Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

18/12/2013

Deixe-me te amar - Capitulo 9

N/A: Não morri, ainda kkkk trago a vocês a att de DTA.
Feliz natal e ano novo a todas!

Capitulo 9

- Você não tinha esse direito!

Edward permaneceu sentado, olhando para July com Indiferença.

- Faça o que bem entender, fiz o melhor para a empresa.

- O melhor? Você não passa de um egoísta que destrói tudo o que te cerca. Primeiro Tia Isabella, agora a empresa... – Travou o maxilar, estreitando os olhos. – Liguei para Isabel, ela me contou que saiu da sua casa. Quer me contar o porquê?

Edward suspirou desviando os olhos.

- Isso não diz respeito a você.

- Claro que diz! Ela é minha irmãzinha. Pode ter certeza que sempre fui contra essa idéia de ela ficar com você. O que meus pais tinham na cabeça entregando-a a você.

Ele ergueu os olhos pensando no que responder, mas também não tinha a mínima idéia. Sabia que a garota era apaixonada por ele. Seria esse o motivo? Mas depois de tudo o que fez a Isabella? Emmett e Rosalie confiariam nele para cuidar da menina a esse ponto?

- Eu não sei o porquê, mas é a vontade dos seus pais, eles confiavam em mim e...

- E você fudeu a garotinha deles até cansar e a descartou, agora tornou a empresa um lixo por ter retirado as ações do mercado. Você ferrou sua vida medíocre e não está contente com isso e quer ferrar a nossa também.

Os olhos dele fixaram em uma foto que havia em sua mesa. Isabel e Anthony, não tinham nem nove anos, estavam sorridentes, descabelados e sujos.

Suspirou.

Podia ser um crápula, mas Deus foi bom com ele, deu-lhe um filho lindo, educado, saudável... E Também havia posto Isabel em seu caminho, apesar de ser muito duvidoso Deus mandar ela para ser amada por ele¸ já que era sua sobrinha, talvez... Talvez seja mais um castigo, sim um castigo. Uma mulher linda, que o fascinava, mas que não poderia jamais ser sua. Ele sabia que merecia esse castigo, sim, só podia ser essa a explicação. Estava pagando por todo sofrimento que havia feito Isabella e os outros passarem, como se a perca da morena já não fosse suficiente...

Um sorriso botou em seus lábios. Já havia feito tanta coisa errada, ter Isabel só para ele poderia ser o erro mais certo que faria.

-... Meu advogado estará entrando em contato.

Piscou, vendo July virar as costas e saiu da sala. Grunhiu! Aquela menina conseguia ser tão turrona e chata quanto à mãe. Ele teve que tirar as ações do mercado senão quando a bomba explodisse na mídia do tio pedofilo a empresa iria à falência.

Passou a mão por entre os cabelos.

Sua vida estava tão bem, agora dia após dia o caos só aumentava.

Suspirou balançando a cabeça. Deixaria para se lamentar depois, agora, focaria no trabalho.

POV Edward

Entrei em meu carro no mesmo instante meu celular começou a tocar, franzi a testa, me preocupando.

- George?

- Sr. Cullen. – O rapaz murmurou – O senhor pediu para que eu avisasse caso...

- Estou indo.

Fechei o celular, jogando-o no banco do lado. Suspirei, passando a mão pelos cabelos. Aquela menina ia me deixar caduco. Droga, o que ela tinha na cabeça levando um homem para seu apartamento? Pensou que eu não saberia?

Dirigi rápido, felizmente nossos prédios não eram tão longe da empresa.

Parei meu carro em frente ao meu prédio e abaixei o vidro, olhando para cima, para a janela do apartamento de Isabel.

Mas que droga eu tinha na cabeça? Eu não tinha o direito de ficar vigiando a vida dela!

Encostei minha cabeça no volante.

Estava tão confuso... Tão confuso como há anos atrás, quando descobri que amava Isabella, foi quase como está sendo agora, ela me deixou, me desprezou e só assim comecei a nota-la.

