Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

05/02/2012

Always - Capitulo 19.

N/A: Último capitulo *caah limpa lágrimas* ~ Mas quem sabe dia 10 não vem um bônus por ai? Para comemorar 7 meses da fanfic? Tudo depende de vocês, quero muitos comentários! [ Postada: 10/08/11 ---- Finalizada: 05/02/2012]

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Poderíamos casar. Teríamos um apartamento, tomaríamos café as cinco da tarde, discordaríamos quanto a cor das cortinas, não arrumaríamos a cama diariamente, a geladeira seria repleta de congelados e coca-cola. O armário de porcarias. Adiaríamos o despertador umas trinta vezes, sentaríamos na sala de pijama e pantufas, sairíamos pra jantar em dia de chuva e chegaríamos encharcados, nos beijaríamos no meio de alguma frase, você pegaria no sono com a mão no meu cabelo e eu, escutando sua respiração. Eu riria sem motivo e você perguntaria porque, eu não responderia, saberíamos.



- O que, pisei no teu pé? – Ele se afastou, abrindo os olhos e vendo-a com cara de dor.

- Não. É que eu acho... Que... Que nossos bebês.

Edward arregalou os olhos quando a viu pousando a mão sobre sua barriga.

- Não me diga que...

- Sim amor, ai... Minha bolsa estourou.

- Ai meu pai do céu!

Capitulo 19

Edward ainda estava sem saber o que fazer, tudo parecia sem importância enquanto ele sorria para os dois bebês que se esgoelavam dentro de uma incubadora.

Thomas e Sophia.

Edward riu sentindo algumas lágrimas caírem por sua bochecha. Ele colocou a mão por um buraco, tocando o dedinho de sua menininha, que foi se acalmando, logo depois fez o mesmo com Thomas.

- Papai volta logo para vocês, ok? Preciso ver como a mamãe está.

Com o coração apertado saiu daquela sala, caminhando pelos corredores até chegar ao quarto onde Isabella havia sido levada.

O parto não demorou muito e foi normal. Ele ficou desesperado ao saber disso... Porque, tipo... Eram 2 bebês que iam passar por aquele lugar que era pequeno e apertado.

Felizmente Isabella não precisou esperar horas. Seus bebês vieram quase 1 hora depois que deram entrada no hospital. Foi engraçado, apesar de desesperador, agora Edward ria, lembrando-se da cara das pessoas quando o viu passar pelo corredor principal de terno e Isabella vestida de noiva.

O Cullen bateu na porta, e logo em seguida entrou. A morena estava na cama, ressonando tranquilamente. Apesar de o parto ter sido rápido, ela havia se cansado muito e praticamente desmaiou depois de dar a luz. O dia dela havia sido muito cansativo.

Edward se aproximou da cama, tocando o rosto dela que ainda estava borrado de maquiagem, mas ainda sim linda. Foi até o banheiro, pegando alguns papeis toalha e um pedaço de algodão, molhando-o na água. Voltou até Isabella, começando a limpar seu rosto, logo em seguida retirando o excesso com os papeis.

Isabella despertou alguns segundos depois que ele retornou do banheiro, onde foi jogar no lixo o que usou. Abriu os olhos devagar, fitando o marido que estava debruçado sobre ela.

- Oi. – Ele sorriu torto.

- Amor. – Retribuiu ao sorriso – Como estão nossos bebês?

- Então em uma incubadora. – Fez bico, fazendo-a suspirar. – Eles são tão minúsculos, da até medo de tocar.

- Dois apressadinhos. – A morena resmungou, segurando a mão do marido – Me conte mais sobre eles, quase não consegui vê-los.

- Eles são as coisinhas mais fofas desse planeta. – O pai babão comentou, fazendo-a rir baixinho – Não da para te dizer muita coisa. Eles são tão iguais ainda. Marie disse que apesar de prematuros, ambos são muito saudáveis.

- Isso é o que importa. – Concordaram em silêncio. Edward inclinou-se, beijando os lábios secos dela. Isabella tocou o terno dele. – Ainda não se trocou?

- Não. – Torceu o nariz – Esquecemos de trazer suas coisas e a dos bebês, Anthony voltou para buscar.

- Claro, você desesperou todo mundo.

- Ei, meus filhos iam nascer! – Resmungou, voltando a beijá-la. – O aniversário dos dois vai ser no dia do nosso de casamento.

