Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

22/03/2013

Deixe-me Te Amar - Capitulo 8

N/A: Demorei mas voltei :) Relaxem meninas, não vou abandonar fanfics, apenas estou sem tempo para escrever, sei que isso vai me fazer perder muiiiiiitaaas leitoras, mas é uma coisa que não tenho como evitar :( Bom, prometo - tentar - voltar o mais rapido possivel com She Will Be Loved :D


Capitulo 8

Assim que deixei o carro na vaga, a garota abriu a porta, saindo do carro. Tranquei tudo e a segui, conseguindo chegar a tempo de pegar o mesmo elevador que ela.

Não falei nada, apenas a observei ficar encostada no canto do elevador, com um olhar vago.

- O que ele disse... – Levantou o rosto para me olhar – É verdade?

Respirei fundo, colocando a mão no bolso de minha calça e desviando os olhos dos dela. Chegamos ao nosso andar, ela bufou, saindo do elevador e indo em direção ao apartamento. Cocei minha nuca, vendo-a abrir a porta com as chaves que eu havia lhe dado.

- Isabel, olha... – Entrei atrás dela, fechando a porta. – Por favor, deixa eu explicar.

Ela parou na escada, virando-se para me olhar.

- Explicar o que? Que você é um monstro?! Que você deixou aquele cara nojento estupra a minha tia?! – Soluçou alto. – Que nojo!

- Ei por favor, não faça isso, olha, eu sei que... Que foi errado, mas eu não sou mais aquele Edward, está bem? Todos os dias me arrependo pelo que fiz a ela, mas não é como se eu pudesse voltar atrás e mudar o que fiz, entende?

- Anthony sabe?

- Isabel...

- Eu perguntei se Anthony sabe!

Neguei com a cabeça.

Isabel me deu as costas, subindo o resto das escadas. Me joguei no sofá, ouvindo o estrondo da porta de seu quarto se fechando.

Passei a mão por meus cabelos, sentindo raiva de mim, raiva de James, raiva de Isabel. Porque a garota não podia simplesmente entender que aquele foi meu passado?!

Puxei  a garrafa de whisky que estava sobre a mesinha de centro, enchendo um copo com a bebida e a entornando.

Foda-se! Como ela mesmo disse, desde quando eu me importava com o que pensavam de mim? Ela que pensasse o que fosse, eu estava pouco me lixando, não ia correr atrás dela para dar explicações de minha vida, ela nem era nada minha!

Bebi toda garrafa de Whisky e quando terminei peguei a de vodka, bebendo-a rapidamente. Algum tempo depois me levantei, sentindo tudo girar.

Aquela menina não tinha nada que se meter em minha vida. Eu já sofria o suficiente para ter alguém apontando em minha cara meus erros.

Subi as escadas, parando enfrente a porta do quarto dela. Ouvi seu choro baixo e girei a maçaneta.

- Isabel... – Coloquei o pescoço para dentro, vendo-a na cama.

-  Sai daqui! – Ordenou, sentando-se na cama.

- Pelo que me lembre essa casa ainda é minha! – Me aproximei mais, vendo-a virar o rosto – Quer saber? Está com nojo de mim?! É melhor assim, pelo menos podemos acabar logo com toda essa merda!

- Acha mesmo que eu ia continuar a ter algo com você depois do que ouvi? – Riu irônica, limpando o rosto – Não! SOU EU quem não quer mais, não quero correr o risco de um dia ser OBRIGADA a me deitar com alguém que EU não queira.

- Pare com isso! – Passei a mão por meus cabelos, me virando e socando a porta. – Porra! Foda-se você! Foda-se James! Foda-se Isabella! Sua garota estúpida e infantil! O que eu fiz ou deixei de fazer problema é MEU, você não é nada minha, não devo satisfações a você do que fiz ou deixei de fazer. – Me aproximei mais da cama, fazendo-a recuar, amedrontada – Se você queria a resposta, sim, eu deixei James comer Isabella, todas as noites eu sonho com ela me implorando ajuda, acha que isso já não é o suficiente para me castigar? Não preciso do seu nojo e desprezo, sabe porque? Porque é ela quem significa algo para mim, era ela que eu queria que estivesse aqui, é ela que eu amo... Quanto a você... – Voltei a me afastar, dando-lhe as costas, sem querer ver seu rosto – Não me importo com nada que venha de você.

Sai de seu quarto.

- ÓTIMO, PORQUE NÃO QUERO ALGUÉM PELA METADE! – A ouvi gritar lá de dentro – VOU ACHAR ALGUÉM QUE REALMENTE ME QUEIRA, QUE GOSTE DE MIM, NÃO PRECISO DE VOCÊ EDWARD!

Entrei no meu quarto, indo até o banheiro vomitar.

Inferno!