Eu não devia ficar assim. Não me devia sentir atraído por Isabel. Não devia vigiar sua vida. Não devia pagar para George espioná-la e me avisar quando algum rapaz entrasse em seu apartamento.

Desde o começo, quando mostrou seu interesse por mim, foi eu quem não a quis, foi eu quem negou ficar com ela... E como sempre eu ferrei com tudo de novo.

Sorri de lado, imaginando se Isabel não fosse minha sobrinha, como tudo seria diferente. Permiti-me imaginar nós dois juntos... Não podia negar, eu tinha uma grande atração por ela e não era por conta de sua semelhança com minha Isa. A garota era especial, carinhosa, agradável, linda e totalmente sexy.

Mas eu não podia... Não podia...

Abri a porta do meu carro, entregando a chave para o porteiro.

- Guarde para mim, por favor.

- Sim senhor.

Dei mais uma olhada para o prédio dela e rodei em meus calcanhares, entrando no meu. Peguei o elevador e subi para meu andar, entrei em meu apartamento e dessa vez não fui para a varanda, como tinha o costume de fazer, para vigiar a menina.

Ouvi Anthony me chamando quando entrei em meu quarto, mas não parei, entrei no banheiro, retirei minha roupa e entrei embaixo do chuveiro.

Eu estava cansado. Cansado de tudo. Cansado de todos. Cansado da minha vida. Cansado de ter que pagar por um maldito erro que fudeu toda minha vida.

Encostei a cabeça no azulejo, deixando a água quente cair por minhas costas, enquanto me permitia a chorar.

Minha decisão era clara: Não iria me deixar levar pelo desejo de ter a menina.

Mas por isso me incomodava tanto? Eu poderia ter várias, talvez, todas que eu quisesse. Ela só tem 19 anos... E eu 46.

Droga, mesmo se eu jogasse tudo para o ar, o que poderia dar a ela? A chance de se prender a um velho amargo?

Tirei a cabeça do azulejo e coloquei o rosto na água, sumindo com os vestígios de lágrimas. Lavei meus cabelos e meu corpo, saindo do chuveiro em seguida. Enrolei-me em uma toalha e fui para o quarto, encontrando Anthony sentado na minha cama.

- Oi. – Ele me olhou sério.

- Estava chorando?

Rolei os olhos.

- Eu? Chorando? Claro que não, foi o xampu!

Meu menino virou os olhos, como a mãe fazia antigamente, acabei rindo.

- Pai, está na hora de termos aquela conversa que vem evitando.

Suspirei, indo até o closet.

- Pensei que já sabia tudo sobre sexo.

- Pai! – Ele acabou rindo. Voltei para o quarto me deitando na cama, com ele sentado aos meus pés – Estou falando de Isa.

Suspirei.

- O que quer falar?

- Eu, como seu filho, não gosto de ver você assim. – Virou-se na cama, sentando agora com os pés na cama e de frente para mim – Sabe que eu vou te apoiar sempre, não é? Em todas suas decisões. – Ele me olhou, esperando por resposta, eu apenas assenti. Onde ele queria chegar?! – Você me contou tudo o que fez a mamãe, e eu não te odeio por isso, você mudou, é um cara legal, olha só como me criou sozinho. – Sorriu – Eu quero ver você feliz pai, mesmo que seja por maneiras que muitos não aprovaram. – Mordeu os lábios – Eu sei o que aconteceu entre você e Isabel, sei que ela gosta de você desde pequena, sei que vocês estavam juntos e por algum motivo que ela não quis me dizer brigaram, mas para de se preocupar por ela ser sua sobrinha, muitos vão achar nojento, escroto. Mas se suas intenções com ela são verdadeiras porque não arriscar? Porque não ser feliz e fazê-la feliz? Posso te garantir, ela é louca por você... – Resmungou, rindo em seguida – Ela tem uma coleção de fotos sua, recortes de revistas e cartinhas que fazia para te entregar quando era menor, sempre fomos muito amigos, eu sei de tudo, sempre soube, só não quis me intrometer.