- Sim. – Ela alisou o rosto dele – Que presentão hein amor.

- O melhor de todos. – Riu, mordendo a ponta do nariz dela. – Pelo menos nunca irei me esquecer do nosso aniversário de casamento, tenho outras duas comemorações para me lembrar disso.

- Pois é, você que é todo atrapalhado com data. – Isabella concordou – Se esquecer nosso aniversário consequentemente esquecerá os dos nossos filhos. Teremos duas briga.

- Prometo me esforçar para isso não acontecer Sra. Cullen. – Fechou os olhos, encostando sua testa na dela. – Amo você amor.

- Eu também te amo.

Sorriram trocando mais um beijo.

- Hm? – Ele fez o som contra os lábios dela, fazendo-a se afastar – Quantos dias demoram a acabar aquele negocio... “resguarda”?

Bella rolou os olhos, empurrando-o.

- 40 dias...

- Que... Legal. – Mentiu, torcendo os lábios. – Só iremos consumar nosso casamento daqui quase 1 mês e meio...

Uma batida na porta fez com que Edward se endireitasse, já que estava com seu corpo debruçado sobre a cama em que Bella estava, claro que sem deixar seu corpo pesar ou machucar o dela.

- Entre.

- Licença. – Anthony passou pela porta, sendo acompanhado por Katy, Jully, Carlisle, Esme, Renée e Charlie – Aqui estão as coisas de vocês. – Colocou a bolsa de sua mãe e das crianças sobre uma cômoda, logo depois caminhou até o pai, entregando-lhe uma sacola. – Aqui está pai.

- Obrigado filho. Façam companhia para Bella enquanto me troco.

Enquanto Edward estava no banheiro, todos rodearam a morena.

- Mãe, meus irmãos são tãooooo fofos! – Jully apertou uma mão na outra, próximo ao seu queixo.

- Já foram vê-los?

- Acabamos de vir de lá. – Renée tocou os cabelos da filha.

- Parabéns querida. – Esme sorriu.

Charlie, Carlisle e Katy também a parabenizaram.

- Logo será você aqui querida. – Isabella falou a nora, que torceu os lábios.

- Doeu muito?

- Oh sim. – Ela respondeu, fazendo a garota se assustar – Mas Marie disse que você fará cesariana, por ser pequena demais para tentar um parto normal. Você será anestesiada, mas estará acordada, para presenciar a vinda do seu pequeno. Com Anthony foi assim...

- Não vejo à hora do nosso bebê nascer. – Anthony abraçou Katy.

Logo Edward voltou, usando uma calça jeans e uma camisa pólo preta.

- Parabéns filho. – Carlisle o abraçou, sorrindo. – Mais dois netos que você nos da.

- Obrigado pai.

- Parabéns garoto. – Charlie tocou o ombro dele – Apesar de que para chegar a esse ponto vocês dois tiveram que... bom, tiveram que fazer coisas que um pai não gosta nem de imaginar sua filha fazendo.

- Pai! – Bella o repreendeu.

- Seu pai tem razão Bella. – Carlisle riu – Mas logo, logo Jully conhece alguém e tem Sophia também, sabe duas meninas linda, vão ter muitos pretendentes.

- Para pai. – Edward bufou – Sophia vai ser freira, e Jully, bom, Jully só vai se casar depois dos 40.

Todos riram, mal notando que Edward realmente falava certo. Logo se despediram, já que na casa de Isabella ainda havia convidados e Alice, Rosalie e Emmett estavam lá com todos. Anthony e Katy tinham que voltar para a festa deles, já Edward e Isabella, bom, eles estavam feliz demais ali.

Algumas semanas depois...

Os dias se passaram rapidamente. Edward e Isabella basicamente viviam no hospital, só voltavam para a casa apenas para comer e dormir. E hoje chegou o grande dia, o dia em que os dois bebês iriam para casa.

-... e os dois já ganharam peso suficiente. – Marie sorriu para o casal, finalizando. Cada um segurava um bebê. Isabella com Thomas, que vestia um macacão azul claro e Edward com Sophia, que vestia o mesmo estilo de macacão do irmão, mas lilás.

- Então podemos mesmo levá-los para casa? – Edward indagou, ninando a filha que estava com os olhos azuis arregalados. – Estamos ansioso, mas podemos esperar o tempo que for preciso, não é amor?

- Sim. – A morena sorriu. – Só não queremos que aconteça algo com eles.