Tomei um banho gelado, me jogando em minha cama em seguida. Eu precisava dormir, precisava esquecer o dia de hoje, esquecer Isabel, esquecer James...

Abri meus olhos, mas os fechei rapidamente pelos raios fortes do sol que entravam pela janela.

– Droga...

Tentei girar na cama, mas travei quando bati em algo. Abri os olhos devagar e os arregalei em seguida.

– O que...

A garota loira resmungou baixinho, abraçando-me. Fiquei a olhando por alguns segundos. Isabel alisou meu tórax me arrepiando e abriu os olhos devagar.

– Bom dia. – Sorriu coçando os olhos. – Acordou cedo, Anne está chorando?

– Anne?

Ela arqueou as sobrancelhas, apoiando sua cabeça na mão e me olhando desconfiada.

– O que aconteceu com você amor?

– Amor?

Isabel rolou os olhos e inclinou-se beijando meus lábios, deixando-me sem reação.

– Qual seu problema hoje hein? – Riu, alisando meus cabelos. – Já volto, nossa menina deve estar acordada.

Tentei falar com ela, mas não consegui. Eu movia meus lábios, mas nenhum som saia. Levantei-me e a segui. Isabel estava linda em uma camisola curta.

Franzi a testa quando paramos enfrente a uma porta com detalhes rosa, era meu apartamento, mas pelo que me lembre não havia aquela porta...

A loira abriu a porta, sorrindo e me puxando pela mão.

– Oi querida.

Senti minha barriga se contorcer e um arrepio subir por minha coluna quando olhei dentro do berço. Uma garotinha fofa, de aproximadamente 6 meses, estava ali, sorrindo e movendo as perninhas enquanto grunhia. Ela era branquinha, com poucos cabelos ralos e loirinhos arrepiadinhos no topo da cabeça, e seus olhos era de um verde intenso. O quarto estava iluminado, permitindo que eu notasse quão linda ela era.

– Hei, não faça bico. – Isabel a advertiu atrás de mim rindo e abraçando-me pela cintura, quando a pequena fez um lindo biquinho, esticando as mãozinhas para mim. – Seu pai está estranho hoje pequena.

O QUÊ?! PAI? EU?

Virei-me para encarar a loira, mas a mesma já não estava ali. Voltei a olhar para o berço e percebi que a linda garotinha também não estava ali.

Me sentei ofegante. Droga, esse maldito sonho de novo.

Olhei no relógio notando que ainda era madrugada, me levantei devagar, sentindo minha cabeça doer. Eu não devia ter bebido tanto.

Acordei no outro dia com uma puta dor de cabeça. Fiquei rolando por minha cama, decidindo se era melhor eu ficar ali mofando o resto de minha vida ou me levantar e ir trabalhar.

- Pai? – A porta do quarto foi aberta.

- O que? – Tirei o rosto do travesseiro, encarando-o.

- Não vai trabalhar?

Voltei a enterrar o rosto no travesseiro.

- E o que te importa?

- Alguém não está muito bem humorado hoje. – Senti a cama afundar e ele tocar minhas costas – O que houve ontem hein? Isabel não apareceu na festa, aquelas garrafas vazias e agora nenhum dos dois quer sair do quarto.

- Me deixa em paz, filho. – Fechei os olhos – Por favor.

- Tudo bem, vou lá tentar tirar Isa da cama.

Beijou minha cabeça, saindo do quarto em seguida.

Uma hora depois meu celular começou a tocar, era Suzzy me lembrando de uma importante reunião que teria hoje com alguns acionistas.

- Que horas?

- Daqui duas horas Sr. Cullen.

- Estarei ai Suzzy, obrigado.

Me sentei devagar, passando a mão por meus cabelos. Ainda não se passava das 8:00hrs.

Fui para meu banheiro, tomando um banho demorado, tentando amenizar a dor de cabeça. Escolhi um terno preto, vestindo uma camisa azul por baixo. Tentei colocar a gravata, mas impaciente a joguei de volta no closet. Sai do meu quarto, parando de frente para o de Isabel.

Ela teria ido a faculdade?? Ou estava em casa?

Mordi os lábios lutando contra a vontade de abrir a porta e olhá-la.

Dei meia volta, descendo as escadas, procurando minhas chaves e saindo de casa. Entrei no elevador, uma vizinha loira e alta que sempre me secava estava ali, me olhando com cara de safada.

Selecionei o estacionamento, me encostando no canto e fitando meu relógio. As portas se abriram e eu sai aliviado. Entrei no meu carro, ligando-o e saindo do prédio.

Cheguei a sala de reuniões 10 minutos antes, abri meu notebook, organizando os dados que eu precisaria ou não. Entre meus e-mails havia um de uma rede social que dizia: Isabel Swan deseja ser sua amiga.

