Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

04/02/2012

Always - Capitulo 18.

N/A: Ownt... Penúltimo capitulo *caah enxuga lagrimas*

Sem muito tempo para falar, até a próxima att, que ainda não sei em qual fic será!

****************

- Mas vocês acabaram de tomar café. – Jully torceu os lábios, rindo.

- Amor, por favor... – A morena grudou no ombro de Edward. – Não quer ver duas grávidas nervosas, não é?

- Por Deus, claro que não. – Ele riu, amedrontado, ligando o carro e começando a dirigir. Edward havia lido sobre grávidas, e se uma já era perigosa, imagine duas? Ainda mais uma delas estão grávida de gêmeos?

Capitulo 18

- Mãe... – Anthony coçou a cabeça, sem saber o que fazer. Olhou para Edward, que parecia tão confuso quanto ele. – Tente entender. Eu e Katy vamos nos casar, precisamos começar a nossa vida, mas não aqui em casa...

Isabella voltou a colocar o rosto no travesseiro, soluçando.

- Filhos ingratos... – Lamentou, girando e enxugando suas lágrimas – Engordamos quilos por eles, somos rasgadas, temos que acordar de madrugada durante anos para atendê-los, e agora que ficamos velhas... Nos abandonam.

- Amor. – Edward torceu os lábios, sentando-se na cama. – Conversamos sobre isso, lembra-se? Você concordou em que eu desse meu antigo apartamento para Thony. Não fique assim princesa, não é o fim.

- Além do mais. – O garoto agachou-se na frente dela, tocando seu rosto – Iremos embora só daqui a um ano ou mais, porque ainda precisamos da senhora, seremos pais, Katy e eu necessitamos de alguém nos ajudando.

- Ok... – Enxugou suas lágrimas, começando a rir. O que fez Anthony e Edward suspirarem. Aquelas mulheres estavam enlouquecendo os dois, uma hora riam, outra choravam e até mesmo gritavam. – Que tola eu sou!

- Você não é tola, minha linda.

- São os hormônios. – Ela concluiu. Ficaram em silêncio por alguns minutos, até que ela voltou a falar – Estou com vontade de comer batata frita.

- Vem cá. – Edward a ajudou a se levantar devagar, já que sua barriga de sete meses estava maior ainda. – Vamos descer para almoçar. Frito batatas para você.

- Oh, eu te amo tanto.

- Só porque ele vai te fritar batatas? – Anthony riu.

- Bom, é mais ou menos isso. – A morena brincou, piscando. O Cullen inclinou-se, beijando a boca dela e a pegando no colo, fazendo-a resmungar. – Edward...

- Amor, é perigoso descer as escadas com esse barrigão. Além de que, você estava reclamando de dor na perna há 10 minutos.

Anthony seguiu seus pais, rindo. Ao chegar ao ultimo degrau Edward fez menção de colocar Bella no chão, mas ela resmungou ainda agarrada ao pescoço dele.

- Foi você quem insistiu, agora terá que me leva até a sala de estar e me sente na cadeira.

- Se você não estivesse grávida, juro que subia as escadas e te deixava no topo novamente.

- Vamos Edward, seus filhos estão com fome.

Ele rolou os olhos, mas a levou ao seu destino. Jully e Katy já estavam lá, e riam, enquanto colocavam os pratos na mesa.

- Do que minhas meninas estão rindo? – Edward indagou, colocando Isabella na cadeira.

- Katy! – Anthony resmungou, puxando quatro pratos que estavam na mão dela – Será que você não entendeu nada do que conversamos? Naquela parte de não pegar pesos, poxa...

- Ih Thony, eu estou grávida, não doente.

Edward riu. Isabella vivia dizendo aquilo para ele.

- Só estou preocupado contigo ok?

O menino a abraçou, pousando seu queixo na clavícula dela.

- Vou fritar sua batata. – Edward beijou a morena, que assentiu. – Alguém quer batata frita?

- Oh, eu quero. – Jully se afastou de Anthony, rindo. – Por favor.

- Tudo bem, vou fritar para todo mundo. Não demoro, é rápido.

