banheiro.

- Ta bom? – Abriu a boca para mim.

- Hm, deixe-me ver. – Olhei para seus dentinhos brancos. – Perfeito!

- Esse ta mole, ow. – Tocou o dentinho da frente que se mexeu.

- Então logo a fada do dente vira nos visitar. – Edward a pegou no colo, correndo para o quarto e colocando-a na cama.

- Boa noite mamãe, papai.

- Boa noite pequena, qualquer coisa é só bater na porta. – Pisquei para ela, beijando sua testa.

- Ta. – Sorriu – Boa noite irmãnzinha.

- Irmãnzinha? – Edward riu – Acha que é uma menina?

- Podia ser né? Pelo menos ela ia cuidar das bonecas minha, não morder e babar.

- Lamento te informar pequena, mas todo bebê, menino ou menina, baba e morde.

Edward a cobriu.

- Que droga hein.

- Meg, olha o palavreado.

- Me desculpa mãe.

Rimos.

- Durma bem querida, sonhe com os anjinhos.

Saímos de seu quarto encostando a porta e voltamos para o nosso. Entrei no closet, retirando o vestido que estava e trocando-o por uma de minhas camisolas que logo já não dariam mais para serem usadas.

Edward já estava na cama, sem camisa usando apenas uma calça de moletom. Fui para o banheiro, retirei a maquiagem que havia usado durante o dia, escovei os dentes e voltei para o quarto, me deitando ao seu lado.

Abaixei a luz do abajur, virando-me em seguida para abraçá-lo.

- Está se sentindo melhor? – Indagou em um sussurro, beijando minha testa. – Vomitou duas vezes hoje.

- Coisas de grávida. – Ri, beijando seu pescoço. – Você e James hein, se tornaram amigos?

- Ele nem é tão mala quanto pensei. – Deu de ombros roçando seu nariz em minha bochecha. – Até que é um cara legal...

- Sim, ele é legal.

- Naquela noite que te pedi o divorcio, vocês...

- Não Edward, não transei com James. – Suspirei – Teríamos feito se eu não tivesse desistido.

Ele ficou em silencio, apenas me olhando.

- Me dê só um tempo, prometo que logo serei inteiro seu.

- Edward...

- Shhh, descanse.

Apertei-me contra seu peito, sendo abraçada de volta.

POV Edward

Já havia se passado quase 2 semanas desde que eu voltei a morar com Isabella. As coisas estavam cada vez melhores. Meu tratamento estava indo muito bem, minhas dores de cabeça quase não existiam mais e minhas lembranças aos poucos retornavam.

- Não da pai, sou burra! – Margareth resmungou, soltando o lápis.

- Não diga isso pequena. – Toquei seus cabelos, enquanto retirava a mãozinha de Anthony de seu caderno rosa. – Vamos lá, pense o seguinte. Ao contrario de números, vamos imaginar balas.

- Hm, eu gosto de balas.

- Eu e Thony também, não é amigão? – Anthony sorriu, ficando de pé apoiado na mesinha onde estávamos ajudando Meg com o dever. – O problema ai é quanto é 17 menos 8, certo?

- Aham. – Concordou.

- Então imagine que você tem 17 balas... – Ri. Eu a observei fechar os olhinhos e lamber os lábios. – Meg o que está fazendo?

- Nesse momento estou me imaginando correndo até meu quarto e escondendo-as... Mamãe não gosta que chupemos esse tanto de bala.

- Margareth... – Resmunguei. – Querida, abra os olhos e se concentre. É só para imaginar que você tem 17 balas.

- Ta bom, eu tenho 17 balas.

- Isso. Ai suponhamos que você deu 8 balas para Anthony, com quantas balas você vai ficar?

- Com 17, Thony não pode chupar balas.

- Margareth...

- Ok pai. – Ela riu baixinho pegando minha mão e a abrindo. – Deixa 10 dedos ai... e eu tenho 7 aqui. Ta, faz de conta que nossos dedos são 17 balas. – Mordeu os lábios pequenos, da mesma maneira que sua mãe fazia – Eu tenho que dar 8 para Thony, então posso tirar os meus 7 dedos e um seu, ai fica... – Ela contou meus dedos, errando algumas vezes, outras vezes pulando alguns números, mas a ajudei a contar – 9!

- Isso pequena, 9!

- OMG, eu sei fazer contas!

- Sim, você sabe!

- OMG, eu não sou burra!

- Você nunca foi e nunca será burra, agora vem cá. – A puxei para meu colo – Tente fazer esse aqui sozinha.

- Deixa comigo.

Era quase cinco horas da tarde quando deixamos de lado a tarefa já finalizada e fomos comer o bolo que Marie havia preparado.

- Ok, tem um, dois, três, quatro... – Margareth se debruçou sobre a mesa, contando os quadradinhos de bolo dentro da forma. – Tem 28 pedaços de bolo.

- Exatamente. – Baguncei seus cabelos. – Que menina mais inteligente! Agora vamos ver. Eu vou pegar dois. – Me servi.

- Eu também quero um. – Marie se serviu de outro.

- Agora um para você. – Coloquei um pedaço de bolo para ela. – No total tiramos quatro pedaços, quantos sobraram?

Margareth fez eu e Marie esticarmos as mãos, colocando 20 dedos mais os oito dela, ela calculou, acertando quantos pedaços haviam sobrado.

- Ok, sou foda.