Suspirei, acessando o site e logando na conta que eu não acessava a meses, Anthony havia criado aquilo para mim. Isabel havia me mandando o convite a 4 dias atrás, acabei sorrindo para sua linda foto de perfil. Rolei a página, franzindo a testa para suas ultimas atualizações.

“Isabel alterou seu status para: Um relacionamento enrolado” – 3 dias atrás.

Logo acima atinha algumas postagens engraçadas, frases de amor, mas o que me chocou foi ler o que ela escreveu no mesmo dia que alterou seu status de relacionamento.

“Estou muito feliz, acho que esperei muito tempo, mas tudo vai dar certo (yn)”

Era óbvio que se referia a mim. Gemi internamente, a menina havia criado muita expectativa em mim.

Suas últimas postagens haviam sido:

“Talvez nem fosse mesmo para ser” – 7 Horas atrás.
“Bola pra frente”

“Isabel alterou seu status de um relacionamento enrolado para solteira”

E logo abaixo de sua atualização de status havia vários comentários

* ~ Relaxa gata, logo c encontra outro cara legal, esse otário ai não deve ser bom o suficiente pra vsê, se quiser, to disponível (; me liga se tiver afim de sair ~*

* ~ Ixi amiga, que triste hein, mas fica calma, o que mais tem nesse mundo é homem! ;P ~

- Sr Cullen? Os acionistas chegaram...


Qual é Isabel é quase uma criança, como seu tutor tenho que protegê-la.

- Ok Suzzy, peça para eles entrarem. – Fechei meu notebook, esfregando um rosto.

Ver aqueles moleques darem encima dela havia me deixado irritado, muito, muito irritado.

[...]

A semana se passou lentamente. Quase não vi Isabel, não por falta de tempo, mas sim pelo fato dela não sair do quarto quando eu estava em casa. Nossa convivência estava quase insuportável.

O pior foi essa manhã, quando ela me abordou no café da manhã enquanto Anthony não havia acordado ainda.

- Tipo, se mudar. – Rolou os olhos impaciente. – Sabe? Eu juntar minhas coisas e ir para outro lugar,

- Eu sei o que é, mas... – Pigarreei. – Você não precisa fazer isso, quero dizer, sabe, morar sozinha.

- Vai ser melhor. – Deu de ombros, desviando os olhos e cruzando os braços.

- Isabel, por favor, vamos ser maduros. Podemos resolver todo esse mau entendido e você fica aqui.

- Mau entendido? – Riu, levantando-se. – Eu já tomei minha decisão, liguei para meu advogado e ele disse que apesar de você ser meu tutor, sendo que tenho quase 19 anos, já posso morar sozinha.

- É perigoso demais. – Resmunguei.

- Eu não estou pedindo. – Saiu da cozinha, me deixando sozinho.

Mudar. Isabel queria se mudar. Apesar de ser o melhor, aquilo não me deixou nada feliz.

Mas se ela queria o que eu ia fazer? Obriga-la a ficar?! Obvio que não.

Ela se mudaria sim, mas seria da minha maneira.

Quando cheguei ao escritório pedi para que Suzzy ligasse para o prédio enfrente ao meu, ali seria perfeito para Isabel, afinal, eu poderia supervisiona-la da minha janela se encontrasse um flat estratégico.

- Só isso Sr. Cullen?

- Sim Suzzy, obrigado. – Sorri para ela, voltando a fitar meu computador.

Tinha milhares de coisas para fazer, só que não conseguia me concentrar em nada. Afrouxei minha gravata, ligando para Anthony.

- Oi pai! O que aconteceu? Espera um minuto, vou sair da sala.

Esperei alguns segundos e logo ele voltou na linha.

- Me desculpa atrapalhar você em horário de aula, só queria um favor.

- Sem problemas, me diz ai, o que o senhor quer?

Passei a mão por meus cabelos.

- Quando chegar em casa com Isabel ajude ela com suas malas.

- Ela vai viajar?

- Não, vai se mudar.

- Mas porque? – Resmungou.

Mordi os lábios, eu nunca contaria a ele o motivo.

- Coisas de adolescentes que querem liberdade, sabe como é... – Cocei minha cabeça – Arrumei um flat para ela no prédio de frente para o nosso, dê o nome dela na recepção e peguem a chave, Suzzy está preparando tudo.

- Ta certo pai, deixe comigo. Agora preciso voltar a aula, tchau.

- Tchau filho, boa aula, amo você.

- Eu também pai.

Desliguei o telefone e voltei a focar meu computador, obrigando-me a trabalhar e quando finalmente consegui me concentrar, o tempo passou voando, quando menos vi já estava no fim do expediente e só percebi isso quando Suzzy entrou em minha sala, dizendo que já estava indo.

Quando cheguei em casa já se passava das 20:00.

