Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

12/02/2012

Don't Forget For Me - Capitulo 11

N/A: Como estão as leitoras mais fofas e fodas desse universo Twilight?! Pois é, acordei com a corda toda *0* Aproveitei essa felicidade e comecei a escrever o EPILOGO de ALWAYS. Cara, vocês são demais, em um dia recebi 8 recomendações no Nyah... O que um suborno não faz hein? hehe!

Desculpem pela demora, infelizmente estou meio atarefada, comecei a ETEC, ou seja, estudo de manhã no FORMARE (das 7 às 14:30), o  tempo que me resta faço meu TCC, toco meu violão e escrevo capítulos para vocês, depois pego o buzão e vou para a ETEC (das18 às 23) Chego e durmo *0* Mas mesmo assim estou me desdobrando para atualizar aqui, ok? (: Jamais abandonarei vocês! Espero que curtam o capitulo, logo tudo se resolverá.

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Eu ficaria linda, mudaria radicalmente, e isso seria apenas o começo para trazer meu marido de volta.

Fiquei desde as 10h10min até as 13h00minmin no salão, quando sai liguei para Esme, dizendo que havia mudado de planos. Ela ficou muito contente e disse que iria avisar Emmett que eu estava indo para lá. Passaríamos à tarde em família.

Olhei meu reflexo no vidro de meu carro e sorri. Ok, eu realmente estava linda.

Capitulo 11

POV Edward

Anthony ria, puxando meus cabelos enquanto gritava palavras desconexas.

- Assim machuca o papai. – Retirei a mão dele do meu cabelo, sorrindo, o que o fez fazer um bico lindo. Mordi sua bochecha, havia descoberto que ali era o ponto fraco dele... Thony tinha cócegas quando mordia suas bochechas.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH. – Ele berrou, empurrando-me e quase caindo do meu colo. O puxei contra meu peito e girei meu corpo, deitando-o no sofá e pondo-me sobre ele.

- Ei garoto, não faz assim. – Soltei o ar desesperado – Eu vi você caindo.

Alheio, Thony continuou rindo, chacoalhando os pés e tentando me acertar. Voltei a pega-lo no colo, ouvi o som de um motor de carro, fui até a janela e sorri ao ver que era Tânya. No mesmo instante um conversível preto parou atrás dela, era Isabella.

As duas saíram dos carros quase no mesmo momento, mas foi impossível não olhar para Isabella. Ela estava diferente; vestia uma calça jeans preta e justa, uma regata branca, seu rosto estava levemente maquiado e seu cabelo um pouco mais curto e liso.

- O que houve? – Meu pai tocou meu ombro – Uau! Aquela é Bella?

- Sim. – Suspirei afastando-me da janela.

A porta se abriu e as duas entraram.

- Bella, querida! – Meu pai a abraçou sorrindo – Parabéns minha linda.

- Obrigada Carl.

- Oh, não sabia que era seu aniversário, parabéns.

- Obrigada Tanya.

A morena se esquivou do meu pai e veio até mim, tocando o rosto de Thony.

- Oi bebê! – Beijou a bochecha de nosso filho sorrindo. – Edward.

- Isabella. – Sorri.

Ela torceu os lábios.

- Me chame de Bella, por favor.

- Me desculpe. – Isabella voltou a sorrir, passei Anthony para um braço e usei o outro para abraçá-la um tanto desajeitado e distante. – Parabéns. – Suspirei sentindo o cheiro gostoso dos seus cabelos – Eu sabia que estava me esquecendo de algo que eu não me lembrava. – A morena riu da minha confusão. – Desculpe.

- Tudo bem, obrigada. – Ela aceitou meu abraço, aproximando-se mais e enlaçando minha cintura com os seus. Por cima de seu ombro vi meu pai levando Tânya para os fundos, onde estavam os outros.