- Fique tranqüilos, eu jamais colocaria em risco os dois bebês. – Marie riu. – Já dei alta aos bebês, procurem um pediatra para recomendar algumas vitaminas.

- Eles têm sorte de ter uma pediatra em casa.

- Não vou ser a medica deles amor, isso nunca da certo, mexe muito com nosso emocional.

- Isabella tem razão.

Despediram-se da obstetra e saíram do hospital.

- Finalmente. – Isabella sussurrou para Thomas – Depois de 2 semanas aqui vocês vão conhecer o quarto que mamãe, papai e sua cunhada arrumaram para vocês e para seu priminho sobrinho que chega logo.

Foram para o carro e colocaram os dois bebês no banquinho que tiveram que comprar. Na verdade cabiam três bebês e esse lugar vago já tinha dono.

Edward abriu a porta para que a morena entrasse. Ela sorriu para ele, que deu a volta e assumiu o volante, antes de dar partida inclinou-se beijando-a.

O Cullen dirigiu devagar, sempre olhando no retrovisor para ver se os bebês estavam bem. Quando chegaram a casa, apresentaram cômodo por cômodo a Sophia e Thomas, como se eles entendessem algo...

- E aqui é onde provavelmente vocês dois foram feitos. – Edward abriu a porta de seu quarto e da morena.

- Amor! – Ela riu, indo até a cama, retirando a colcha e colocando Thomas deitadinho ali. Edward fez o mesmo, e os dois se colocaram um de cada lado dos bebês. – Aqui será o lugar para onde correram durante muitos anos.

- Sim. – Edward apoiou a mão na cabeça – Mas temos que combinar, não corra todos os dias ok? E batam na porta antes de entrar, papai e mamãe podem estar peladões, não seria uma cena muito educativa para vocês.

- Você não tem jeito mesmo. – A morena tocou o queixo dele, que havia feito a barba pela manhã.

- Está sentindo esse cheiro amor? – Edward franziu o nariz, o que a fez rir, ele foi aproximando o rosto dos bebês e cerrou os olhos quando chegou a Thomas. – Foi você garotão? Ew! Mamãe, alguém está sujo.

O pequeno garoto arreganhou os lábios para o pai.

- Pois é, e olhe, ele está achando graça. – Bella passou a mão pelos cabelos ralos e loiros de Thomas, fazendo-o olhar para ela e balançar as perninhas e os bracinhos. – Vamos lá para seu quarto, mamãe vai te trocar.

- Vou junto. – Edward se levantou, pegando Sophia. – Afinal, um pai que se preze tem que saber trocar fraldas.

[...]

Edward sorriu, vendo sua mulher com um filho em cada braço, amamentando-os.

- Que dor nos braços... – Ela gemeu baixinho, acomodando-se melhor no sofá.

- Eles dormiram? – Indagou, afrouxando sua gravata, soltando sua pasta e indo até ela.

- Acabaram de dormir. – Isabella sorriu, mas logo parou – E Katy?

- Passei no hospital. – Ele passou a mão pelos cabelos, sorrindo – Foi só mais um alerta falso, mas Marie pediu para que ela ficasse lá, nosso netinho pode nascer a qualquer instante.

- Queria tanto estar lá. – A morena suspirou, passando um dos bebês para Edward. – Me ajude a colocá-los no berço.

Katy estava entrando agora no nono mês, e desde que entrou no quarto Eric já fazia menção de querer vir ao mundo.

- Eu sei princesa, mas Thomas e Sophia não desgrudam de você, Jully e Anthony estão lá, qualquer coisa iram nos ligar. Agora me dê esse meninão aqui e vá tomar um banho, parece exausta.

Isabella sorriu assentindo.

- Cuidar de bebês é mais cansativo do que um plantão de 48 horas...

- Sim, é um plantão eterno. – Ele sorriu, beijando a boca dela. – Logo vou te fazer companhia...

- Vai mesmo? – A morena mordeu os lábios, fazendo cara sexy.

- Vou sim, sei muito bem que dia é hoje.

- Sabe mesmo?

- Claro minha linda, ando contando os dias. – Edward piscou, passando a língua pelos lábios. – E nas minhas contas você e eu já podemos fazer amor desde ontem, mas resolvi aliviar para você, que ficou preocupada com Katy e os bebês estavam com cólicas.

- Hm, então te espero no quarto gatão.

