Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

15/05/2012

Don't Forget For Me - Capitulo 21

N/A: Voltei (: Fiquei sem pc, mas to de volta. Ainda não decidi se esse é o ultimo cap, caso seja logo trago o epilogo. O texto está meio desformatado, é que eu to com o capitulo desde ontem e não to conseguindo postar de casa, então copiei do nyah e joguei aqui. BEIJOS E FELIZ DIA DAS MÃES ATRASADOS.

Capitulo 21


Abri os olhos devagar, sentindo a respiração quente e fraca de Bella contra a pele do meu pescoço.


Sua coxa estava sobre minha cintura, deixando a parte de sua perna engessada sobre as minhas, o peso não era incomodo nem desconfortável. Alisei sua pele exposta por conta da curta camisola que escolheu para dormir.


Era obvio que a escolha foi para me provocar, só que felizmente consegui me controlar. Ela ficou chateada e disse que nunca mais faríamos amor.


Sorri vendo-a toda enroscada em mim.


– Bom dia. – Murmurei baixinho, tirando o cabelo de seus olhos que logo se abriram.


– Bom dia. – Sussurrou de volta. – Como minha perna foi para ai? – Riu baixinho, tentando retirar, mas eu a segurei.


– Não sei, mas você faz coisas inacreditáveis de madrugada. – Dei de ombros, lembrando que na semana passada ela havia acordado com a cabeça para os pés da cama. – Sempre foi agitada dessa maneira?


– Não. – Torceu os lábios – E aquele dia eu fiz isso de propósito, você estava roncando.


– Bella, eu nem ronco.


– Ronca sim.


Rolei os olhos. Eu sabia que ela estava tentando arranjar desculpas. Inclinei-me, colando nossos lábios e a beijei devagar. Foi o que bastou para que ela subisse sobre mim, apertando meu cabelo com seus dedos e buscando minha língua de forma sôfrega.


– Bells...


– Por Deus, amor... – Afastou-se resmungando, sentando-se em minha barriga. – Olha, já faz um mês, ainda essa semana tiro o gesso... Qual o mal em fazermos amor? Tudo bem, o meu médico disse que era para esperarmos algumas semanas porque eu perdi um pouco de sangue, mas agora estou melhor, ele disse que podíamos fazer amor depois de um mês e ontem completou um mês.


– Princesa. – Puxei o edredom para cima de nossos corpos já que estava frio naquela manhã, o inverno estava se aproximando, assim como o fim do ano. – Esperamos um mês, porque não podemos segurar mais uns dias?


– Porque eu vou morrer... – Se jogou para o lado, dramática.


– Bella...


– É um desejo ok? – Virou-se, abraçando-me sob a coberta – Se você não realizá-lo, nossa menina vai nascer com cara de... Sexo? Tesão?


Gargalhei alto. Abraçando-a bem apertado.


– Você não tem jeito hein. – Suspirei, mordendo sua bochecha. Bella sorriu lindamente, sabia que estava quase conseguindo o que queria – Devagar ok?


– Certo, você quem manda. – Neguei com a cabeça e ri novamente. Coloquei-me sobre ela devagar, empurrando minhas calças com o pé, assim como minha boxer.


– Hm, nada melhor do que fazer amor em um dia friozinho, com meu marido que tanto amo...


Ri levando minha mão à alça de sua camisola, abaixando-a e deixando seu seio livre para meus lábios. Bella suspirou baixinho, me abraçando com apenas uma perna, a boa.


Subi minha boca para seu pescoço. Ela jogou a cabeça para trás, olhando-me enquanto mordia os lábios. Eu sabia que ela adorava aqueles carinhos.


– Edward...


Continuei espalhando beijos molhado por sua garganta e com a outra mão abaixei sua outra alça. Sua pele estava quente. Bella se arrepiou quando rocei meu nariz gelado por seu colo.


– Amor! – Voltou a resmungar, puxando-me pelos cabelos e beijando minha boca devagar.


– O que?


– Não me maltrate assim...


– Ok.


Me sentei na cama e Bella se encolheu pelo frio, já que eu trouxe o edredom comigo.
Desci beijos por seu ventre, sentindo-a se contrair cada vez mais. Puxei sua calcinha, jogando em um canto do quarto.


– Está frio amor...


– Espere princesa, vou te esquentar. – Empurrei suas pernas, abaixando-me e ficando de frente para sua gruta molhada e perfeitamente depilada.