- Não precisa agradecer. – Alisei suas costas, sentindo-a estremecer. Seus lábios pousaram em meu maxilar. Bella se afastou passando a mão pelo rosto, só então percebi que ela chorava. – Oh, não chore.

- Eu só fiquei contente. – Mordeu os lábios me forçando a olhá-los. Desviei meus olhos de seus lábios macios e pigarreei. – Só que também estou triste!

Franzi a testa confuso.

- Porque?

Isabella deu de ombros voltando a se aproximar de mim e me abraçar.

- Porque era para você estar comigo hoje... – Choramingou, estreitando seus pequenos braços em minha cintura – Cumprindo todas as promessas que me fez.

Suspirei tentando manter a calma. Eu não podia brigar com ela, além de ser seu aniversário, devia ser muito difícil ver alguém que se ama com outra pessoa.

- O que eu te prometi?

Ela riu baixinho contra meu peito.

- Tantas coisas, mas o que eu mais acreditei foi que iria durar para sempre.

- Isabella... – A empurrei de vagar. – É melhor você ir lavar o rosto.

Sai da sala com Anthony e fui para os fundos. Emmett, Rosalie – que estava com uma pequena barriga – Alice, Jasper, mamãe, Meg, Tânya e papai estavam ali, próximos a piscina.

- Oi amor! – Tânya sorriu assim que me viu.

- Oi. – A abracei.

- Onde Bella está? – Minha irmã indagou.

- Subiu para pegar alguma coisa no quarto. – Menti, desviando os olhos.

- Vou falar com ela. – Alice cerrou os olhos para mim e foi em direção a casa.

- Vou preparar alguma coisa para comermos. – Esme avisou.

- Vem filho, vamos beber alguma coisa. – Carlisle me chamou, enquanto entrava com Emmett e Jasper. Meu ex-cunhado travou o maxilar e eu suspirei.

- Vou ficar um pouco aqui fora pai. Leve Anthony lá para dentro, por favor, vou dar um mergulho.

- Tudo bem.

- Hm... – Tânya enlaçou minha cintura, beijando meu pescoço – Quer companhia?

- Não precisa. – Beijei seus lábios – Porque não vai ajudar dona Esme? Assim podem se conhecer melhor.

- Ótimo idéia.

Sorri beijando-a novamente. A observei se afastar e entrar pela porta pela qual todos entraram.

Retirei minha camiseta e minha bermuda, ficando com apenas uma sunga. Sorri sentindo o sol esquentar minha pele.

Me aproximei da piscina devagar, ela parecia ser funda.

POV Isabella

- Idiota, idiota, idiota... – Murmurei para minha imagem no espelho, enquanto refazia minha maquiagem. – Não é para implorar por ele Bella! É para seduzi-lo! – Parei de passar o blush e rolei os olhos – Oh droga, eu não sei seduzir! Eu nunca precisei seduzir Edward, sempre foi tudo tão natural...

Guardei minha maquiagem na bolsa e arrumei meus cabelos. Sai do banheiro e encontrei Meg sentada na cama onde havíamos dormido no tempo que ficamos aqui.

- O que está fazendo aqui querida. – Me aproximei dela, sentando-se ao seu lado.

- O vovô disse que você está linda, então resolvi vir ver.

- Então. – Sorri, puxando-a para meu colo – O que achou?

- Você está uma gata!

Sorri, beijando a ponta de seu nariz.

- Será que... que seu pai pensa o mesmo?

Ela assentiu freneticamente, passando a mão por meus cabelos.

- Num do dois dias pra ele ta la em casa de novo!

Rolei os olhos colocando-a no chão e me levantando.

- As coisas não são tão fáceis assim meu amor, mas fique tranquila, vou fazer ele voltar para nós.

- Eba!

- Agora vamos.

Saímos do quarto comigo pedindo para que ela mantivesse tudo em segredo. Todos estavam na sala, conversando e rindo.

- Maninha! – Emmett se levantou assim que me viu. Me ergueu no ar, girando-me.