O Cullen sorriu, levando seus filhos para o quarto deles e os colocando no berço que dividiam.

- Ei galerinha, o negócio é o seguinte... – Debruçou-se sobre o berço – Vocês vão dormir feitos anjinhos, e se for para acordarem, irão fazer isso só depois que papai e mamãe terminarem de brincar, ok?

Deu um beijo em cada bebê, logo depois abaixou a luz do abajur e saiu do quarto. O quarto de Isabella e dele ficavam no começo do corredor, não demorou para que ele estivesse lá.

- Amor?

- Estou aqui no banheiro.

Ele fechou a porta e elevou as mãos ao céu, agradecendo a Deus por esse momento ter chegado.

Quando ele entrou Isabella estava se secando com uma toalha, linda.

- Vou tomar um banho e saiu rápido. – Sussurrou para ela, abraçando-a.

- Quer comer algo?

Edward riu do duplo sentido, escorregando suas mãos até a bunda dela e apertando-a. A morena rolou os olhos empurrando-o.

- Foi você quem perguntou. – Ele se defendeu, fazendo-a rir.

- Estou falando de comida Edward.

- Estou com fome sim, mas acho que agüento.

- Seu safado! – Ela começou a se enrolar na toalha, mas ele a retirou de sua mão, levando a morena para dentro do boxe com ele.

- Vem cá, toma um banho comigo.

- Eu acabei de tomar banho. – Negou, beijando-o e saindo do boxe. – Amor teremos o resto da vida para isso.

- Ok... – Edward resmungou, apoiando a cabeça no azulejo – Eu nem queria mesmo.

Isabella arqueou as sobrancelhas e saiu do banheiro rindo. Trocou de roupa e saiu de seu quarto, dando uma passada rápida no quarto de seus filhos e descendo logo em seguida para a cozinha, onde começou a preparar algo leve para ela e para Edward.

Macarronada.

Edward reconheceu o cheiro do molho de Isabella assim que desceu as escadas.

- Acabei de descobrir que estava com mais fome que imaginava. – Torceu os lábios, sentando-se a mesa.

- Eu te conheço amor, sabia disso. – Ela riu, deixando o macarrão escorrer e indo sentar no colo dele. – Então, o que acha? Macarrão, um vinhozinho, uma musica romântica...

- E isso tudo resulta em nós dois fazendo amor. Perfeito. – O sorriso pervertido no rosto dele a fez rolar os olhos, mas acabou rindo.

- Sim, vamos fazer amor, se seus filhos deixarem, claro.

- Oh, eu já conversei com eles. – Piscou, alisando a cintura dela. – Expliquei que o papai e a mamãe só vão poder dar atenção a eles depois que brincarem um pouquinho.

- Certo, e o que eles disseram? – Isabella zombou, saindo do colo dele e voltando até a pia.

- Eles não disseram nada, mas são inteligentes o suficiente para saberem que existe uma hierarquia, e que os pais estão no topo dela.

- Hm, ok. Agora me ajude, arrume a mesa enquanto termino aqui.

- Acho que errei. – Coçou a nuca – Vocês mulheres que estão no topo da hierarquia, só sabem mandar...

- Vai logo amor, quanto mais demorarmos a comer, maior é a probabilidade dos nossos bebês acordarem e impedirem que tenhamos nossa primeira noite como marido e mulher.

- Ok marida.

Levantou-se beijando a nuca dela, logo em seguida tirou um vaso com frutas que ficava ali na pequena mesa de mármore da cozinha. Edward colocou dois pratos, talheres e taças ali, arrumando perfeitamente.

- Onde está indo? – A morena indagou ao vê-lo abrir a porta da cozinha, que dava acesso ao quintal.

- Curiosa. Espere ai, eu já volto.

Isabella deu de ombros, abrindo o seu armário e retirando dali o vinho que havia sido servido em seu casamento.

Edward voltou, sorridente. Pegou um copo com água e colocou a rosa vermelha que havia apanhado.

- Pronto, agora sim está perfeito.

- Não acredito que você cortou uma rosa da minha roseira. Edward!

Ele torceu os lábios.

- Poxa, fiz na maior boa intenção, sabe... Para dar um clima de romance. – Ergueu a mão e mostrou o polegar para ela. – Até fui perfurado por um espinho, e é isso que recebo... Uma patada por ter tirado UMA rosa, da sua roseira, que tem outras rosas, e que nascerão mais outras rosas...