- Porque está se intrometendo agora? – Me sentei, surpreso com tudo aquilo que ele falava.

- Porque você não está sendo mais você. Cadê meu pai que não se importa com os outros? Sempre admirei muito disso em você, pode ser que você não acredite, mas é meu maior herói, passado é passado pai, vamos lá, se você baixar a cabeça e se distanciar do que te faz bem, vai perder a chance de ser feliz. Temos tão pouco tempo...

Meu coração se apertou ao vê-lo com os olhos vermelhos.

- Não sei Thony, envolve tanta coisa... A empresa, seus avós, tios... E Isabel... Ela não me merece, merece um cara da idade dela, como você mesmo disse, mas em outras palavras, estou ficando velho, ela é tão nova, jovem e linda. – Suspirei – Não me importo com o que vão pensar em relação à eu e ela, mas... O que posso lhe oferecer?

Meu filho deu de ombros.

- Não sei pai, isso é com você agora, só quero mesmo que saiba que independente da sua escolha sempre vou estar ao seu lado.

Ele inclinou-se, beijando minha testa e saindo do quarto em seguida.

Enfiei meu rosto no travesseiro, sorrindo. As palavras dele tiraram o peso de mim, a pessoa que eu mais amava me apoiaria em qualquer decisão minha.

Meu celular tocou e eu suspirei, pegando o aparelho.

- Alô?

- Sr. Cullen, sou eu de novo, George. – Me sentei na cama, curioso.

- Então?

- Mais um rapaz passou por aqui em direção ao apartamento da senhorita Swan acomp...

- Mas que droga! – O interrompi – O que essa garota tem na cabeça?!

Desliguei o celular, jogando minhas pernas para fora da cama. Grunhi. Dois rapazes?! O que ela estava fazendo? Só podia querer me deixar careca!

Decidido sai do meu quarto só de bermuda e chinelo.

- Onde vai? – Anthony indagou quando me viu atravessar a sala.

- Dar um jeito em Isabel.

O vi sorrir, mas antes que falasse algo sai de nosso apartamento, só quando fui atravessar a rua que notei que estava descalço, olhei para meu prédio e para o de Isabel, me perguntando se devia voltar e vestir uma camisa e chinelos, mas eu não podia perder tempo, não podia deixar Isabel com sei lá quem estava. Decidido entrei no Hall, pegando o elevador, as portas se fecharam quando George acenou para mim. Me encostei na parede de aço, esperando chegar no andar de Isabel.

Assim que as portas se abriram rumei em direção a sua porta, travando quando cheguei ali.

Droga, o que eu estava fazendo?

Virei para ir embora, mas me voltei novamente para a porta.

Que se dane tudo.

POV Isabel

Ri, vendo Ben provocar Ang. Eles realmente formavam um belo casal.

- Sabe Bella, eu estava pensando aqui, poderíamos sair, sei lá ir ao cinema, o que acha?

Suspirei olhando para o loiro. Apesar dele ser filho de James, que fez tudo o que fez com tia Isabella e insinuou que queria o mesmo de mim, ele não tinha nada do pai, pelo contrário, era atencioso, brincalhão e super educado.

Dei uma rápida avaliada nele. Já estava na hora de eu desencanar do Tio Edward, então.

- Eu acho que po...

Parei de falar quando a campainha tocou.

- Quem será? – Ang indagou.

- Deve ser Thony, porque se fosse outra pessoa a recepção me avisaria.

- Anthony? Seu primo gato? – Foi a vez dela de provocar o namorado, que fechou a cara e resmungou baixinho.

Ri, me levantei vendo Joey murchar e me senti chateada por magoa-lo. Fui até a porta e a abri, arregalando os olhos em seguida.

- O que...

Antes que eu terminasse de formular minha pergunta seu corpo estava prensando o meu contra a parede do pequeno corredor que dava acesso a minha sala.