- Emm. – Resmunguei sentindo-me tonta e enjoada. – Acho que vou vomitar.

- Desculpa. – Ele me colocou no chão, espremendo contra seu corpo grande. – Estava com tantas saudades!

- Eu também grandão. – Sorri, ficando na ponta dos pés e beijando sua bochecha – Feliz aniversário gêmeo.

- Feliz aniversário gêmea. – Me soltou, olhando-me de cima abaixo – Uau, está linda.

- Não exagere.

- Está sim. – Torceu os lábios.

Rosalie se aproximou, me abraçando.

- Feliz aniversário Bella.

- Obrigada Rose. – Retribui ao abraço da minha cunhada – E esse bebê? – Toquei sua barriga, sentindo um pequeno relevo ali.

- Está crescendo. – Riu. Afastamos-nos e Emmett rapidamente a abraçou.

- Meu filho vai ser tão grande e bonito como o papai aqui!

- Parabéns a vocês dois. – Mordi os lábios – Vai ser o momento mais feliz das suas vidas.

- Não vejo a hora de começar a senti-lo. – Comentou.

Voltei minha atenção para a porta que dava acesso à sala, onde Esme passava rolando os olhos e Tânya vinha atrás, falando algo. Prendi o riso.

- Que interessante querida. – Esme comentou fazendo uma careta. Quando me viu abriu um sorriso. – Bella, querida! Parabéns meu amor!

- Obrigada. – A abracei sorrindo. Adorava Esme. Por cima de seu ombro vi Tânya me encarando. A ignorei começando a conversar com Esme, que também elogiou meu novo visual.

- Onde está Edward? – Carlisle indagou, o que me chamou atenção.

- Lá fora. – Tânya deu de ombros um tanto irritada – Disse que ia nadar.

- O QUE? – Me levantei.

- Ele vai nadar, sabe? – Zombou da minha cara. – Piscina, água...

- Oh droga. – Puxei meu irmão pelo braço – Emmett vem!

- O que...

- AGORA!

Corri para fora e sabia que ele estava me seguindo. Meu coração se apertou quando não vi Edward ao redor da piscina.

- Ali! – Meu irmão apontou para dentro da piscina. – Ele parece estar se...

- Droga, droga, droga. – Tirei meu celular do bolso e o joguei no chão, corri até a piscina me desesperando ao vê-lo se debatendo. Pulei na água e nadei até ele. Edward era pesado, custou para que eu o levasse até a borda. – EMM ME AJUDE!

Os olhos verdes de Edward se fecharam e aquilo só me deixou mais nervosa.

- Aqui. – Meu irmão o puxou para fora. A essa altura todos já estava no quintal, eu podia ouvir a voz desesperada de Esme e o choro de Meg.

Com a ajuda de Emmett o deitei na borda da piscina.

- Vamos... – Posicionei-me ao seu lado, massageando seu tórax. – Vamos Edward, vamos...

Ele permanecia de olhos fechados.

- Bella, ele morreu?

- NÃO EMMETT, NÃO! – Mordi os lábios não querendo pensar naquela possibilidade. – Você não pode me deixar Edward, eu não agüentaria viver tudo aquilo de novo...

Segurei seu rosto, que estava mais branco do que o de costume. Tampei seu nariz enquanto pressionava meus lábios contra os dele.

POV Edward

Abri meus olhos vomitando enquanto era virado de lado. Minha garganta estava doendo, assim como minha cabeça e meu nariz.

- Oh, graças a Deus. – Virei minha cabeça vendo Isabella ajoelhada ao meu lado, toda molhada.

- O que... – Tossi, cuspindo mais água ainda.

- Shh. – Ela pediu, ajudando-me a sentar. – Que diabos deu em você?! – Rosnou, me deixando assustado – Que porra Edward, se esqueceu que não sabe nadar?! – Ela bufou ao perceber o que disse, e eu acabei rindo. – Droga, me desculpe, eu só fiquei nervosa.