- Own, não faz esse biquinho amor. – Isabella o abraçou, rindo em seu peito – Me desculpe, sua intenção foi linda. Vem cá, está tudo pronto.

Sentaram-se ali mesmo, a mesa da sala de estar era muito grande para eles dividi-la. Edward retirou seu celular do bolso e o ligou baixo, em uma musica romântica.

[N/A: Desculpem pela música meio ultrapassada, algumas podem não gostar, mas sorry, Bon Jovi é clássico e o nome da fic é o da música, assim como era de I’ll Be There For You, pois é, caah curte um rock! (: ]


[N/A²: A musica é muito grande por isso não vou por ela toda escrita aqui]

- Bon Jovi. – Ela comentou, rindo. – Muito antiga hein.

- Eu sei, mas me lembrava de você toda vez que ouvia. – Deu de ombros, um tanto envergonhado – Agora sim está tudo pronto, é melhor não arriscar muito colocando o aparelho de som, sabe como Thomas é...

This Romeo is bleeding
Este Romeu está sangrando
But you can't see his blood
Mas você não pode ver o seu sangue
It's nothing but some feelings
São apenas alguns sentimentos
That this old dog kicked up
Que este velho sujeito jogou fora

- Adora musica, acordaria em dois minutos. – Ela sorriu, passando a ele o saca-rolha. Edward abriu a garrafa de vinho tinto, servindo-a e se servindo.

- Hm, está com uma cara deliciosa. – Murmurou ele enquanto era servido por Bella.

- Que bom que gostou amor, faz um tempinho que não jantamos juntos. Quando não sou eu que não estou presente é você.

- Pois é, as coisas no escritório estão corridas. – Edward deu uma garfada, se deliciando com a comida de sua mulher – Anthony está afastado, o garoto faz falta lá.

- Ele tem jeito mesmo para ser advogado. – Sorriu, orgulhosa do filho.

- Sendo filho de quem é...

It's been raining since you left me
Tem chovido desde que você me deixou
Now I'm drowning in the flood
Agora estou me afogando no dilúvio
You see I've always been a fighter
Você sabe que sempre fui um lutador
But without you I give up
Mas sem você, eu desisto

- Seu metido! – Isabella o chutou por de baixo da mesa.

- Ai minha linda, assim você me machuca... – Resmungou, e acabou se lembrando de um hit que havia ouvido esses dias – ai se eu te pego, ai, ai se eu te pego.

- Edward, foco, coma.

- Ok, delicia.

A morena acabou rindo. Jantaram tranquilamente, Edward falava bobeiras fazendo-a rir mais e mais. Ele gostava de como os lábios dela se abriam e o som que ela emitia, do modo como a morena tombava a cabeça para o lado a rir, ou como mordia os lábios. Tudo nela o deixava mais apaixonado ainda.

Now I can't sing a love song
Agora não posso cantar uma canção de amor
Like the way it's meant to be
Agora não posso cantar uma canção de amor
Well I guess I'm not that good anymore
Como deve ser cantada. Bem, acho que não sou mais tão bom
But baby that's just me
Mas querida, sou apenas eu


- Deixe ai. – Abraçou a cintura dela. – Amanhã eu lavo, vem, vamos terminar de tomar essa garrafa de vinho ali na sala.

- Tudo bem.

Edward pegou as duas taças, o vinho e seu celular, que ainda tocava a mesma musica, já que ele havia colocado no repeat.

O Cullen sentou-se no tapete, puxando algumas almofadas e logo sua mulher estava entre suas pernas.

And I will love you baby always
E eu, te amarei, querida, sempre
And I'll be there forever and a day always
E estarei ao seu lado por toda a eternidade sempre
I'll be there till the stars don't shine
Eu estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar
Till the heavens burst and the words don't rhyme
Até os céus explodirem e as palavras não rimarem
And I know when I die you'll be on my mind
E sei que quando eu morrer, você estará no meu pensamento
And I'll love you always
E eu te amarei sempre

- É tão surreal ver que estamos aqui, casados, com 4 filhos, namorando no chão da sala, enquanto nossa nora está no hospital porque teremos um neto em breve. Um neto. Poxa, eu sempre imaginei que voltaria a te encontrar, mas nunca acreditei. E agora estamos aqui... – Mordeu a orelha dela, fazendo-a gemer baixinho. – Eu amo tanto você amor.