Escorreguei meus dedos por sua carne, abrindo-a para que minha língua corresse por ali.


Bella tremeu contra meus lábios pelo simples toque. Fechei os olhos intensificando os movimentos com a língua, enquanto acariciava seu clitóris com meus dedos. Seus gemidos preencheram o quarto, levando-me a loucura.


Continuei com a caricia, até que Bella despejasse todo seu mel em minha boca.
Rastejei por seu corpo, deixando beijos por onde eu passava.


– Bebê, é bom que ainda esteja dormindo. – Beijei a barriga dela. – Filha minha não fará isso tão cedo.


– Edward!


– Ok, já estou indo Bella. – Ri, puxando a coberta e colando meu corpo no seu. – Quer ficar por cima?


– Não, está frio. – Riu também, já posicionando suas pequenas mãos em meu ombro. – Vem amor.


– Oh mulher apressada. – Torci os lábios, pegando uma de suas pernas, a não-engessada, colocando-a em minha cintura enquanto me encaixava entre elas.

Apoiei uma mão na cama e segurei sua coxa com a outra, puxando-a de encontro ao meu corpo enquanto a penetrava devagar.


Seus olhos castanhos se reviraram, e suas mãos apertaram meu ombro. Cobri seus lábios com os meus, não era tão cedo, as crianças poderiam acordar, e tudo o que eu não queria naquele momento era ser atrapalhado...


[...]


– Isso filho. – Bati palmas, vendo Bella revirar os olhos.


– Filho, acho que já chega. – Minha mulher se ajeitou na cama do hospital, puxando nosso menino para seu colo e retirando a canetinha de sua mão – Olha, você se sujou todo de azul.


Retirei a canetinha da mão dela e comecei a rabiscar a única parte branca do gesso,

Anthony e Meg haviam acabado com tudo. Eu escrevi primeiro “ I ♥ U” e em baixo assinei meu nome “Com amor, seu Edward Cullen”.


– Olha amor. – Mostrei, vendo-a negar com a cabeça enquanto escondia o riso.


– Edward, quantos anos você tem mesmo?


– Ah amor, relaxa, você vai tirar o gesso daqui a pouco... – Assim que terminei de falar a porta do quarto foi aberta. Uma enfermeira entrou avisando que Bella teria o gesso removido. – Anthony e eu vamos azarar pelos corredores. – Pisquei para ela. – Nos vemos daqui a pouco amor.


Ela acenou para nós. Obvio que eu e meu filho não íamos azarar, todos nos conheciam aqui e Bella sabia disso, por isso nem se levantou da cama e me chutou ou pisou em meus pés com o gesso.


– To morto de fome. – Torci os lábios, ajeitando Anthony nos meus braços – Você também filho?


– Não.


Sorri rolando os olhos.


– Esqueci que não adianta mais perguntar nada a você. – Mordi sua bochecha, fazendo-o rir. Desde que Anthony descobrira a nova palavra, para tudo o que perguntávamos era “Não”.


– Antes de irmos vamos passar no quarto de uma amiguinha do papai.

– Não.

– Anthony...

– Não, não, não... – Ele desatou a falar, balançando a cabeça em negativa, enquanto ria.

– Sim, sim, sim...

– Não, não, não, não...


E assim fomos para a ala de pediatria. Passei pelo corredor cumprimentando alguns médicos e parando quando alguma criança queria ver Anthony que ainda falava “não”.


– Chegamos filho. Ela está nesse quarto. – Apontei para a porta – Comporte-se, ok?

– Não.

– Thony... – Neguei com a cabeça abrindo a porta e entrando. – Oi, alguma amiga ai?

Danny parou de desenhar e me olhou sorrindo.

– Oi tio Edward! – Acenou. – Olha, um bebê! Que fofinho...

– Esse é Anthony. – Me aproximei da cama. – Meu filho. – Pisquei, vendo-a sorrir – Está sozinha?

– Não, mamãe está no banheiro.


Olhei para a porta que se abriu. Jennifer passou por ela, um tanto acabada. Parecia ter ficado noites sem dormir.


– Edward.

– Oi.

– Olha mãe, tio Edward veio e trouxe o filho dele!

– Anthony cresceu. – A loira sorriu. – Oi Anthony, tudo bem com você?!