Assenti, passando a mão por meu rosto.

- Graças a Deus está tudo bem! – Girei minha cabeça, vendo minha mãe e os outros atrás de mim e meu pai se aproximando com uma toalha.

- Obrigado Bella. – Sussurrei, sentindo minha garganta protestar.

[...]

- Foi desesperador. – Murmurei já vestido, sentado no sofá com minha mãe de um lado, Tânya de outro e Anthony em meu colo. – Eu pulei na piscina e quando percebi estava afundando, tentei nadar, mas eu não sabia como. – Suspirei.

- Porque nunca nos contou que não sabia nadar? – Meu pai indagou.

Dei de ombros.

- Não me lembro.

- Eu lembro. – Meg veio para perto de nós, encostando-se nas pernas de minha mãe. – Uma vez você e mamãe estavam rindo, porque na lua-de-mel você não quis entrar no mar porque tinha medo de nadar. Ai você me disse que não era para eu contar pro tio Emm, senão ele te zoaria até o fim dos seus dias.

Acabei sorrindo e vi que Emmett também, porém ele não se pronunciou.

- Você não sabia? – Indaguei para Tânya.

- Eu... Não, você nunca me disse nada sobre isso.

- Vai ver você não ama ela muitão como ama eu e a mamãe para contar isso. – Meg supôs e eu fingi que não ouvi.

- Onde está Isabella? – Indaguei.

- No quarto.

Me levantei, fazendo Tânya também se levantar.

- Aonde vai?

- Vou agradecê-la. – Dei de ombros, mas percebi que ela não gostou muito da idéia. – Já volto.

- Estaremos todos na cozinha, preparei lanches deliciosos.

Subi as escadas e parei enfrente ao quarto que era meu. Bati e chamei, mas ninguém apareceu. Preocupado desci as escadas novamente, mas ninguém estava na sala. Sai da casa e dei a volta, parando enfrente a janela que eu pedia a Deus para ser do quarto.

- BELLA! – Chamei e nada.

Qual era a probabilidade dela ter caído e se machucado?

Nenhuma!

Mas vai que aconteceu? Ela havia salvado minha vida, eu não iria morrer só por escalar a janela e confirmar se ela estava viva ou não. Afinal, que pessoa viva não me ouviria bater e chamar compulsivamente na porta?

Subi por uma grade que estava presa na parede. Quando alcancei a sacada, me debrucei sobre ela. A porta estava aberta e um som baixinho vinha de uma porta que devia ser o banheiro. Essa mesma porta se abriu e eu arregalei os olhos ao ver Isabella saindo de lá enrolada sô em uma pequena toalha.

Minha cabeça latejou, me segurei mais firme na sacada enquanto sentia minha vista embaçar...

Corri até a frente de sua casa e supus que ainda estava acordada, a luz do seu quarto estava acessa.

- Vamos fazer uma surpresa para ela - Falei para mim mesmo enquanto subia pela grade lateral da casa, que dava ao segundo andar, conseqüentemente do lado da janela dela. Quando cheguei lá em cima quase cai com a visão que tive.

Pisquei varias vezes para ver se aquilo não era uma visão, e realmente não era. A morena estava trocando de roupa, de costas para a janela, me apoiei melhor para observar.

Ela tirou a camiseta lentamente, e aquilo me fez babar, literalmente, por de baixo de sua camiseta havia um sutiã vermelho, pelo espelho vi seu busto, e que busto! Bella tirou a calça jeans e sua peça intima parecia ser o conjunto do sutiã. Deus! De onde ela tirou aquelas pernas? E aquela coxa? OMG! Senti meus olhos arregalarem cada vez mais, passei a mão na boca para tirar a boba que já escorria. Bella colocou seu pijama, e quando eu ia me ajeitar na janela...
I’m – Sorry – Capitulo 8 – Sentimentos estranhos.
- Edward?