Não soube o que fazer por alguns segundos, até que a realidade me atingiu e eu tentei empurra-lo, o que foi em vão já que meu tio era bem mais forte que eu.

Acabei resmungando quando minhas mãos espalmaram seu peito, já cansadas de empurra-lo. Ele estava sem camisa. SEM CAMISA. Deixei meus dedos correrem por seu tórax e o gemido que soltou fez com que eu também gemesse, o que foi a deixa para que a língua dele invadisse minha boca, derrubando qualquer persistência minha em afasta-lo.

Sem resistir, retribui ao beijo, agarrando-me a ele e prendendo meus dedos em seus cabelos.

- Huh.

Alguém pigarreou. Me afastei de Edward que me olhou confuso e em seguida olhou para meus colegas, que nos encaravam boquiabertos.

- Edward! – O afastei.

Ele franziu a testa, ainda olhando para meus amigos, sorriu sem graça, coçando a nuca.

- Vou matar George. – Resmungou.

- O que está fazendo aqui? Por                que vai matar George?

Indaguei, enfiando meu dedo em seu peito. Ele me olhou, um tanto envergonhado.

- Pensei que tinha rapazes aqui, tipo, só rapazes. – Mordeu os lábios. – Podemos conversar?

Olhei para meus amigos, Ang piscou sorrindo, fechou o livro que estava em seu colo e se levantou.

- Bom meninos, vamos tomar um suco na lanchonete do outro lado da rua.

Ben obedeceu rapidamente, já Joey se levantou meio a contragosto, o que fez Edward cruzar os braços e encara-lo com sua melhor cara de mau.

Saimos do corredor para que eles saíssem, antes de fechar a porta o loiro me olhou.

- Qualquer coisa me liga Isa. – Piscou.

A porta foi fechada e Edward grunhiu.

- Qualquer coisa me ligue Isa. – Imitou a voz de Joey, irritado. – Esse garoto... Não gosto dele, está querendo algo com você! O que ele pensa que vou fazer com você? Te bater? Urgh! Aquele desbocado merece uns bons tapas para...

- Edward! – O interrompi, fazendo-o me encarrar – Quem você pensa que é? O que tem na cabeça pra entrar aqui assim, me beijando e insultando meus amigos?!

- Precisamos conversar.

- Sim, precisamos mesmo.

- Ok, mas depois... – Se aproximou, enlaçando minha cintura – O que você precisa saber agora é que estou disposto a tentar, se você me perdoar e prometer esquecer todos os meus erros do passado. Não tem como eu mudar eles, senão já teria feito isso, mas hoje sou um novo homem, um cara que está cansado de sofrer, que só quer ter a chance de ser feliz, mesmo que seja da forma errada.

E novamente, antes que eu esboçasse alguma reação seus lábios já estavam sobre o meu.

[...]

Permaneci quieta, permitindo que meus dedos corressem pelos cabelos lisos do meu tio. Fechei os olhos, satisfeita com nosso momento anterior. Ele havia me levado ao clímax duas vezes. Soltei um suspiro, o que chamou sua atenção, já que senti seu corpo movendo sobre mim.

Abri os olhos, encarando o rosto dele que há poucos minutos estava pousada entre meus seios.

- Arrependida? – Indagou, olhando-me receoso.

Mordi os lábios, desviando os olhos.

- Eu devia, mas infelizmente não estou.

Ele deu um meio sorriso e depositou um beijo no vale dos meus seios antes de apoiar-se nos braços e alcançar minha boca.

- Me desculpa por aquele dia na festa. – Murmurou contra meus lábios. – Eu fui um idiota.

- Você ainda continua sendo um idiota. – Resmunguei, fazendo-o rir – Tudo bem, eu te desculpo.

Seus olhos verdes me olharam com atenção.

- Quanto ao que eu te disse quando cheguei, é tudo verdade. Quero mesmo tentar, mas vai ser difícil, você sabe, as pessoas, nossa família...