– Não!


A loira torceu os lábios.


– A fase do não, sei como é. – Riu, vindo até a cama e se sentando na ponta. – Então...?

– Ah. – Cocei a nuca. – Bom, eu vim aqui ver minha amiga, Bella está retirando o gesso. – Dei de ombros. – Como ela está?

– Bem melhor. – A loira mordeu os lábios – Graças a você e sua mulher, eu nem sei como agradecer.

– Que isso. Bella e eu conseguimos te entender. – Toquei os cabelos de Danny. – E ai, será que consegue dar uma caminhada pelo hospital?

– Eu posso mãe? – Virou-se para Jennifer, que suspirou – Por favor.

– Ok, mas na cadeira de rodas, está bem?

– Sim, sim, sim!

– Não, não, não. – Thony gritou, fazendo-nos rir.


POV Bella


– Amor, onde vocês estão? – Torci os lábios, sentada na cadeira enquanto olhava para minha perna branca.


Comendo... – Edward respondeu como se estivesse fazendo força, em seguida ouvi o resmungo de Anthony. – Acho que Anthony quer falar com você.


– Passe para ele.


Não, não, não... – Afastei o aparelho celular, rindo. Esperei um pouco e voltei a colocá-lo no ouvido – Alô, Bells? Está ai?


– Sim, me desculpe, afastei o telefone.


Ele está incontrolável. – Riu – Pode esperar um minuto? Vou te buscar.


– Não precisa, posso ir sozinha. Também estou faminta. – Confessei.


Ok, estou no refeitório e temos convidadas.


Suspirei. Eu sabia muito bem quem era.


– Chegarei em alguns minutos. Beijos.


Desliguei o celular, guardando-o em minha bolsa. Fiquei de pé, sentindo minha perna latejar. Puxei a muleta que eu teria que usar durante algum tempo, até que minha perna voltasse ao normal depois de algumas fisioterapias.


[...]


– Olá. – Parei próxima a mesa, onde Edward e Anthony estavam acompanhados de Tânya e uma pequena menina, que devia ser Danny.


– Bella, amor, sente-se.


Edward puxou uma cadeira para mim, ajudando-me. Olhei para a loira que desviou os olhos. Haviamos tido um encontro depois que Edward ofereceu ajuda a ela, para agradecer Tânya, ou melhor, Jennifer me procurou e me pediu desculpas, era visível o quão arrependida estava.

– Como está Isabella?

– Melhor agora Jennifer. – Sorri e olhei para sua filha. – Você deve ser Danny.

– Sim, sou eu. – A menina abriu um sorriso, enquanto mordia uma batata.

– Prazer, sou Bella. – Pisquei para ela. – Hm, o que estão comendo de bom?

– Batatas, quer?

– Obrigada Danny. – Peguei uma, agradecendo.

– Pedi um hambúrguer para você. – Edward torceu os lábios, contrariando o que ele mesmo dizia.

– Ok. – Pisquei para ele.

Meu marido sorriu dando de ombros, em seguida deslizou a mão por minha perna russa e manchada.

– Quando terá que voltar?

– Semana que vem começa a fisioterapia. – Puxei Anthony de seu colo para o meu, começando a colocar nele outra blusa de frio.

– Não, não, não... – Meu filho resmungou, tentando se esquivar.

– Thony, está frio amor.

Nós praticamente almoçamos ali no hospital. E apesar de estranho, me senti confortável em ficar na mesma mesa que a mulher que enganou a mim e ao meu marido.

Olhei para Danny por alguns segundos e em seguida para Jennifer. Suspirei. Eu não podia julgá-la, no lugar dela faria a mesma coisa, principalmente se fosse para tentar ajudar na saúde de um filho meu.

Quando chegou a hora de irmos, a pequena tentou não demonstrar, mas ficou triste.

– Não faça essa carinha. – Pedi a ela. – Olha, não sei se Edward comentou, mas daqui alguns dias vamos fazer uma festinha para o aniversário de Anthony, se quiser ir, podemos vir te buscar.

– Mesmo?! – Ela pulou. – Mãe, eu quero ir!

– Conversaremos com seu médico, está bem? – Edward se adiantou. – Agora precisamos ir, temos que pegar a Margareth na escola, lembra-se que eu lhe falei dela?

– Sim, sim!

– Não, não.

