Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

25/03/2012

Dont Forget For Me - Capitulo 18

N/A: Então... Dessa vez o post veio certo né? hehe Domingo *0* Sério, sofri muito para escrever... Ando dividindo meu tempo em estudar para provas, apresentações de trabalhos, formare [ultima semaninha ;(] e ETEC, fora o peguete HAUSHAuh. :P Espero que gostem do capitulo. Beijos ;*

--- x ---

Deslizei minha mão por seu peito nu, soltando um suspiro frustrado. Eu com um baita homem daquele em minha cama e não podia fazer nada...

Inclinei-me colando nossos lábios por alguns segundos, afastando-me em seguida e deitando-me de costas para ele.

Sua mão inconscientemente pousou em minha barriga.

Fechei os olhos sorrindo, sabendo que dependendo de mim, nada, nada atrapalharia nossa felicidade daqui em diante.


Capitulo 18


POV Edward


Abri os olhos devagar, me acostumando com a claridade.

- Hm...

Ri baixinho com o resmungo de Isabella. Ela costumava a fazer isso quando eu saia da cama ou me afastava um pouco.

Beijei seus cabelos, deslizando minha mão por suas costas e notando a ausência de roupa. Suspirei. Ergui um pouco o pescoço, constatando que ela usava apenas peças intimas. Essa não era a primeira vez. Desde que havia voltado a trabalhar eu acordava vendo-a daquela maneira... Não que fosse uma visão desagradável, pelo contrario, Bella estava cada dia mais linda e sua barriga já tinha uma pequena saliências.

Só que o problema era realmente comigo. Eu havia conversado com meu pai no hospital e explicado o ocorrido, como Bella, ele falou que era apenas nervosismo meu e que as coisas entre nós logo voltariam normal, mas eu estava... Inseguro, afinal, pelo que ele me disse e pelo o que li em meu diário nós tínhamos uma vida muito intensa.

Eu vi nos olhos dela a frustração naquela noite, por eu não ter conseguido fazê-la chegar onde queria...

E se eu não voltasse ao normal e ela se cansasse? Existem vários homens dispostos a dar a ela o que eu não estou conseguindo, e se ela aceitasse isso?

- Um beijo por seus pensamentos...

Sorri torto, abrindo os olhos novamente.

- Só um? Bella, eu perdi a memória, não a inteligência... Está tentando me passar para trás!

Ela riu, subindo sobre mim.

- Ok... Que tal... Dois?

- Bella...

- Ok, ok. Conte-me, depois discutiremos o pagamento... – Sua língua percorreu meus lábios – Você terá o que quiser. – Pigarreei, notando a ambigüidade naquela frase e tentando ignorar o fato do meu rosto ter ficado quente.

- Eu estava pensando no que faremos hoje. – Menti.

- Que tal dormir o dia todo? – Indagou manhosa.

- Em pleno sábado? – Sorri, apertando uma de suas bochechas – Vamos aproveitar que você está em casa e faremos um programa em família.

- Tudo bem.

Sua boca colou na minha. Era assim todas as manhãs quando ela estava em casa. Sempre me acordava com beijos e sussurros.

Se eu um dia não a amei – o que acredito ser mentira – agora, bom, agora eu tinha certeza que estava apaixonado.

- Meu pagamento? – Indaguei, alisando sua pele lisa.

- Não, isso é um agrado. – Mordeu minha boca, subindo seus lábios até minha orelha. – Vou deixar você pensar no que ira pedir.

Suspirei, subindo minha mão até sua nuca e trazendo-a contra meus lábios novamente.

- Bella... – Gemi, sentindo sua língua contra a pele do meu pescoço.

- Shhh, fique quietinho e me deixe matar saudades. – Prendeu os cabelos no alto da cabeça, olhando-me de forma devastadora – Prometo que não farei nada que você não queira.

Ela riu baixinho roçando seu corpo contra o meu. Suas sobrancelhas arquearam quando notou o volume em minha calça.

- Você me deixa louco.

Coloquei seu corpo ao lado, girando na cama e parando sobre ela. A morena sorriu abraçando-me pelo pescoço e enlaçando meu quadril com suas pernas. Devorei sua boca, deixando nossas línguas se encontrarem e entrelaçarem.