- Eu também te amo. – O pescoço de Bella girou, colaram seus lábios sorrindo um para o outro – Também não achei que fosse possível que ficássemos mais juntos.

A boca dele cobriu a dela com desejo. Edward foi virando seu corpo, até que a morena estivesse deitada no tapete, deixando-a sob ele. As mãos dela deslizaram pelas costas másculas de seu marido, fazendo-o gemer contra meus lábios.

- Que tal subirmos para nosso quarto, minha linda? Não quero consumar nosso casamento aqui, no chão.

- Eu não me importaria. – Ela deu de ombros – Seria com todo seu amor, não seria?

- Sem duvida.

- Então não importa o lugar.

Ele sorriu, levantou-se a pegando no colo.

What I'd give to run my fingers through your hair
O que eu não daria para passar meus dedos pelos seus cabelos
To touch your lips to hold you near
Tocar em seus lábios, abraçá-la apertado
When you say your prayers try to understand
Quando você disser suas preces, tente entender
I've made mistakes I'm just a man
que eu cometi erros, sou apenas um homem

- Deus... – Isabella gemeu, enquanto jogava a cabeça para trás, apreciando a caricia intima que seu marido lhe fazia entre as pernas. – Amor...

Já estavam na cama, onde Edward a acariciava e beijava toda parte do corpo dela, matando a saudade, reconhecendo o seu território.

- Shh princesa, estou com saudades do seu gosto.

- Eu não agüento mais. – Ela voltou a gemer, esfregando uma perna na outra. A mãos de Edward deixou seu clitóris e subiu até o seio direito e ainda inchado.

- Linda. – Sussurrou, beijando sua boca e sendo enlaçado pelas pernas torneadas dela. O contato fez ambos gemerem, já que estavam nus, naquelas caricias há 20 minutos, os dois já havia tido um orgasmo. – Tudo bem, vou te amar.

- Oh sim.

Edward se afastou para olhá-la nos olhos, como gostava de fazer. Aos poucos foi penetrando-a.

- Estou te machucando? – Indagou sem fôlego, sentindo-a latejar entorno dele. Isabella estava tão quente...

- Não amor, não... Vem.

Seus lábios se encontraram enquanto seus corpos começaram a se mover devagar. Gemidos, sussurros e grunhidos se espalharam pelo quarto. Como sempre foi perfeito, quente, delicioso e apaixonante.

Isabella desceu suas unhas desde o ombro dele até a base das costas, pedindo por mais.

A boca de Edward largou os lábios dela, passando pelo queixo, pescoço, alcançando seu busto e intercalando entre seus seios.

- Vem comigo, minha linda. Se entrega, vai.

O corpo da morena tremeu, suas mãos na base das costas do marido, forçando-o a vir mais fundo.

- Oh sim... Sim... Edward.

O êxtase dominou os dois, que explodiram em um orgasmo intenso. Os movimentos do quadril de Edward foram diminuindo gradativamente, até cessarem.

Ofegantes se beijaram. O Cullen se jogou para o lado e sorrindo puxou Isabella contra seu peito.

- Estava com tantas saudades. – Ele sussurrou, após ter se recuperado.

- Eu também amor.

Abraçaram-se e fecharam os olhos, mas antes que dormissem o telefone tocou.

- Alô? – Edward acendeu o abajur.

- Pai. – Era Anthony.

- Aconteceu algo filho?

Isabella se virou, olhando-o preocupada.

- Não, só para avisar que a cesariana de Katy foi marcada para amanhã, eu precisava compartilhar isso, estou tão feliz.

- Que ótima noticia filho. Parabéns.

- Obrigado. – O menino riu – Devo ter atrapalhado você a mamãe, não é?

- Estavamos quase dormindo. – Respondeu sorrindo e alisando o rosto da morena. – Você devia vir para casa e fazer isso, deve estar exausto.

- Não, quero ficar aqui com Katy, mas vou levar Jully daqui a pouco.

- Tudo bem, deixe o carro na rua ok? – Recomendou – Sua mãe está cansada e os bebês dormiram agora pouco.

- Pode deixar pai. Boa noite.

- Boa noite filho.

Isabella olhou para o marido apreensiva, que apenas sorriu.

- Amanhã nosso primeiro netinho nascerá.

- Ai meu Deus, temos que ir para o hospital!

Edward rolou os olhos desligando o abajur e se deitando ao lado dela.