- Anthony? Isabel? – Chamei, mas não houve resposta. Me sentei no sofá, concluindo, que ela já devia ter ido.

POV Isabel

- Isa, você sabe que qualquer coisa, pode ligar no meu celular, certo?

Anthony se levantou, sorrindo para mim.

- Se eu precisar te ligarei. – Rolei os olhos – Não é como se eu estivesse morando do outro lado da cidade, são poucos metros.

Ele passou a mão na nuca, rindo igual ao pai, o que me fez suspirar.

- Só estou preocupada com minha priminha, está bem?

- Tudo bem, agora acho melhor você ir. – Cruzei os braços – Preciso arrumar minhas coisas.

- Ótimo, é isso que ganho sendo legal por trazer suas malas. – Resmungou.

Ri, indo até ele e o abraçando. Meu primo me abraçou apertado, beijando minha cabeça.

- Obrigada.

- Não vai me contar mesmo o que aconteceu?

Neguei, me afastando dele e dando-lhe as costas.

- Certo, não vou insistir, vou indo.

Ele saiu do apartamento e eu caminhei até a porta, trancando-a e indo até o sofá. Passei a mão por meus cabelos. O flat era pequeno, mas lindo.

Me aproximei da janela, abrindo-a e olhando para o prédio a frente, encontrando Edward na sacada de seu apartamento, debruçado, me olhando enquanto sorvia a bebida que tinha em seu copo.

Suspirei, puxando as cortinas e voltando para dentro.

POV Edward

- Pai?

- Aqui na sacada.  – Entornei meu uísque, sem deixar de olhar para a cortina da janela de Isabel. Olhei para baixo, perguntando a mim mesmo se eu morreria se me jogasse dali, ok, provavelmente eu morreria.

Anthony se debruçou ao meu lado, olhando para o movimento na rua.

- Você sabe que é só atravessar a rua e pedir para ela voltar, certo?

Me virei para ele, surpreso.

- Como?

Ele rolou os olhos e voltou a ficar ereto, passando a mão pelos cabelos.

- Você entendeu pai, agora vou para meu quarto, preciso terminar um trabalho.

Antes que eu falasse mais alguma coisa meu filho saiu dali, me deixando sozinho.

Ele sabia? Era tão obvio assim?! Não, devia apenas estar pensando que estou preocupado com Isabel.

[...]

Os primeiros dias se arrastaram. Eu ia de casa para o trabalho, do trabalho para casa, espiando o apartamento da garota de minha sacada.

Isso é doentio, eu sei, mas não me agradava muito a hipótese dela – agora que está morando sozinha – levar algum garoto para lá. Obvio que eu já havia comprado a recepcionista e qualquer um que subisse para o quarto da garota eu seria informado.

Suspirei, enfrente ao espelho enquanto dobrava a manga de minha camisa.

- Pai, vou indo na frente, Isa vai comigo – Anthony entrou no quarto, sorrindo. – E ainda tenho que pegar Katy.

- Tudo bem filho.

Ele saiu do quarto e eu gemi involuntariamente, seria uma boa ideia mesmo eu ir? Obvio que eu não poderia ter rejeitado o pedido de minha mãe, era o jantar de aniversário dela – que ficou muito feliz quando contei que Isabel já não estava mais morando comigo.

Passei a mão por meus cabelos e fui até a cama, pegando meu celular e discando o numero de Samantha, a morena não demorou em atender.

- Edward? Já estou pronta.

- Ótimo, já estou saindo de casa, passo ai em menos de 10 minutos.

Desliguei o celular e peguei meu blazer. Alice tinha me dado a ideia de ir acompanhado de uma amiga dela no qual me envolvi a alguns anos atrás, mas não sei se foi inteligente da minha parte ter aceitado aquilo. Isabel estaria lá e querendo ou não eu sabia que ela ainda nutria sentimentos por mim, a garota iria sofrer quando me visse com outra, mas talvez... talvez fosse melhor, assim ela me tiraria da cabeça, isso se já não tivesse tirado.

Não demorei a chegar ao hotel de Samantha. A conheci através de Alice, há 3 anos atrás e saímos algumas vezes, mas ela se mudou para cursar jornalismo e acabei não querendo estender essa relação, afinal, eu estava com ela apenas por que era uma boa companhia, tinha assuntos inteligente e sempre estava disposta a estar comigo.

- Olá. – Sorri para ela, abrindo a porta e dando espaço para que ela entrasse.

- Edward.

Dei a volta no carro e entrei, virando-me para olha-la.

- E então, como está?

- Bem. – Ela sorriu e eu liguei o carro. – O que anda fazendo?

- Trabalhando, trabalhando, trabalhando.

- Como sempre. – Riu e eu acabei rindo junto. Havia me esquecido como ela era engraçada – Anthony?

- Fazendo faculdade, dormindo fora, chegando muito tarde, namorando... Sabe, coisas de garotos.