Ouvi seus resmungos baixinhos quando deixei sua boca e desci por seu pescoço até alcançar o feixe de seu sutiã que era ali na frente. Em um movimento rápido o soltei, fazendo com que eles caíssem e revelassem os lindos seios de Bella.

Olhei para ela, vendo-a morder os lábios e me fitar quase em suplica. Cobri seu seio direito com minha mão, massageando-o devagar.

- Deus... – Minha mulher estremeceu sob meu corpo.

Soltei um suspiro antes de contornar o bico do outro com a ponta da língua. No começo meus toques eram lentos e tímidos, mas no decorrer das caricias e dos pedidos de Isabella eu passei a seguir o que ela queria.

- Está bom? – Indaguei afastando-me.

- Quero mais amor – Acariciou meus cabelos. Mordi os lábios, sem saber o que responder – Não vamos fazer amor, certo?

- Me desculpa.

- Tudo bem. – Sorriu ainda um pouco ofegante – Eu posso esperar, mas isso não significa que não podemos brincar um pouco.

- Brincar?

- Aham. – Voltou a morder os lábios de maneira sexy.

- Como?

Ela cerrou os olhos, arranhando meu braço.

- Não precisamos consumar o ato para termos prazer.

Arregalei os olhos, entendendo a que ponto ela queria chegar.

- Você... Eu... Quero dizer... Nós dois...

Bella riu da minha dificuldade. Ainda sem saber o que falar fui empurrado para o lado. Sentei-me, encostando-me na cama e prendendo-a em meu colo. Seus quadris deram uma leve rebolada contra os meus, me fazendo gemer.

- Eu começo. – Piscou, começando a lamber meu peito.

Deixei meu corpo amolecer, encostando-me contra a cama, apreciando a deliciosa sensação dos seus lábios.

Agarrei seus cabelos, enquanto a observava trilhar beijos por meu tórax até chegar em meu abdômen e encaixar seu dedo no cós de minha calça, puxando-a junto com minha boxer.

Suspirei novamente. Ela sorriu, abaixando a cabeça e tocando os lábios em meu membro. Joguei minha cabeça para trás, segurando com mais força em seus cabelos.

- Bella... – Gemi, sentindo sua boca quente e molhada me engolir quase todo.

Ela ficou alguns minutos me torturando, lambendo, sugando, mordiscando... Até que eu não consegui mais me segurar e cheguei ao meu máximo.

Isabella sorriu, sugando todo meu liquido e sentando-se em meu colo logo em seguida.

- Foi bom para você? – Assenti, ainda sem fôlego. Ela riu mordendo meu lábio e o puxando em seguida. – Eu sei te deixar sem fôlego.

Sorri também, beijando sua boca devagar enquanto tocava seu corpo liso e quente. A prendi no meu colo e me ajoelhei, deitando-a na cama sem deixar de beijá-la. Em seguida me encaixei entre suas pernas, levando minha mão até alcançar a única peça intima que cobria seu corpo, retirando-a.

Bella se afastou, me olhando com os olhos cerrados.

- O que? – Sussurrei – Você não quer?

- Não precisa fazer o que não quer.

Encostei minha testa na dela, deixando meu peito nu colar em seus seios.

- Eu quero muito, só não sei se vou fazer direito.

Ela me deu um pequeno sorriso.

- Você sempre faz direito amor.

Assenti. Desci minha boca por seu corpo, passando por seu queixo, pescoço, busto, seios e barriga, até chegar ao local que eu queria.

Olhei de relance para Bella, que mordia os lábios, ansiosa. Desviei meus olhos, fitando sua intimidade vermelha e molhada. Aquilo me fez ficar excitado novamente, mas ignorei esse fato, levando minha mão ao seu centro e tocando-a devagar.

Enquanto acariciava seu clitóris, arrisquei olhá-la, vendo-a com os lábios entreabertos e com os olhos fechados, gemendo baixinho. Abri um pouco mais suas pernas, deixando um de meus dedos deslizar para seu interior. Suas costas arquearam e um gemido alto se espalhou pelo quarto.

Me afastei, ouvindo seus protestos.

Sorri. Por sua reação eu parecia estar fazendo tudo certo.