- Não ouviu? Eu disse “Amanhã”! Precisa descansar meu amor, aqueles dois bebês dão trabalho.

- Mas amor...

- Mais nada, Bells, amanhã cedo prometo que vamos lá, e não iria adiantar de nada ir agora.

Ela torceu os lábios emburrada, virando-se para o outro lado e bufando.

- Mandão!

- Não creio que estamos tendo nossa primeira discussão. – Edward a abraçou – Amor é para o seu próprio bem, vai tira esse bico. Não estraga nossa noite.

- Ta bom... – Resmungou, virando-se. – Você está certo.

- Estou, agora vem cá... – Fez menção de beijá-la, mas ela virou o rosto – Amor, se não quer um beijinho fica séria, se quer um da uma disfarçadinha.

A morena socou o peito dele e escondeu o riso no travesseiro. Edward agarrou seu quadril, girando e deixando-a sobre ele. Beijaram-se devagar.

- Um dia eu não irei cair nessa de dar um beijinho, juro que vou ficar séria.

- Ok, me engana que eu gosto.

Foram interrompidos por dois choros agudos e diferentes.

- Isso sim é que são crianças obedientes. – Edward brincou, saltando da cama e procurando sua cueca, depois jogando a camisola de Bella para ela. – Fizeram o que o papai mandou.

- Devem estar com fome, pegue-os para mim.

- Eu já volto.

Edward foi ao quarto dos bebês, retirando os dois do berço.

- Soffy e Tom, dois chorões. – Os jogou sobre seu ombro devagar, o que fez os dois pararem de chorar e soltarem grunhidos baixinhos. Eles estavam gostando daquilo.

Quando retornou ao quarto a cama estava com os lençóis trocados e Isabella não estava ali. O chuveiro estava ligado e ele sabia que ela estava se lavando. Seria estranho dar os seios que Edward havia acabado de chupar para os pequenos.

O papai Cullen deitou-se na cama, entretendo os dois pequenos que balançavam os bracinhos e as perninhas.

- Se vocês tivessem dentes, eu daria muitos doces a vocês. – Confessou – Fizeram tudo como papai mandou, esperaram mamãe brincar um pouquinho com o playground do papai para depois acordarem.

- EDWARD PARE DE FALAR BESTEIRAS A ELES!

Thomas virou a cabeça resmungando, procurando pela mãe. Já Sophia... Bom, a menina estava entretida demais olhando o pai.

- Ai amor, você só me maltrata! – Ele resmungou, jogando-se ao lado da pequena Sophia. – Viu Soffy, sua mãe só sabe brigar com o papai.

A porta do banheiro se abriu, Isabella saiu de lá trajando apenas a parte debaixo de um baby-doll.

- Claro, tudo bem que eles não te entendem, mas é constrangedor!

- Constrangedor é você está sem nada encima. – Torceu os lábios bufando e olhando para a janela.

- Quer que eu dê mama para os dois como? – Ela riu, indo para a cama, sentando-se e puxando primeiro Thomas. O garoto sorriu, mostrando a gengiva rosada. A morena o acomodou em um de seus braços e Edward colocou Sophia no outro, que agarrou os seios da mãe tão rápido quanto seu irmão.

Edward sentou-se ao lado dela, abraçando-a sobre os ombros.

- É uma cena linda de se ver. – Comentou, beijando a testa dos três. – Papai vai cantar para vocês dois nanar ok?

Bella sorriu, sabia que os bebês adoravam aquilo, até ela gostava.

- Bon Jovi? – Ela o parou quando ele começou a cantar.

- Bells, está atrapalhando.

- Ok, me perdoe Sr Cantor.

Edward voltou a cantar baixinho, e não demorou para que Sophia e Thomas largassem os seios da mãe, adormecendo. O Cullen sorriu, piscando para Isabella e aproximando os lábios de seu ouvido.

- And I will love you baby always, and I'll be there forever and a day always, I'll be there till the stars don't shine. Till the heavens burst and the words don't rhyme, and I know when I die you'll be on my mind (E eu, te amarei, querida, sempre, E estarei ao seu lado por toda a eternidade sempre. Eu estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar, até os céus explodirem e as palavras não rimarem)

- Always? – Ela indagou, limpando suas lágrimas.

- Sim amor, porque um amor tão lindo como o nosso não acaba assim, de uma hora para outra. Se depender de mim, vai ser para sempre.

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