E realmente foi rápido. Logo todos estavam comendo, conversando e rindo. Era bom ter toda a família reunida, almoçando junto em uma linda tarde de sábado. Apesar de Katy passar por alguns preconceitos – na escola e na rua – sentia-se bem acolhida por Isabella, à menina já amava seu bebê, que descobriram ser um menino, e enfrentaria tudo para dar o melhor para ele, ela não se importava se seu pai estava ao seu lado ou não, tinha Isabella, Edward, sua Mãe, Jully e Anthony ao seu lado, podia até ser difícil, mas superaria.

***

Jacob abaixou a cabeça, evitando olhar para os homens que ocupavam o mesmo ônibus que ele. Todos tinham tatuagens e eram malhados. Podia reconhecer na fisionomia de cada um daqueles caras, o que haviam feito para estar ali. Roubo, extorsão, assassinato, trafico de drogas, seqüestro...

Suspirou sentindo seu corpo tremer. Ninguém poderia saber o que ele fez... Seria o fim dele!

Logo o ônibus parou. Jacob desceu do ônibus algemado, vestindo o típico macacão laranja. Olhou ao redor, vendo que estava praticamente isolado da população, a cidade devia estar a uns 30 KM dali.

Foi forçado a começar a andar. Passou pelo portão principal que logo foi trancado. Alguns carcereiros apareceram com uma prancheta. Chamaram alguns nomes, ordenando-os a formar fila.

Black seguiu em fila indiana, passando por diversas portas de aço e escadas que os levavam para cima, até que entraram em um enorme corredor, onde alguns presos começaram a caçoar dos “novatos”, gritando e soltando insultos.

Uma cela foi aberta e Jacob foi empurrado para dentro. O moreno olhou para trás, vendo alguns caras jogarem baralho. Colocou a mão para fora da cela e teve as algemas retiradas.

- Ei rapazes, cuidem bem do menino. – O Carcereiro riu, mascando um chiclete – Divirtam-se com o estuprador.

Jacob gemeu baixinho, xingando a mãe daquele infeliz.

- Que bom.

Os quatro homens que jogavam cartas se levantaram, um já levou a mão ao botão da calça.

- Ótimo, estamos cansado de Caius.

- E olhem essa doçura pessoal. – Um negão de quase dois metros se aproximou de Black – É hoje que iremos nos divertir. Caramelinho... – Tocou o queixo de Jake – Você será nossa menininha, faremos com você o mesmo que fez com a menina, garota, mulher, senhora...  Seja lá o que foi.

***

Edward sentou-se ao lado de Isabella, que ressonava tranquilamente na cama. Tocou os cabelos dela, sentindo-se bem por ter cumprido o que prometeu a ela. Havia acabado de voltar da delegacia onde foi informado que Jacob Black já devia estar no presidiu.

Afastou-se dando a volta na cama e deitando-se próximo a barriga da morena, onde gostava de ficar.

- Oi bebês do papai. – Sussurrou, tocando o volume que a pequena regata dela não escondia. Chutou os sapatos para longe, acomodando-se melhor para conversar com seus filhos – Mamãe tratou vocês bem durante a tarde que o papai não esteve aqui?

Edward sorriu, sentindo uma movimentação sob sua mão. Beijou a barriga de Isabella, que acabou despertando sentindo os cutucões desconfortáveis...

- Edward... – Ela resmungou, esfregando os olhos – Eles estavam tão quietinhos.

- Me desculpe amor, não resisti, precisava conversar com nosso menininho e nossa menininha recatada.

A morena acabou rindo, abrindo os braços para ele que prontamente a abraçou.

- Hm, eu juro que pensei que seriam dois menininhos. – Alisou o peito dele, beijando seu queixo. Os dedos dela se enroscaram na gravata preta.

- Eu desconfiei de que seria menina quando Marie disse que estava com as perninhas fechadas. – Ele contou, rindo – Minha filha vai ser muito recatada. Uma princesa. Educada e linda como a mãe dela.

- Hm, nem vem... – Isabella girou, fugindo de seus braços – Acabei de acordar, não vamos fazer amor.

- Uau, te faço alguns elogios e você pensa que quero fazer amor contigo.

- Edward eu te conheço – A morena riu, cerrando os olhos. – E não é verdade?