- Ed...

- O que?

- Continua. – Implorou – Por favor amor.

- Ok.

Voltei a ficar próximo ao centro de suas pernas, mas dessa vez resolvi retribuir as caricias da mesma forma como foi feita em mim. Deixei a ponta da minha linda escorregar contra sua carne molhada e quente.

- Deus...

Seus dedos agarraram meus cabelos, enquanto sua mão me forçava a ficar ali.


POV Bella


Meu corpo amoleceu na cama. Busquei o ar, sem fôlego.

- Bella, tudo bem?

Movi a cabeça, ainda sem conseguir falar. Abri os olhos devagar, vendo-o próximo a mim.

- Estou maravilhosamente bem. – Deixei minha mão entrar em seus cabelos, puxando-o para mim.

Beijei sua boca, sentindo o meu gosto em seus lábios.

- Pensei que você tivesse desmaiado – Riu baixinho.

Sorri também, alisando suas costas.

- Quase. – Resmunguei baixinho – Deus... Eu estava precisando disso.

Edward me abraçou, beijando meu pescoço. Suas mãos empurraram minhas pernas, encaixando-se ali novamente. Gemi baixinho notando o que ele pretendia.

- Não precisamos...

- Eu quero.

Apertei seus ombros, sentindo seu membro roçar contra minha entrada. Mordi os lábios esperando por aquela deliciosa sensação que eu teria quando ele me preenchesse, mas que foi impedida por uma leve batida na porta.

- Mamãe...

Edward torceu os lábios, resmungando baixinho.

- Sim querida?

- Thony ta chorando...

Fechei os olhos resmungando também, voltei a olhar para Edward que abaixou a cabeça, tocando seus lábios em meu pescoço.

- Querida... Eu... Mamãe precisa de um minuto... Pode olhá-lo por enquanto?

- Ok mãe.

Meu marido cerrou os olhos, bufando e se afastando.

- O que foi? – Sussurrei.

Ele passou a mão pelos cabelos.

- Um minuto Bella? – Grunhiu, levantando-se e indo em direção ao banheiro.

- Edward não foi bem isso o que eu quis dizer e...

Antes que eu terminasse ele entrou no banheiro, batendo a porta. Eu havia ferido seu lado macho quando sem querer dei a entender que aquilo demoraria apenas 1 minuto.

Me levantei da cama resmungando, fui para o banheiro e o encontrei no box tomando banho gelado.

- E eu lá sou um homem miojo? – Bufou, olhando-me torto.

- Não. – Ri baixinho, entrando-me sob a água e abraçando-o. – Miojo demora 5 minutos amor.

- Isabella...

Mordi seu ombro devagar, mas por fim ele desmanchou a careta e acabou rindo.

- Me desculpe, não quis dar a entender que você... bom, que as coisas terminariam rápido. Queria que eu dissesse o que? “Oh Meg, querida, olhe seu irmão enquanto seu pai tira o meu atraso”.

Ele riu, deitando a cabeça em meu ombro.

- Me desculpe, eu estava tão nervoso... Sabia que qualquer coisa tiraria meu foco e estragaria tudo.

- Relaxa. – Apalpei sua bunda, vendo-o se afastar todo rubro – Estou adorando esse novo Edward...  – Toquei sua bochecha – Acho que é minha vez de me divertir um pouco contigo.

[...]

- Filho, não coloque pedra na boca.

Sorri vendo Edward tentar retirar a pequena pedra que estava na mãozinha de Anthony. Nosso pequeno resmungou baixinho, vindo em minha direção, engatinhando pelo gramado e deixando sua calça mais suja do que estava.

- Não adianta fazer esse bico meu amor, papai está certo.

Meu filho se deitou na toalha que estava esticada, respirando fundo e fechando os olhinhos.

- Ele está cansado. – Edward riu vindo até mim novamente, sentando-se entre minhas pernas e deixando seu corpo prensar o meu contra a arvore do parque que fazia uma sombra gostosa para nós.

- Pois é, viu como está a calça dele? – Ri, enlaçando seu corpo e beijando seu pescoço. – Nosso bebê está crescendo rápido.

- Meg também. – Apontou para onde nossa pequena brincava com algumas crianças que havia conhecido quando chegamos ali.