– Então, continuando... – Edward ignorou Anthony, que se intrometeu na conversa. – Nos vemos daqui alguns dias. Vá para seu quarto e descanse bastante!

– Ta. Tchau tio Edward e tia Bella. – Acenou para nós, puxando Jennifer pela mão – Vamos mãe, tenho que descansar pra ficar mais melhor.

– Tchau.

As duas seguiram pelo corredor, claro, Danny um tanto mais a frente com Jennifer pedindo para ela parar de correr.

– Meninas também dão trabalho. – Toquei minha barriga, sorrindo.

– Meninas dão trabalho sim, mas será que dão mais trabalho que o Anthony Cullen, Thony? – Edward apertou a bochecha dele, que riu alto negando com a cabeça.

– Não.

Fomos para o carro e seguimos para a escola de Meg. Assim que Edward estacionou o carro nossa pequena entrou no carro bufando.

– Desculpe, nos atrasamos um pouco. – Virei para trás, passando a sacola com o lanche que compramos para ela.

– Na verdade sua mãe me fez vir dirigindo a 30 Km por hora. – Edward torceu os lábios.

– E é assim que vai ser. Quer o que? Sofrer outro acidente? – Ralhei, fazendo-o resmungar.

– Tudo bem, só pensei que tinham me esquecido.

– Querida, nunca faríamos isso. – Pisquei para ela. – Ah e não se acostume. – Apontei para o hambúrguer. – É só hoje hein. Fui tirar o gesso, Marie não está em casa, então demoraríamos um pouco para almoçar.

– Ok mãe. Isso ta bom.

Edward voltou a ligar o carro, dirigindo devagar com a cara fechada por conta de alguns homens que passavam ao nosso lado e o chamava de “lesma”, “tartaruga” e “Mulherzinha”.

– Ei, isso é machismo, não é porque você está dirigindo devagar que tem que ser comparado com uma mulher.

– Minha reputação está acabada. – Meu marido resmungou, passando a marcha.

– Melhor um marido sem reputação do que um morto ou sem memória.

– Bella, você está levando isso a sério demais. – Suspirou, tocando minha coxa com uma de suas mãos. – Olha eu fiz semana passada os exames da auto-escola para dirigir e passei, além do mais meu acidente não foi culpa minha, armaram para mim.

Cerrei os olhos para ele. Edward fez um lindo bico e eu bufei.

– Ok, tudo bem.

Alguns dias depois...

– Ow...

Meus cabelos foram puxados.

– Hm? – Me virei, para o outro lado, puxando a coberta para cima de mim.

– Mamã...

Abri os olhos devagar, fitando o relógio encima do criado mudo. Ainda era 7hrs20min. Anthony se pendurou na lateral do meu corpo.

– Ah... – Sorri, virando-me e deitando-o novamente ao meu lado, puxando-o contra meu peito – Acordou cedo bebê. – Sussurrei, beijando sua bochecha. Ele sorriu, esticando a mãozinha para puxar meu decote. – Eu entendi o recado. – Torci os lábios colocando meu seio para fora. Anthony não bobeou, rapidamente o capturou. – Quem diria, o bebezinho da mamãe está completando hoje um aninho de vida. – Beijei sua pequena mãozinha, fazendo-o soltar meu seio e ficar me olhando por alguns segundos – Aquele bebê tão pititico, que saiu da mamãe está um homenzinho agora... – Ele fez um pequeno bico quando percebeu que eu estava chorando – Oh meu amor, não chore, mamãe está feliz. O aniversário é seu, mas o maior presente é o meu. Parabéns. – Beijei sua testa, alisando seus cabelos – Mamãe te ama demais.

Anthony foi fechando os olhinhos aos poucos, rendendo-se ao sono.

Edward se remexeu, girando na cama e parando bem próximo a mim e Anthony.

– Que horas são? – Indagou com a voz grogue, abrindo minimamente os olhos.

– Sete e vinte. – Levei minha mão ao seu cabelo – Seu filho acordou cedo hoje.

Ele se despreguiçou, e nos abraçou em seguida.

– Está animado, não é filho? – Beijou a testa do nosso pequeno – Ele ficou louco ontem quando viu a decoração que guardamos na garagem para montar hoje.

– E nós planejamos algo pequena, pensando que ele nem entenderia muita coisa.

– Ano que vem faremos um festão para ele. – Piscou, inclinando-se para me beijar na boca.