Abri meus olhos e vi Isabella me olhando incrédula. Assustado perdi o equilíbrio e cai da sacada, de costas no chão.

- Ai... – Resmunguei, sentindo tudo doer. Ok, hoje era o dia...

- Você está bem? – Meu queixo caiu ao vê-la se debruçar na mureta, que segundos atrás eu estava pendurado, apenas usando um sutiã... E porra... Era vermelho.

- Aham. – Suspirei, sem desviar os olhos dela.

- Isso me fez lembrar algo. – Ela riu baixinho fazendo seus seios quicarem. Suspirei. De novo. De novo e de novo. – O que faz ai?

Passei a mão pelos cabelos e falei a única coisa que me veio a cabeça.

- Só estou conferindo se a grama é macia mesmo. – Me levantei passando a mão na bunda e resmungando.

- Sei... Não caiu na mesma mentira duas vezes. – Riu mais alto ainda, consequentemente seus seios pularam mais alto dessa vez.

- Para de rir. – Pedi constrangido, cruzando os braços no peito.

- Ok – Ela mordeu os lábios tentando segurar a risada, mas foi impossível. – Deixe-me reformular a pergunta... O que estava fazendo me espionando Sr. Cullen?

- Não é o que está pensando. – Me defendi bufando – Eu bati na porta e te chamei, mas você não respondeu, eu ia te agradecer por ter me salvador, então me senti na obrigação de retribuir.

- Espiando-me pela janela?

- Não. – Rolei os olhos – Te salvando. Sabe, supus que você podia ter desmaiado ou algo do tipo.

- Me desculpe, não te ouvi me chamando, estava pensando algumas coisas...

- Hm. – Dei de ombros – Mesmo assim, me desculpe e obrigado. Me desculpe por ter invadido sua privacidade, e obrigado por ter me salvo.

- Não se preocupe. Não tem nada aqui que você já não tenha visto. – Piscou, me deixando com o queixo caído – Invadido também.

Abaixei o rosto sentindo meu rosto corar.

- Hm, certo, te vejo quando descer.

- Ok, tchau taradão.

Marchei rapidamente para dentro de casa. Como eu voltaria a encará-la de frente depois de ter visto-a seminua?

- Filho, aconteceu algo? – Meu pai estava sozinho, sentado no sofá.

- Não. – Dei de ombros sentando-me ao seu lado.

Eu sabia que os peitos de Isabella não saiam da minha cabeça por falta de sexo, afinal, fazia quase 1 mês que acordei do coma e até agora nada havia rolado entre mim e Tânya.

- Algo te incomoda?

- Pai, será que eu posso tirar algumas duvidas com você?

- Claro filho.

POV Isabella

- Como vou olhar na cara dele agora? – Voltei a conversar com meu melhor amigo, o espelho – Eu praticamente agi como uma vadia, mostrei-me a ele e o chamei de taradão. Eu sei que não devia ter vergonha, afinal... – Senti meu corpo se arrepiando – Já fizemos tantas coisas juntos, mas mesmo assim... Parece ser tão errado falar safadezas a ele agora.

Eu estava ficando louca, eu sei... Conversando com o espelho. Sai do quarto e desci as escadas, pronta para pedir desculpas a Edward, mas travei, quando o vi falando com Carlisle na sala.

- Não rolou nada entre vocês até agora? – Meu sogro indagou todo sério.

- Não pai. Tânya é linda... – Torci os lábios, eu não precisava ouvir aquilo! – Mas quando estamos na cama... Não consigo fazer nada. Será que estou doente?

- Claro que não, no seu aniversário você se gabou que fazia amor com Isabella três vezes por dia, impossível você estar doente.

- Três... – Murmurou incrédulo e eu quase ri. – Mas então porque não consigo fazer amor com Tânya?

- Não sei. – Carl deu de ombros – Talvez não seja a hora certa.

- Tem certeza que é isso? – Edward indagou curioso.

- Edward, não quero me meter nisso tudo.