- Sim. Esta uma mulher. – Beijei sua bochecha, vendo-o soltar um som com a boca e tentar se afastar – Ainda está bravo amor?

- Estou magoado, é diferente.

Ri, abraçando-o com força.

- Deixa de bobeira.

Ele virou o rosto para me olhar e soltou um suspiro. Inclinei-me, roubando um beijo. Diferente de antes, Edward não me rejeitou e dessa vez deixou minha língua se encontrar com a sua.

- Papa...

Nos afastamos, sorrindo para nosso menino que havia escalado o corpo de Edward.

- Quando será que o senhor meu filho chamará pela mamãe hein? – Toquei os cabelinhos loiros dele. Anthony sorriu aconchegando-se no peito do pai, fechando novamente os olhinhos.

- Acho que quanto mais você insistir, mais vai demorar amor. – Edward riu baixinho, abraçando Thony. – Acho que está na hora de irmos para casa.

- Concordo. – Retirei minha mão dos cabelos de Anthony, deixando Edward se levantar com ele no colo.

Chamamos Margareth e logo estávamos os quatro voltando para casa. Quando chegamos dei um banho em Anthony, Meg foi tomar o dela, assim como Edward. Fiz meu pequeno dormir e o deixei em seu berço.

- Dormiu? – Edward abriu a porta do quarto assim que coloquei o minúsculo corpinho no berço.

- Sim. – Sussurrei de volta, indo ao seu encontro e abraçando-o. – Vamos, senão iremos acordá-lo.

- Ok.


POV Edward


-... Eu não quero mais você, me desculpe... Sabe, o problema não é com você, é comigo. – Mordi os lábios prendendo as lágrimas enquanto fitava a TV. Bella estava no banho, eu havia ligado em canal qualquer que estava passando um filme romântico.

- Sua idiota, não chore. – A aconselhei, mas a menina não me ouviu, claro, e começou a chorar.

- Oh Joey... Mas por que... – O abraçou inconformada. – Estávamos bem até ontem...

O ator torceu os lábios, afastando-a.

- Você é uma garota incrível, temos uma amizade legal, mas falta química... Na cama.

Ajoelhei-me na cama, com dó da menina e de mim. Oh droga, Bella iria me dizer aquelas palavras quando visse que eu não era capaz de fazer amor com ela e lhe dar prazer?

- Está dizendo que...

- Sim, estou dizendo que apesar de rolar algo legal entre nós, não da mais certo, vai ser o melhor para nós.

- Edward, amor...

Quando ouvi a porta do banheiro se abrindo, me apressei em mudar de canal. Bella saiu de lá enrolada em uma toalha, com os cabelos um tanto molhados.

- Hm? – Fingi estar concentrado no jogo que passava na TV.

- Eu... Nossa, o que houve? Porque seus olhos estão vermelhos?

Passei a mão por meu rosto.

- Entrou um cisco.

- Nos dois?

- É.

Ela me olhou desconfiada e acabou rindo. Torci os lábios quando ela virou de costas, indo para dentro do closet.

- Hoje o dia foi cansativo... – Resmungou lá de dentro.

- Quer ficar em casa? Ligo para minha mãe, acho que ela não vai se importar se não formos jantar lá hoje.

- Como se eu não conhecesse dona Esme... Ela vem nos buscar aqui se não formos. – Saiu, usando uma calça minha e um top. – Eu só preciso deitar um pouco. – Se jogou ao meu lado – Quando for lá pelas19h00min me acorde.

- Tudo bem. – Beijei sua testa. – Deixe comigo, eu dou banho em Thony, mando Meg se trocar, assim você pode dormir alguns minutos a mais.

- Obrigada amor. – Aconchegou-se em meu peito – Amo você.

Seus olhos se fecharam e sua respiração ficou lenta. Bella havia dormindo.

- Eu também princesa.

POV Margareth

Papai havia me mandado tomar banho e agora eu estava me vestindo. Íamos jantar na casa da vovó Esme.

Levantei-me, andando pelo quarto e olhando para minha sapatilha nova. Elas eram demais, as minhas amigas haviam pirado de inveja.