Dei de ombros.

- As únicas pessoas com quem eu realmente me importava não estão mais aqui, e sei que de onde estiverem só desejam minha felicidade, então... – Mordi os lábios – Podemos tentar.

- Eu prometo me esforçar ao máximo. – Meu tio beijou minha testa, girando na cama e levando meu corpo para cima do dele. – Vou logo deixar claro que te desejo muito e o que sinto por você não é são atração, tem algo amais, mas que não sei explicar ainda se é amor. – Pousei meu queixo em seu peito, ouvindo atenta a tudo que ele falava. Edward parecia não saber lhe dar com as palavras. – Eu sei que não vai ser difícil te amar, mas nunca conseguirei esquecer Isabella. – Alisou minhas costas.

- Eu não te pediria isso. Nunca. – Tirei meus cabelos do rosto e me joguei para o lado, aconchegando-me em seus braços. – Tia Isabella é a principal responsável por você ter mudado e sei que o que você sente por ela nunca vai se apagar, mas se um dia puder me amar ao menos um terço do que a ama eu sei que serei uma mulher muito feliz.

- Obrigado por me entender. – Me apertou contra seu corpo másculo – O que sinto por ela, não tem explicação, mas não é algo carnal, eu não a desejo mais como antes, é um misto de arrependimento, devoção, você não entenderia... Só posso lhe afirmar que não é mais paixão.

Sorri, apoiando minha mão em seu peito.

- Eu não estou sonhando, né?

Ele negou.

- Não pequena.

Ri, abraçando-o com força.

- Oh meu Deus, eu sempre sonhei com isso.

Edward sentou-se, puxando-me para seu colo.

- Eu vou fazer isso dar certo, mas se uma hora você quiser cair fora, é só me dizer, está bem? – Rolei os olhos, encostando meus lábios nos dele.

- Ok. – Respondi, sabendo que brigaríamos se eu respondesse que não. Beijei-o novamente e me afastei, saindo da minha cama e colocando minha calcinha – Precisamos nos vestir, logo meus amigos estão de voltar.

Ele permaneceu na cama, agora acompanhando cada movimento meu.

- Vou para o inferno.

- Sim, nós vamos. – Pulei em uma perna só enquanto colocava meu short.

- Sua irmã esteve na empresa hoje. – Edward se levantou, começando a se vestir também.

- Eu sei, ela esteve aqui antes. – Resmunguei, lembrando de July. – Ela me contou o que houve.

- Está chateada? – Puxou a bermuda para cima, cobrindo sua cueca boxe – Eu fiz isso porque já estava em mente vir atrás de você, e com a empresa assim, em ações, seria nosso fim. Tenho muito dinheiro em uma conta, pode ter certeza que você não passara nenhuma necessidade, muito menos sua irmã. Só preciso de um tempo para pagar algumas multas e etc. – Deu de ombros – Depois investirei e garanto que a qualidade da empresa supera todo o preconceito quando souberem de nós.

- Você realmente quer levar isso a todos? – Indaguei, prendendo meu cabelo em um rabo de cavalo.

- Porque não? Nunca medi esforços para ter o que eu queria, não vai ser diferente dessa vez. Se você está disposta a tentar e Anthony nos apóia, nada vai me impedir.

Acabei sorrindo para ele.

Edward tinha sim seus defeitos, além de ser meu tio e padrinho. Mas o que eu sentia por ele era algo tão forte e de anos atrás, como ele, não me importaria com a opinião alheia. Alguns enxergariam isso como algo nojento, eu não conseguia ver assim, talvez fosse meu amor por ele que me impedia de ter noção do quão estranho nossa relação podia ser.


- Depois que seus amigos forem embora, arrume sua mala que eu a ajudarei levar suas coisas para nosso apartamento de novo.

Um comentário:

Gabrielly disse...

Cap ótimo caah, *me leva pra o seu AP tbm Edi*
bjs

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