- Meg...

- Desculpa pai. – Ela abaixou a cabeça, resmungando. – Não vai contar pra mamãe, vai?

- Só se você prometer não falar novamente.

- Ok, eu prometo.

- Então vem, vamos comer essa delicia lá no quarto. – Me virei para a velha senhora – Marie, pode ir quando quiser, eu faço alguma coisa para comermos daqui a pouco.

- Tudo bem garoto mal educado.

Sorri inclinando-me e beijando sua bochecha.

- Também te amo. Vamos criançada, comer lá na cama do papai e da mamãe. – Subimos para o andar de cima e nos empoleiramos na cama. – Só tomem cuidado para não... – Antes que eu terminasse Anthony meteu a mão no bolo, levando-o a sua boca e sujando todo o lençol branco da cama. – Sujarem a cama...

Meg riu.

- Depois a gente troca pai, vem, vamos comer.

- Sua mãe vai nos matar. – Resmunguei, me sentando e puxando Thony para meu colo – Logo vai pedir o divorcio e me enxotar para fora de casa.

- Que nada, mamãe te ama.

Sorri para ela.

- Papa... – Anthony resmungou, tentando alcançar o bolo.

- Ok filho, você vai comer.

Peguei a colher, retirando um pequeno pedaço do bolo e levando a sua boquinha.

- Isso não vai dar certo. – Meg suspirou.

- Como assim?

- Depois você vai entender... e sentir.

[...]

- Oh droga... – Tampei meu nariz, vendo Anthony sorrir torto enquanto mexia as pernas. – MEG!

- Eu não vou entrar ai pai. – Ela riu da porta – Eu disse que não ia dar certo... Oh, ew, eu posso sentir o gosto na minha boca.

- Assim você me faz vomitar!

Ela voltou a rir.

- Quer que eu ligue para a mamãe? Para a Mandy?

- Não. – Respondi rapidamente, olhando a trágica frauda do meu filho – Bella já estava receosa em me deixar sozinho cuidando de vocês, eu sei que consigo sozinho.

- Vou esperar no quarto.

- Ingrata... – Resmunguei.

- Deixa de ser reclamão, esquecidão.

- Meg... Por favor.

- Ok, ok... – Tapou o nariz, entrando no quarto de Anthony com a cara de nojo. – Eu tiro os lencinhos e vou te entregando.

- Beleza.

Puxei o selo da frauda, descolando o lado direito, depois o esquerdo.

- Ewwwwwwwwww!

- Ewwwwwwwwwwwwwwww!

Anthony riu alto, achando graça.

- Acho que esses lancinhos não serão suficientes. Filha, liga o chuveiro.

- Sim senhor.

POV Bella

- Exausta? – Carlisle tocou meu ombro, sorrindo.

- Um pouco. – Sorri – Mas já consegui me adaptar. Bom, vou indo embora... – Olhei no relógio em meu pulso. – Estou com saudades dos meus bebês, apesar que a essa hora eles já devem estar dormindo.

- Vá descansar querida, dê um beijo em meus netos e no meu filho.

- Darei muitos.

Me despedi do meu sogro, passei meu cartão para registrar minha saída. Dirigi devagar e quando cheguei encontrei a casa escura. Deixei meu carro na garagem e entrei de mancinho para não fazer barulho.

- Mamãe?

Olhei para o topo da escada, vendo Margareth parada ali.

- Princesa, o que faz acordada há essa hora? – Deixei minha bolsa sobre o sofá e subi as escadas.

- Eu ouvi um barulho... – Sussurrou com os pequenos olhos arregalados.

- Me desculpe, não queria te acordar.

- Não foi você, foi o carro preto.

- Carro preto? – Franzi a testa, puxando-a para o meu colo com certa dificuldade. Margareth estava crescendo rápido.

- É, antes de você chegar tinha um carro preto do outro lado da rua.

- Oh meu amor, devia ser o vizinho.

- Mas mãe, o carro do vizinho é azul.

- Querida é quase duas da madrugada, a rua está escura. – Sorri, levando-a para seu quarto. – Às vezes você pensou que era preto, mas era azul.

- É... Pode ser.

- Agora trate de dormir. – A coloquei na cama, estalando um beijo em sua bochecha.

- Ta bom. – Sussurrou, acomodando-se entre as cobertas e fechando os olhinhos. – Amo você mãe.

- Também te amo minha linda.

Sai de seu quarto e dei uma rápida passada no de Anthony, cobrindo-o e saindo em seguida.

Sorri ao entrar em meu quarto e ver Edward esparramado em nossa cama. Era bom e satisfatório chegar em casa depois de um longo dia de trabalho, ver que meus filhos estavam bem e encontrar meu marido em nossa cama.

Retirei minhas sapatilhas, meu jaleco, minha blusa e minha calça. Cansada, nem para o banho fui. Me acomodei ao lado de Edward que prontamente me abraçou, aquecendo-me.

Deslizei minha mão por seu peito nu, soltando um suspiro frustrado. Eu com um baita homem daquele em minha cama e não podia fazer nada...

Inclinei-me colando nossos lábios por alguns segundos, afastando-me em seguida e deitando-me de costas para ele.

Sua mão inconscientemente pousou em minha barriga.

Fechei os olhos sorrindo, sabendo que dependendo de mim, nada, nada atrapalharia nossa felicidade daqui em diante.


Um comentário:

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