- Meg, olhe o Thony para o papai... – O esquecidão entrou em meu quarto, deixando Anthony na minha cama. – Vou acordar a mamãe.

- Deixa comigo. – Dei um leve soco na coxa dele, que me olhou meio torto.

- Cuidado para ele não cair da cama.

- Pai, qual é ta comigo ta com Deus!

Ele riu, saindo do meu quarto.

Subi na cama, indo me sentar perto do meu irmãozinho. Anthony sorriu, mostrando seus poucos dentinhos.

- Você está ficando grandão. – Contei, enquanto ajeitava meu vestido. – Quando você nasceu eu te chamava de joelho... Sabe por quê? Pois é, você tinha cara de joelho. – Eu ri e ele me acompanhou. – Sabe, estou com saudades da tia Caah... – Inclinei-me, tirando meu celular de baixo do meu travesseiro e mandando uma mensagem para ela. – Acho que você nem deve mais se lembrar dela, a mamãe sempre pediu para não te deixar sozinho com ela... Não que ela seja do mal, como o Rob, a Kristen e a Tânya, só que ela é doidinha.

Meu irmão colocou os dedos na boca, chutando o ar.

Me levantei da cama quando ouvi um o som de um carro. Debrucei-me na sacada, vendo o mesmo carro de ontem parado ali fora.

Eu disse que não era o vizinho!

Corri até o meu guarda roupa, tirando de lá minha câmera.

- Fica ai Thony. – Mandei enquanto corria até a sacada novamente, colocando a câmera posicionada em direção ao carro preto.

POV Edward

- Dores? – Meu pai indagou.

Sorri.

- Nada de dores, nem mesmo quando as lembranças vêm.

Ele passou o braço por cima de meu ombro, guiando-me em direção a sala.

- Isso é bom. – Sorriu torto – Tenho uma noticia boa para você.

- Qual?

- Você já pode começar a ir para o hospital, Aro designou a mim para te ajudar, já que somos da mesma área.

- Ótimo.

Encontramos nossas mulheres no sofá. Meg estava sentadinha ao lado de Thony no chão, que brincava com uma pequena bola.

Me sentei ao lado de Bella, abraçando-a. Ela e minha mãe conversavam sobre algo, logo mudaram o assunto para que eu e meu pai também pudéssemos participar.

Quando se passou das 22h00min decidimos ir embora. Anthony chegou desmaiado, assim como Margareth. Nosso menino andava exausto desde que aprendeu a dar alguns passinhos.

Colocamos os dois na cama e fomos para nosso quarto. Trocamos de roupa rapidamente e nos enfiamos embaixo das cobertas.

- Descanse. – Aconselhou – Amanhã passara toda a manhã e parte da tarde no hospital, até pegar o ritmo novamente ira sofrer um pouco.

- Deixe comigo. Boa noite Bella. – Beijei sua boca, apertando-a contra meu peito. Escorreguei minha mão até sua barriga, acariciando-a. – Boa noite bebê.

[...]

- Parece que nunca deixei de fazer isso. – Sorri para Bella, sentando-me ao seu lado. Estávamos na lanchonete, onde havíamos combinado de nos encontrar para comermos algo.

- Carlisle me disse que você está se saindo muito bem. – Inclinou-se, beijando meu rosto.

- Sim. – Passei meu braço ao redor de seu ombro – Então, já fez seu pedido?

- Não. Estava te esperando. Que tal hamburguês?!

- Bella! – Rolei os olhos – Você está grávida, nada de hamburguês. – A repreendi. Ela torceu os lábios. Abri o pequeno cardápio, dando uma rápida olhada – Olha só, no almoço eles servem comida. Que tal arroz, filé de frango e salada?

- Hm...

Ela fez bico.

- Se for boazinha peço até uma porção de batatas fritas. – Fiz sinal para a mocinha vir nos atender. Bella não reclamou, sabia que eu estava certo. – Vou aproveitar para ir lavar as mãos, já volto.

Sai da mesa e me dirigi ao banheiro que não estava muito cheio. Lavei minhas mãos, as enxuguei e quando sai travei na porta. Meus olhos foram para o corredor do hospital que dava acesso a lanchonete e a vi, de costas, saindo apressada.

Eu não podia acreditar... Ela estava aqui no hospital!


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