- Talvez, só talvez, seja um pouquinho. – Ele sorriu torto, piscando sedutoramente para ela, que riu novamente.

- Você não tem jeito hein amor. – Tocou os cabelos bagunçados dele, e seu sorriso sumiu – Então, como foi lá?

O Cullen suspirou, dando de ombros.

- Fique tranquila, aquele cara nunca mais irá chegar perto de você ou dos meus filhos. – Alisou a barriga dela - Jacob já não está mais na cidade.

Os dois ficaram quietinhos por alguns instantes, a mão de Edward ainda estava sobre a barriga dela quando um chute mais forte foi dado.

- Ai bebês!

- Thomas e Sophia, parem de chutar a mamãe, coisas linda do papai. – O Cullen se afastou sorrindo. – Vem Bells, vem tomar um banho com seu noivo, que será seu maridinho daqui algumas semanas.

- Pois é. Meu marido. – Isabella sorriu puxando-o contra seus lábios, beijando-o de vagar e de forma apaixonante. – Você sabe que vai ser para sempre, não é? Não vou te deixar e muito menos permitir que você me deixe.

- Eu sei amor, é o que mais quero. Ter você até o fim dos nossos dias.

- Amo você.

Voltaram a se beijar e Edward, percebendo que ela havia abaixado a guarda, passou a estimulá-la, alisando o corpo da morena com caricias insinuantes. Ele colocou seu corpo sobre o dela, beijando-a de forma voraz, mostrando todo seu desejo.

- Ed... – O empurrou de vagar. – Estou toda soada meu amor, acabei de acordar...

- Vem, vamos fazer amor na banheira. – Piscou levantando-se e pegando-a no colo.

- Vamos. – Ela assentiu, concentrando-se em desconcentrá-lo.

Logo estavam no banheiro. A morena ficou encostada na bancada da pia despindo-se, esperando que seu noivo desligasse a água da banheira. Não demorou em que os dois estivessem abraçados, dentro da banheira. Isabella sentada no colo dele, com suas pernas ao redor do quadril másculo.

- Talvez não seja bom fazermos isso aqui – Ele sussurrou, mordiscando o pescoço dela. – Sua barriga está maior amor, e sentada em meu colo terá que fazer mais esforço.

- Tem razão, mas vamos ficar aqui um pouco, a água está quente e é tão bom ficar agarrada a você.

- Ok.

Edward a sentou do outro lado da banheira e pegou eu pé, massageando-o. Adorava mimá-la, porque sabia que desde pequena ela adorava toda aquela atenção, carinho, mimo.

- Isso é bom. – Gemeu, fazendo-o parar os movimentos – Continue amor.

- Pare de gemer...

- Hmm. – Ela gemeu mais alto ainda, mas agora mordendo os lábios e o olhando de forma sedutora. – Acho que a água está começando a esfriar, que tal sairmos?

- Sua bandida. – O Cullen resmungou, tocando seu membro sobre a água, o que não passou despercebido por ela – Fica me provocando porque sabe que de forma algum irei te castigar, mas espere nossos bebês nascer, você nem conseguira andar!

Bella riu, inclinando-se e se ajoelhando na banheira, beijando e se levantando – claro que não sem antes roçar seus dedos no membro duro de Edward.

Enxugaram-se, e foram para a cama. Não era necessário roupa para o que ambos tinham intenção de fazer...

Algumas semanas depois...

Edward olhou para Anthony, que o olhou de volta. Os dois riram em seguida.

- Está... Lindo. – Tocou o terno preto do filho.

- Isso soou muito gay. – O menino torceu o nariz e os dois voltaram a rir. – Nervoso?

- Não. – Edward respondeu dando de ombros – Amo sua mãe e sei que ela me ama. E se ela tentar fugir não chegara muito longe com aquele barrigão, posso alcançá-la a tempo. E você? Como está se sentindo?

- Sinceramente? Apavorado. – Thony passou a mão pelos cabelos – Um milhão de coisas está se passando em minha cabeça?

Edward se sentou na cama que o filho dividia com Katy.

- Quer desabafar?

O menino suspirou assentindo e sentou-se ao lado dele.