– Ok. – Mordi seus lábios – Edward, puxe aquele cobertor para cima de nós, está frio ainda.

Edard!

Abri a boca tão surpresa quanto Edward. Meu marido riu, tocando a bochecha de Anthony que havia largado meu seio.

– Ei meninão, que lindo, está quase aprendendo falar o nome do papai, mas o certo é Edward.

Edard!

Ri, vendo meu marido torcer os lábios.

[...]


Edard!

Edward se ajoelhou no chão, sentando Anthony na cama e olhando-o nos olhos.

– Filho, não é Edard, é Edward. – Corrigiu, ajeitando o sapato do pequeno – Além disso, você deve me chamar de papai.

– Não! – Thony negou, tirando a mão da boca – Edard!

– É papai!

– Mamã... – Choramingou.

Fui até a cama, pegando-o no colo.

– O que foi filho?

Ele apontou para o pai.

Edard!

Eu ri, vendo meu marido se levantar e bufar.

– Amor, você sabe que é só uma fase. – Coloquei Anthony de volta na cama e fui até Edward. – Quanto mais você se demonstrar irritado, mais ele irá implicar com você.

– Seu irmão e meu cunhado estão fazendo piadas de duplo sentido por causa disso. – Passou a mão no rosto. – Ed-ard

– Relaxa, vai. Nos sabemos que nada disso é verdade gostosão. – Dei a volta nele, abraçando-o por trás. – Logo esses dois também esquecem. Anthony só está descobrindo coisas novas. Vamos lá, anime-se, hoje seu filho está completando um ano, agora vem, o pessoal está no jardim.

– Certo.

Descemos para a sala, onde encontramos meus sogros, os pais de Rosalie e Jasper. Anthony foi para o colo da senhora Halle e Edward e eu aproveitamos para escapulir e ir cumprimentar alguns amigos nossos que estavam no jardim decorado de bexigas vermelhas e azuis, combinando com o painel do homem-aranha.

Havíamos convidado menos de 50 pessoas. Alguns amiguinhos de Margareth, o pessoal do hospital e seus filhos.

– Chega mais Ed. – Meu irmão acenou de perto da churrasqueira, onde fazia alguns hambúrguer. – E ai, ard?

Meu marido bufou, e me olhou feio quando eu ri.

– Oi Rose. – Abracei minha cunhada, tocando seu barrigão. – Uau, está enorme.

– Sim. – Riu.

– Oi meu amor. – Me abaixei um pouco, conversando com meu futuro afilhado. – Titia está louca para te conhecer.

– Oh querida, não dê idéias. – Rose brincou – Esse menino já nos deu alguns sustos essa semana, ainda não está na hora de vir conhecer a madrinha.

Eu concordei. Rose havia ido para o hospital há dias atrás, e estando com apenas 6 meses ainda não era hora do nosso querido Matthew vir ao mundo.

Sim, era um garoto. Depois de várias consultas conseguiram pega-lo de pernas abertas.

– Onde está o aniversariante? – Meu irmão indagou.

– Com sua sogra. – Pisquei para ele – Deve está querendo recuperar a pratica, já que daqui a alguns meses chega o primeiro netinho.

– Verdade.

POV Edward

– Essa é minha filha, Margareth. – Murmurei para Danny. – Meg essa é Danny, lembra que eu te falei sobre ela?

Pisquei. Meg assentiu. Antes de Jennifer confirmar que traria Danny chamamos todos e contamos o que aconteceria, para que ninguém ficasse encarando-as ou falasse algo que constrangeria à loira enfrente a filha.

– Oi Danny, sou Meg. Vem vou te mostrar minhas bonecas.

As duas correram para o andar de cima e atrás delas foram mais duas garotinhas, e aquele amiguinho de Meg, o tal Seth.

– Fique a vontade Jennifer. – Bella disse.

– Eu acho que vou embora. – A loira se abraçou, olhando para os lados – Estou me sentindo mal em ficar aqui.

– Deixe de bobeira, já esclarecemos tudo.

– Edward tem razão, vem, vamos lá com as meninas.

Por sorte minha família e amigos eram bons o suficiente para perdoar. Fiquei com os rapazes um pouco. As 16h00min chamamos todos e cantamos parabéns para Anthony, que se divertiu batendo palminhas e gritando. Depois de várias fotos Bella o deixou solto pelo jardim. Nosso menino corria para lá e para cá, todo sujo de bolo e com grama nos cabelos.