- E isso está te deixando de cabelos brancos. – Ergueu sua mão, tocando meus cabelos.

- Mais ou menos. – Dei um sorriso torto, movendo minha cabeça de maneira que sua mão deixasse meus cabelos.

Não demorou para que chegássemos na casa de minha mãe. Deixei no carro enfrente a grande residência e saltei do carro, abrindo a porta para ela sair.

- Parece que o Sr e a Sra Cullen resolveram badalar o bairro.

- Pois é. – Passei a mão por minha nuca, olhando em direção casa onde havia uma grande movimentação. Não estava tendo uma festa, mas sim um jantar, um jantar com muitas pessoas. – Vamos entrar.

A guiei até o portão, os seguranças dos meus pais os abriu assim que me viu.

Atravessamos o jardim todo decorado e adentramos na sala de estar. Minha mãe sorriu ao me ver e sorriu mais ainda enquanto se aproximava.

- Querido! – Me abraçou, afastando-se e dirigindo-se a Samantha. – Querida, quanto tempo.

- Olá Esme.

- Filho. – Carlisle se aproximou, tocando meu ombro e em seguida sorriu para minha “companheira” – Querida, quanto tempo.

- Sim, muito Carlisle.

- Está ótima, linda. – Piscou, fazendo-a corar.

- Carl!

- Está linda, mas não tanto quanto Esme. – Tratou em corrigir.

- Parem de atormentar minha amiga! – Alice se aproximou, evitando me olhar.

Suspirei, deixando meus olhos correrem pela sala. Algumas pessoas conversavam alegremente, em pequenos grupos. A maioria eram velhos, amigos de papai e mamãe.

Parei em um ponto da sala onde Anthony estava abraçado com Katy e eles conversavam com Isabel...

Look Isabel *Imagem ela loira ok? ;)*

Mordi os lábios devagar, apreciando a visão.

A garota estava linda dentro de um vestido vermelho, justo, que deixava todas suas curvas a mostra.

Passei a mão por meu cabelo, vendo-a olhar em minha direção e franzir a testa. Segui seu olhar e rapidamente notei que fitava minha outra mão na base das costas de Samantha. Resmunguei baixinho retirando minha mão e colocando-a no bolso.

Isabel virou-se de costas para mim, o que me fez ficar mais fixado nela, mais especificamente em sua bunda.

- Edward! – Senti um leve cutucão e olhei para minha mãe, que intercalava olhares entre Isabel e eu.

- Sim?!

- Pare com isso. – Sussurrou.

- Isso o que?

Ela me olhou incrédula e eu entendi. Eu estava olhando demais para Isabel.

Desviei os olhos de mamãe para voltar a olhar Isabel, mas a garota já não estava mais lá. Esfreguei meu rosto, murmurando que iria pegar algo para beber. Andei um pouco e logo avistei um garçom, puxei uma taça de sua bandeja, entornando a bebida.

Fiz careta, sentindo o álcool rasgar minha garganta.

- Edward... – Uma mão tocou meu braço, me virei, encarando Samantha. – Alice sumiu, se importa de me fazer companhia?

- Claro que não, quer beber algo?

Ela assentiu. Coloquei minha taça vazia e puxei duas, entregando uma a ela. Desde então não vi mais Isabel, não que eu estivesse procurando-a por onde andasse... Ok, ok, eu realmente a procurava, afinal, a garota estava sob minha custodia, não devia andar por ai com um vestido tão provocante.

Balancei a cabeça.

Deus, aquele vestido...

- Esme pediu para avisar que o jantar vai ser servido. – Papai se aproximou.

- Viu Isabel?

Ele franziu a testa, negando e olhando ao redor.

- Certo, vou procurar por ela, sabe, para o jantar.

- Tudo bem filho.

Sai rapidamente, sem duvida meu pai não sabia de nada, senão teria me detido ou dito algo do tipo. Sem chamar muita atenção, subi as escadas e encontrei Anthony.

- Viu sua prima? – Indaguei, franzindo a testa ao vê-lo segurando um removedor – Pra que isso?

- Isa derrubou bebida na roupa, estava levando para ela. – Sorriu – E aproveitando para responder sua pergunta, ela ta no banheiro do quarto de hospedes.

- Certo, me dê isso, eu levo. – Puxei de sua mão. – O jantar vai ser servido.

- Ok. – Ele sorriu torto, dando as costas.

- Filho? – O chamei.

- Sim?

- Se... Se alguém perguntar, não diga que estou com Isabel.

Anthony assentiu e saiu sem dizer nada, o que me deixou confuso. Girei em meus calcanhares e entrei no quarto que ele indicou, caminhei devagar até a porta do banheiro e ouvi seu resmungo lá de dentro. Segurei a maçaneta, abrindo e vendo Isabel toda atrapalhada, com o vestido abaixado até a cintura, tentando limpá-lo com alguns papeis.