- Eu tenho medo entende? – Soltou o ar, fechando os olhos – Medo de não ser um bom pai, um bom marido, medo de estar fazendo a coisa errada, medo de fazer a coisa errada... – Anthony voltou a abrir os olhos e fitar o pai – Tenho medo de não ser o que Katy sempre sonhou. Poxa... Tecnicamente, a culpa por ela não estar na faculdade como eu, é minha... Era a primeira vez dela, eu devia ter me lembrado de usar camisinha, e olha só... Ela vai ser mãe com 18 anos.

- Você se arrepende?

- Não.

- Então não pense assim filho. – Deu leves tapinhas nas costas dele – Se aconteceu, era para acontecer.

- Eu sei, só que... Tenho medo do nosso futuro, sabe? Tenho medo de que ela não se realize pessoalmente e profissionalmente, que fique me culpando e isso acabe nos levando ao fim.

- Ei garoto, você está pensando muito longe, viva o hoje ok? A menina está feliz, da para ver que adora a idéia de ser mãe e se casar com você, ficar pensando assim não fará bem a nenhum dos dois.

Anthony sorriu assentindo.

- Você tem razão. Se eu for um pai como você, sei que só farei o melhor para meu filho.

- Assim você me deixa envergonhado Anthony.

- Mas é verdade... – Se levantou e Edward fez o mesmo, o menino deu um passo à frente, abraçando-o meio tímido. – Obrigado pai.

Edward não conteve o riso. Demorou meses, mas ele finalmente havia ouvido aquela palavra.

- Amo muito você garoto. – Retribuiu ao abraço com mais entusiasmo, fazendo Anthony rir. – Mesmo. Agora vem, vamos descer ao jardim, já já nossas mulheres estarão vindo para nós...

***

- Acho que já nos atrasamos demais, não? – Katy indagou, alisando seu vestido branco que não era tão fino e formal assim como o de Isabella, mas as deixavam lindas.

- Sim. Vamos.

Isabella e ela saíram do quarto, encontrando Carlisle e Charlie, que conversavam na escada, mas logo pararam, quando notaram as duas.

- Uau. – Murmuraram.

- Pai, Carl.

- Está linda minha filha. – Charlie se aproximou de Isabella, beijando seu rosto e tocando sua barriga.

- Linda? – A morena rolou os olhos – Estou gorda, isso sim! Quase não consegui entrar nesse vestido!

Os dois homens riram.

- Que nada filha, e como estão meus netinhos?

- Agitados. – Bella suspirou, alisando seu ventre.

- Falta pouco para eles estarem conosco. – Carlisle sorriu, também abraçando Isabella – E você está perfeita.

- Obrigada Carl.

- Assim como você pequena. – Charlie abraçou Katy – Agora vamos porque aqueles dois estão quase vindo buscá-las.

As duas riram. Carlisle, que levaria Katy até o altar improvisado no lindo jardim na parte de trás da casa de Isabella, ajudou-a a descer as escadas, e Charlie fez o mesmo com Isabella.

- Cuidado querida. – Charlie alertou, enquanto desciam os últimos degraus.

Logo estavam saindo pelo fundo, onde no máximo 80 pessoas já estavam sentadas em bancos. Eram amigos, parentes e conhecidos de Isabella, Edward, Anthony e Katy.

O jardim estava muito bem decorado, tudo escolhido por Katy e Isabella [N/A: Para a colorada kkk que odeia Alice se intrometendo nas coisas]. Um arco de flores estavam na entrada do curto caminho que as duas mulheres fariam até chegar aos dois futuros maridos.

Anthony e Edward pararam de conversar com Jully quando ouviram o som da marcha nupcial. Viraram-se e avistaram Bella e Katy de braços dados com Charlie e Carlisle.

- Elas estão lindas. – Edward sorriu torto.

- Elas não fugiram. – Anthony suspirou aliviado.

Logo elas estavam ali, na frente deles. Charlie passou a morena a Edward, pedindo para que ele cuidasse dela.

Carlisle, apesar de não ser o pai de Katy – que se recusou estar presente – fez o mesmo e beijou a testa da garota que carregava seu bisneto.