Aproximei-me de Bella, que ria conversando com minha mãe, minha irmã, Rosalie, Jennifer, a mãe de Rosalie e mais algumas amigas delas.

– Oi amor. – Beijei seu pescoço. – Você está linda nesse vestido.

Ela se virou, sorrindo.

– O que você quer?!

– Ei, pega leve. – Resmunguei. – Só to fazendo um carinho na minha esposa.

– Edward, eu até acreditaria, se não te conhecesse como a palma da minha mão.

Ri, apertando sua cintura. A olhei por alguns segundos e em seguida movi minha boca por sua bochecha, até alcançar seu ouvido.

– Que tal nós dois subirmos para o quarto um pouquinho. – Sussurrei, mordiscando o lóbulo de sua orelha. – Só nós dois...

– Amor! – Ela suspirou, abraçando-me e levando uma de sua mão a minha nuca, puxando meus cabelos. – Acho melhor não.

– Ahhh... – Resmunguei, apertando-a contra mim enquanto olhava sobre seu ombro para ver se alguém estava olhando para nós. – Eu estou tão quente e sujo, precisando de um banho... – Meus cabelos quase foram arrancados. – Vamos princesa, ninguém vai notar, Anthony está com seu irmão. Não vamos demorar muito. – Subi minha mão pela lateral de seu corpo. Ela realmente estava linda com aquele vestido justo, o que me deixou super animado, no entanto a cerveja também contribuiu para isso. – Vou te colocar na parede e te amar devagarzinho...

Ela voltou a gemer baixinho. Bella se afastou, olhando-me por alguns segundos, em seguida virou-se para as mulheres.

– Gente, eu já volto.

– Ok querida.

– Tudo bem.

– Sem problemas.

Sai tropeçando pelo quintal, enquanto era arrastado por ela. Acenei para algumas pessoas que nos olhavam, e felizmente ninguém nos parou. Entramos em casa como dois fugitivos e subimos as escadas, nos agarrando já no corredor.

Empurrei Bella contra a parede, beijando sua boca de forma divertida e excitante.

– A gravidez e o álcool são combinações perfeitas... – Comentei, puxando-a para cima e cruzando suas pernas em minha cintura. – Você fica tão fogosa grávida, se não estivesse esperando nossa menininha, duvido que subiria comigo.

– E o álcool? – Ela indagou rindo, enquanto eu abria a porta do quarto e entrava com ela.

– Acha que eu te seduziria e te tiraria da festa do nosso filho se não estivesse bêbado?

Bella rolou os olhos. A coloquei no meio da cama e fui até a porta, trancando-a.

– Edward, claro que você faria isso. – Riu, ajeitando o travesseiro. – Você é tarado e nem está tão bêbado assim, só te vi com uma garrafinha a festa toda.

Dei de ombros, indo para a cama e me ajoelhando sobre ela.

– Eu queria te pegar de jeito desde a hora que te vi assim... – Mordi seu seio sobre o vestido.

– Você não muda, não é? – Riu, me abraçando devagar e encostando minha testa na sua – Você vai ser sempre aquele garanhão safado que conheci no colegial.

– Pois é, certas coisas não mudam. – Pisquei para ela. – Pode ter certeza, eu sou sim um garanhão safado, mas só com você.

Ela suspirou com minha declaração. Beijei seus lábios devagar, apreciando o gosto e o contato.

Acho que aqui já está bom...

Franzi a testa me afastando de Bella.

– É a voz de Meg... – Minha mulher sussurrou.

Sim Megzinha, mas tem certeza que seus pais não...

– E Seth. – Travei meu maxilar.

Sim, eles devem estar lá embaixo.

Me levantei da cama e Bella fez o mesmo.

– Edward, eles são apenas crianças...

Fiz sinal para que ela se calasse. Destranquei a porta devagar, abrindo-a em seguida, presenciando a cena que eu esperava ver apenas daqui uns, tipo... 20 anos.

– Margareth! – Grunhi. Ela empurrou Seth e em seguida tampou os lábios com a mão. – Seu pirralho, quando eu te pegar...

– Edward! – Bella me segurou, enquanto mordia os lábios e prendia o riso. Bufei para ela, que rolou os olhos para mim. – Meg, Seth, acho melhor vocês descerem, mais tarde conversamos.