Suspirei sem conseguir desviar meus olhos de suas costas branca que contrastava com o sutiã vermelho.

- Eu não devia ter entrado.

Pensei alto demais. A garota se virou, com os olhos arregalados e cobrindo rapidamente seu corpo.

- Edward! – Mordeu os lábios.

- Sh... – Coloquei o produto que estava em minhas mãos de lado, indo até ela, que recuou alguns passo. – Isabel.

- Saia! – Tentou me empurrar, mas fui mais rápido, segurando-a pelos pulsos e puxando seu corpo para o meu. Rapidamente deslizei minhas mãos por suas costas, descendo até a cintura e apertando. – Me solte.

Ela estava quente sob meus dedos. Estava linda. O rosto corado, os cabelos loiros. A respiração ofegante. De raiva?

Me inclinei, buscando sua boca, mas a garota virou o rosto e me empurrou, acertando-me na cara em seguida.

- Seu... Nojento!

Neguei com a cabeça, sorrindo torto. Aquilo havia me enlouquecido.

Joguei meu corpo contra o dela, prendendo-a contra os azulejos. Rapidamente capturei suas mãos, eu não queria tomar outro tapa.

Antes que ela gritasse ou falasse algo cobri seus lábios com os meus. Isabel resistiu, mas logo acabou se entregando ao beijo.

Meus beijos já desciam para seu decote, meus lábios roçando aquela parte sem pano, ela suspirou, soltei suas mãos que me abraçaram e suas unhas arranhavam minhas costas. Me afastei dela um momento e a encarei seriamente, ela respirava ofegante, seu peito subindo e descendo, seus lábios entreabertos vermelhos e inchados, e seus olhos segurando os meus, o desejo brilhando neles.

Eu sabia que ela não me pararia.

Gemendo me apressei em puxar seu corpo e senta-la na pia. Subi seu vestido, deixando-o em sua cintura e puxei a pequena calcinha que usava. Gemi ao vê-la nua, parecia uma eternidade desde que estivemos assim, me apressei em abraça-la, voltando a atacar sua boca.

Isabel gemeu contra meus lábios, suas mãos passeando por meu peito, descendo por minha barriga, quando chegou a minha calça ela abriu os botões, deixando-a cair aos meus pés.
Gemi alto jogando a cabeça para trás, ela massageou meu pau lentamente, sua mão quente estava me deixando louco, voltei a encará-la e ela mordia os lábios seus olhos em minha calça aonde sua mão ainda brincava com meu pau.

Levei uma de minhas mãos ao seu seio perfeito e o massageei, fazendo-a a cabeça para trás gemendo baixinho. Com minha mão livre abaixei minhas cueca até a coxa, grudando meu corpo no dela em seguida.

– Você é linda... – Gemi.

– Oh sim...

Soltei seus seios levando minha mão a sua entrada meladinha e pronta pra mim e meti dois dedos lá dentro, gemi ao sentir o calor da sua boceta. A garota arfou e rebolou em meus dedos, esfreguei seu clitóris e agarrei sua perna e a puxei colocando em volta do meu quadril, levando meu pau a sua entrada.

– Edward... – ela grunhiu, e jogou a outra perna e me puxou mais pra dentro dela, ambos gememos quando enterrei em seu calor apertado.

Enterrei meu rosto em seu pescoço, enquanto investia lentamente dentro dela, meu pau indo fundo em sua boceta, os gemidos de Isabel só me excitavam mais, suas mãos em meu cabelo enrolando nos fios enquanto ela rebolava contra mim.

– Sim... – ela arfou e já sentia que logo viria, eu estava a um passo de gozar, mas queria sentir ela me apertado.
Levei a mão ao seu clitóris e o esfreguei vigorosamente, ela enterrou o rosto em meu pescoço e gritou vindo com força sua boceta mastigando meu pau, pulsei dentro dela e vim também gemendo seu nome. Segurei seu rosto em minhas mãos e a encarei por alguns segundos.

Isabel mordeu os lábios, voltando a ser a menina insegura. Gemi baixinho. Que merda eu havia feito?! Uma de suas mãos agarrou minha nuca, tentando me puxar para um beijo, mas eu desviei o rosto, ouvindo-a suspirar. Me retirei de dentro de seu corpo e dei um passo para trás.

A loira estava com as bochechas vermelha, os seios a mostra, a calcinha no tornozelo e o vestido acima da cintura.

Passei a mão por meus cabelos.

E agora?

Isabel desceu da bancada, vestindo sua calcinha e virando-se de costas e como um covarde aproveitei a deixa para me vestir e sai do banheiro.

Desci as escadas e não encontrei ninguém. Todos deviam estar no jardim da frente, onde meus pais haviam colocado várias mesas para servir o jantar.