- Estamos aqui hoje, para unir esses dois casais... – O padre prosseguiu com o discurso que era de praxe. Foi impossível que os dois casais não se emocionassem, principalmente as gestantes, que choraram desde o começo da cerimônia até quando o padre os declararam marido e mulher. – Cada um já pode beijar sua noiva.

Edward sorriu, assim como Anthony. Ao mesmo tempo passaram o braço ao redor da cintura delas, colando lábio no lábio.

A platéia que assistia a tudo explodiu em palmas. Bella afastou seu recém-marido, rindo.

- Amo você. – Sussurrou ela.

- Eu também te amo, Sra. Cullen.

Ganharam felicidade do outro casal e logo uma fila se formou para parabenizá-los. Logo depois dançaram em um pequeno local improvisado próximo a piscina.

- Estou tão feliz. – Isabella sussurrou, com dificuldade para abraçá-lo, já que sua barriga de 8 meses estava muito grande.

- Eu também princesa. – Ele sorriu, piscando – Pena que não teremos uma lua-de-mel repleta de sacanagem...

A morena riu, rolando os olhos.

- Pois é, hoje faremos amor uma vez e olhá-la. Sabe que nossos bebês podem nascer a qualquer minuto.

Os lábios de Edward percorreram o pescoço dela, fazendo-a estremecer.

- Já disse o quão linda e sexy está?

- Sim, há dois minutos.

- Pois bem, digo de novo! Você está linda e Sexy.

Voltaram a se beijar, mas logo se separaram. Isabella dançou com Charlie, Carlisle, Emmett, Jasper e logo depois com Anthony.

- Meu bebê casou! – Ela limpou uma lagrima, fazendo-o rir.

- Sim mãe. Seu bebê virou um homem. – O menino beijou a bochecha dela – Em breve será um pai. Irei ensinar a meu filho tudo o que você me ensinou, assim tenho certeza que estarei fazendo o certo.

- Pois é, é um pouco difícil aceitar isso. – Bella mordeu os lábios, alisando os braços dele. – Meu bebezinho que nasceu há quase 20 anos agora está na faculdade e está estagiando no escritório do pai. É difícil aceitar o fato que você cresceu e que não precisa mais de mim.

- Claro que eu preciso. – Sorriu torto, o mesmo sorriso do pai – Eu preciso, Katy precisa e em breve seu netinho também precisará.

A morena beijou o tórax dele, apoiando sua testa ali logo em seguida.

- Você é um grande homem, começando pelo fato de assumir toda essa responsabilidade. Você merece tudo de bom e do melhor, viu? Mamãe te ama muito.

- Eu também amo você mãe.

Edward aproximou-se de sua mulher e de Anthony, tocando o ombro dele.

- Filho. Será que poderia me devolver sua mãe?

O garoto riu, assentindo.

- Sim pai.

Isabella arqueou uma sobrancelha, enquanto era dada a Edward.

- O que foi isso?

- Isso o que mãe? – Anthony se fez de desentendido e deu de ombros – Ora, só respondi sim ao meu pai. Agora deixe-me ir, Katty Jayme Cullen me espera.

Cullen. Sim, a menina era uma Cullen, já que antes de se casar com Thony, Edward fez questão de assumir o filho, que aceitou a proposta de trocar seus documentos e sobrenome.

- Bella, se quer um beijinho da um sorrisinho e disfarça.

Ela rolou os olhos e tentou conter o riso, mas não conseguiu. Edward vivia falando aquilo para ela quando eram menores.

- Ainda se lembra disso amor?

- Claro minha linda, me lembro de tudo que envolve você, agora vem cá, deixa eu te dar um beijinho. – Mordiscou a orelha dela, rindo baixinho - Se fossemos funções, você seria a sen²x e eu o cos²x. E juntos somos 1!

- Amor, sabe que sempre fui ruim em matemática... – Ela reclamou. Beijaram-se entre risos. Estavam felizes e nada estragaria aquele momento, nada. – Ai Edward...

- O que, pisei no teu pé? – Ele se afastou, abrindo os olhos e vendo-a com cara de dor.

- Não. É que eu acho... Que... Que nossos bebês.

Edward arregalou os olhos quando a viu pousando a mão sobre sua barriga.

- Não me diga que...

- Sim amor, ai... Minha bolsa estourou.

- Ai meu pai do céu!



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