– Ok mãe.

– Sim senhora Cullen.

– O que?! Não! Espera, volta aqui...

– Edward! – Bella me puxou para dentro do quarto, fechando a porta e trancando-a. – Acalme-se ok?

– Bella, como você pode me pedir isso? – Passei a mão por meu rosto – Eu acabei de ver minha filha beijando um garoto!

– Por isso mesmo. – Cantarolou, empurrando-me para a cama e sentando em meu colo. Bella segurou meu rosto, olhando-me séria – Sabe, tudo bem que ela vai fazer 10 anos ainda, mas Meg gosta do Seth. Esse foi um momento especial para os dois, ela ficaria chateada por termos transformado um momento que era para ser uma linda lembrança em algo que ela jamais gostaria de se lembrar.

– Mas Bells. – Funguei. – É a minha princesinha.

– Ei. – Segurou meu rosto, beijando meu nariz. – Eu sei, mas eles são crianças e se gostam, além do mais, essa hora iria chegar... Logo Meg será uma mulher, e ela é linda. – Riu baixinho da minha cara – Terá que conviver com isso Sr. Cullen.

Suspirei, dando de ombros.

– Ela só podia ser como você sabe? Ter dado o primeiro beijo com quase 18 anos. – Ri, movendo minhas sobrancelhas.

– Edward! Você se lembrou disso?! – Tampou o rosto envergonhada – OMG!

– Amor, você ficava sexy de aparelho. – Pisquei, sendo socado.

– Edward...

A abracei, enterrando meu rosto em seus cabelos.

– Eu te amo, está bem? Não me envergonha de você no passado, nem agora, nem nunca. Me envergonho pelo que te fiz passar, pelo que te fiz sofrer. – Beijei sua bochecha, empurrando seus cabelos para trás.

Ela suspirou, mordendo os lábios enquanto seu rosto ficava levemente corado.

– Ok, isso me deixou excitada.

Girei meu corpo. Arrastando-a para o meio da cama e deitando-me sobre ela.

– Eu todo romântico me declarando e você diz isso? – Rolei os olhos fingindo estar magoado.

– São os hormônios. – Cantarolou. – E não se faça de ofendido, sei que você também quer.

Dei meu melhor sorriso safado enquanto erguia seu vestido e alisava suas coxas.

– Eu sempre quero amor.

[...]

– Tem certeza mesmo que ele não morreu? – Cutuquei Anthony, que nem se mexeu.

– Ele desmaiou. – Bella riu, deitando-o em nossa cama – Era o mínimo, depois de tanta correria pelo jardim. – Suspirou.

– Vá tomar seu banho. – A abracei por trás. – Eu fico de olho nele.

– Ok, já volto para me deitar com vocês.

– Certo.

Já havíamos colocado Meg na cama há meia hora, e alguns minutos antes. Anthony apagou, depois de um banho quente comigo.

Me deitei ao lado dele, puxando o edredom para cima de nós. Não passava das 23h00min e já estávamos indo dormir, além do frio contribuindo para isso, eu acordaria cedo para trabalhar.

Puxei meu loirinho contra meu peito desnudo.

Fiquei olhando para o teto e nem reparei que o tempo passou, quando dei por mim Bella já estava deitando-se na cama também.

– Que frio. – Resmungou, aproximando-se de nós dois. – Acho que alguém continuará dividindo a cama com o papai e com a mamãe por mais algumas semanas.

– Pois é. – Torci os lábios, fingindo estar triste. – Por sorte papai é esperto e sempre arranja maneiras para ficar asós com a mamãe. – Pisquei para ela, fazendo-a rir baixinho. Alisei os cabelos de Anthony, que dormia virado para mim, com as mãozinhas e o rosto encostados em meu peito. – Mas é o melhor a ser feito, quando chego de madruga ele sempre está descoberto, só que agora está frio, precisamos ter mais cuidado ou ele ficará doente.

– Sim. – Ela se inclinou, beijando a testa de Anthony e em seguida minha boca. Segurei seu rosto, deixando minha língua invadir seus lábios. – Boa noite.

– Boa noite meu amor. – Sorri – Amo você.

– Eu também te amo, muito.

 

2 comentários:

Anônimo disse...

To feliz q vc conseguiu postar!!

Renata disse...

adoreiiiiii

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