Sai pela porta dos fundos, me sentando próximo a piscina.

Fechei alguns botões da camisa que Isabel havia aberto.

Isabel...

Ela sem dúvida deveria me odiar mais ainda agora. Gemi frustrado. Porque simplesmente não me virei e sai daquele banheiro? Porque a vontade de possuí-la falou mais alto? Eu estava usando ela e a menina não merecia isso.

Dei mais um tempo ali e logo fui de encontro aos outros. Meus pais e os membros mais íntimos da família estavam em uma mesa apenas para nós, me sentei com eles, o mais longe possível de Isabel, que não me olhou. Mamãe me olhou desconfiada, assim como Alice, já meu pai não parecia estar mesmo por dentro das novidades.

Samantha tocou meu ombro, tirando-me de meus devaneios e começando a me contar o que havia feito nos últimos anos.

- Pretende ficar por aqui? – Esme perguntou a ela.

- Sim, voltei para cá.

- Ótimo, não é pai? O senhor anda mesmo solitário, precisa de uma namorada, não aguento mais esse stress todo!

- Anthony! – Grunhi, vendo-o rir e jogar o braço ao redor dos ombros de Katy. Meu filho sem dúvida alguma havia puxado o lado inconveniente de seu tio Emmet.

Olhei de relance para Isabel. A garota continuava comendo cabisbaixa, soltei um suspiro, não gostava de vê-la daquela maneira, não sei porque mas aquilo me incomodava e muito.

[...]

- Vou te esperar no carro. – Avisei Samantha, me despedindo dos meus pais e saindo da casa. Na calçada encontrei Isabel encostada a parede. Suspirei, me aproximando. Quando me viu a garota desviou os olhos. – Esperando Anthony? – Ela não respondeu, torci os lábios – Quer uma carona? Posso te Le...

- Não! – Me cortou, dando um passo em minha direção – Eu não quero nada de você! Nem sei porque está falando comigo! – Passou a mão pelo cabelo. – O que você quer de mim? Sexo?! Você teve no banheiro, agora me deixa em paz, se quer mais porque não pede a Samantha? Ah, eu acho que ela não vai querer ir para a cama com um cara nojento como você, isso se ela souber o que você é capaz de fazer com uma mulher, mas espera, claro, você não deve ter sido homem suficiente para contar a ela.

Neguei com a cabeça, mal acreditando que ela realmente havia disparado aquilo contra mim.

- Deixa de ser infantil, Samantha é uma mulher de verdade, tenho certeza que se eu quisesse contar a ela isso ela compreenderia, sabe porque? Porque faz parte do meu passado e eu mudei! Se não quer carona fique ai esperando Anthony, eu tenho uma mulher para levar embora agora... – Me virei para sair mas parei, voltando-me para ela novamente – E sobre o banheiro, me desculpe, não resisto a garotas seminuas, acha que foi a única hoje? Não, daqui a pouco estarei com mais uma, mas me enjoei de banheiros, agora quero em uma cama confortável. – Dei de ombros.

Me arrependi de tudo que falei quando vi ela piscar várias vezes e seus olhos brilharem com as lágrimas acumuladas.

- Edward? Vamos?!

Olhei para trás e vi Samantha. Dei uma rápida olhada para Isabel e sai em seguida, indo com a morena para meu carro. Abri a porta esperando ela entrar e fechei, dando a volta em seguida e assumindo o volante.

- Aconteceu algo? – Indagou.

- Não. – Neguei, sorrindo para ela. – Vamos?

- Claro.

Liguei o carro e fomos o caminho todo conversando. Entrei no estacionamento, deixando meu carro em sua vaga.

- Está entregue. – Pisquei.

Ela riu, soltando o cinto e tocando meu braço enquanto mordia os lábios.

- Será que quer subir um pouco?

Olhei para o volante e em seguida para ela.

- Claro, porque não?

Saltamos do carro e pegamos o elevador. No seu apartamento ela me abraçou, beijando minha boca. A apertei contra meu corpo. Me sentei no sofá, puxando-a para meu colo. Nos livramos de seu vestido e ela ficou sobre mim apenas de calcinha e sutiã, desci minhas mãos por seu corpo esbelto, alcançado sua bunda e apertando-a.

- Continua tão gostoso Edward.

Ri, virando-a no sofá enquanto chutava meus sapatos e retirava minha camisa. Voltei pra cima dela, alisando sua coxa grossa. Ela gemeu, rebolando sob meu corpo enquanto puxava meus cabelos.

Isabel estava errada, Samantha nunca pensaria como ela. Ou pensaria?!

Me afastei dela, fazendo-a resmungar.

- Edward...

- Espera. – Puxei o ar, olhando-a ofegante embaixo de mim – Olha quando eu era casado com Isabella, eu era um idiota, você sabe, não é? – Não esperei que ela respondesse – Eu deixei um amigo meu força-la a transar com ele e assisti tudo, ainda lembro dela me pedindo ajuda e eu não fiz nada.

Samantha ficou me olhando por alguns segundos, como se estivesse esperando eu falar “Brincadeirinha”. Quando viu que o que eu estava falando era sério arregalou os olhos.

- Você...

Tentou me afastar.

- Espera, olha, foi no passado, eu era um idiota como te disse, eu mudei.

Ela não respondeu, mas vi em seus olhos o mesmo sentimento que vi no de Isabel.

Merda.

Me levantei rapidamente, pegando meus sapatos e colocando-os, assim como minha camisa. Sai de seu apartamento esperar sua opinião.

No elevador ajeitei minha roupa.

Maldita Isabel!

Porque raios abri minha boca? E se Samantha contasse a alguém?! Ela era jornalista, isso daria um ótimo furo, mas não, ela não seria capaz de me expor assim, ou seria?

Merda, isso não prejudicaria só a mim, mas como a empresa e toda minha família.

Grunhi, puxando meu celular e discando para o advogado e  da empresa.

- Edward? – Ele atendeu.

- Me desculpe por ligar essa hora. – Olhei em meu pulso, constatando que já se passava das 23:00. – Mas eu preciso que estude a possibilidade de fechar o capital da empresa.

- Edward, mas isso significa perder milhões...

- Se for necessário perderemos, mas posso tentar repor com o dinheiro que tenho, só preciso que a empresa esteja segura em qualquer circunstancia.

Ele suspirou do outro lado.

- Está com medo que aquela mentira em relação a você e sua sobrinha faça as ações cair mais? Edward ninguém mais acredita nisso, estamos retomando ao patamar de antes, não se preocupe.

- Olha, faça o que estou pedindo, sim?

- Se você manda.

- Obrigado e boa noite.

Desliguei o celular e entrei no meu carro, ligando-o e saindo do prédio. No caminho até minha casa fui remoendo as palavras da garota. Ela estava certa. Que mulher aceitaria alguém como eu?

Já em casa, de banho tomado e roupa trocada me servi de um copo de uísque, olhando pela sacada a janela de Isabel.

Olhar para sua janela era algo que já havia se tornado habito

Suspirei, descendo os olhos para a rua, foi quando vi a menina sair pelas portas da frente e cumprimentar um garoto, entrando no carro dele.

 Mas que porra, onde ela estava indo há essa hora?

- Pensei que fosse dormir fora hoje. Ou pelo menos traria alguém para dormir com você.

Não precisei me virar para saber que Anthony estava ali atrás de mim.

- Não ando com cabeça para relacionamentos Thony.

- Não está com cabeça para relacionamentos ou não consegue tirar alguém da cabeça para entrar em um relacionamento?

Dei de ombros, sem ter o que responder.

Era tudo tão confuso. Eu sabia que no fundo o que ele dizia era verdade, parte de mim sentia falta de Isabel, de seu jeito menina-mulher de ser, dos seus livros espalhados pela sala, de sua cara de sono quando acordava de manhã para tomar café, dos seus beijos... mas a outra parte de mim se repudiava por tudo o que eu estava sentindo em relação a ela, ao que fizemos. Ela é minha sobrinha, eu só tinha que cuidar dela até os 21 anos e deixa-la seguir sua vida.

- Você pensa demais. – Thony falou, suspirando. – Um dia, quando você me contou realmente tudo sobre você e mamãe, também disse que aprendeu muita coisa com o que se passou, mas eu acho que esta esquecendo a principal...

Arqueei as sobrancelhas, curioso.

- Qual?

Ele sorriu torto, passando a mão pelos cabelos.

- Não deixar para depois o que pode fazer hoje, amanhã pode ser que a pessoa não esteja mais te esperando. – Respondeu, me dando as costas e indo para seu quarto. – Boa noite pai.


5 comentários:

Gabrielly disse...

Uhuuuuuu cap show caahh!!!
Não suma denovo, nos mande sinal de vida!
O cap ta otimo agora eusó to mais ansiosa pra saber oq vem em seguida"!
bjs!

Carollyne Fernandes disse...

Eu já comentei que amo Anthony , casava com ele <33333

Tah Ferreira disse...

adorando e querendo mais das outras fanfics tbm em

Anônimo disse...

Adoro essa fanfic. No começo, confesso que não gostei muito da ideia da Isabel com o Edward. Porém hoje eu os adoro e quero que eles fiquem juntos!

cris_21503103@hotmail.com disse...

lindo lindo lindo lindo eu amooooooooooo esta fic

bjinhos Cah e espero k não demoro mto para voltar


beijooooooooooooooooooo

Cris

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