- Porque?

- Porque não aprovo o que fez com Bella, com seus filhos! – Me sentei, aquilo estava ficando interessante. – Não vai querer saber minha opinião.

- Claro que quero, você deve me conhecer mais do que ninguém!

- Ok. – Carlisle suspirou tão alto que eu ouvi. – Eu simplesmente não consigo entender porque você traiu Bella. Você sempre pareceu tão apaixonado, carinhoso... Não faz sentido! Eu fui o ultimo a estar com você antes do seu acidente, você não queria nem ir para Port Angeles porque queria ficar com Bella! E em relação a você não conseguir fazer “amor” com Tânya, deve ser porque nunca fizeram isso ou nem exista “amor” entre vocês.

- Pai...

- Pronto Edward, eu já disse o que achava, não vamos mais tocar nesse assunto, não quero brigar com você, por favor.

- Ok.

Ficaram em silencio por alguns segundos, até que Carlisle voltou a falar.

- Então, qual sua outra duvida?

- Você é neurologista?

- Sim. Por quê? Está sentindo algo?

- Eu queria perguntar o porquê sempre que eu vou ao meu médico, saiu de lá com uma dor insuportável de cabeça?

- O que? Isso não era para acontecer.

- Não?

- Não. – O tom da voz de Carlisle parecia preocupado – Eu queria te propor uma coisa desde que você voltou.

- Por quê?

- Deixe-me cuidar de você.

- Por mim tudo bem, nem gosto daquele médico mesmo. Depois vou conversar com Tânya.

- Ok filho.

- Vou atrás dos outros, estou com fome.

- Edward, só mais uma pergunta.

- Sim?

- Qual é o nome do seu médico?

- Thomas Nosnittap

- Obrigado filho.

Antes que eu me levantasse Carlisle já estava ali na minha frente.

- Que coisa feia Srta Cullen.

- Viu meu brinco Carlisle?

- Pior ainda é arrumar uma desculpa para ocultar a verdade.

Resmunguei, rolando os olhos.

- Ok, eu ouvi mesmo! – Me levantei, cruzando os braços. Carl riu, mas logo ficou sério. – Porque Edward está sentindo dor de cabeça?

- Não sei, vou verificar, sabe, isso é estranho. O tratamento devia trazer alivio, não dor. – Beijou minha testa e começou a subir as escadas – Fique tranquila, não vou deixar nada acontecer com ele.

- Tudo bem. Vou me juntar aos outros.

- Desço daqui a pouco.

- Está bem.

Sai dali saltitando... Tipo... Tânya não havia tocado o corpo do meu marido!

Ainda dava tempo de eu reconquistá-lo!

Fui para a sala de estar, de onde vinha a gargalhada de Anthony. Assim que entrei vi meu pequeno sentado em uma cadeirinha própria para ele ao lado de uma cadeira vazia que eu sempre ocupava. Do outro lado de Thony estava Edward e Tânya.

- Voltei. – Anunciei, dando a volta e sentando-me a mesa.

- Coma querida, os salgados estão quentinhos, acabei de retirar do forno.

- Parecem estar deliciosos.

- Estão sim maninha. – Emmett mordeu um, sorrindo – Então, desde quando é salva vidas?

- Desde nunca. Só tive treinamento de primeiro socorros na faculdade Emmett, e isso envolvia afogamento.

- Só não entendo porque tem piscina na sua casa se Edward não sabe nada. – Alice resmungou confusa.

- Ah, não. – Ri pegando um enrolado de presunto e mussarela. – Edward sabia que eu gostava de nadar, então comprou a casa com piscina, mas ela não é tão funda, uma grande parte é rasa.

- au-au! – Anthony bateu em meu braço, chamando-me.

- Mamãe já disse que au-au é o bob. – Resmunguei. Ele havia pego a  mania de chamar tudo de au-au.

Anthony não me levou tão a sério e riu. Coloquei um pedaço da massa em sua boca, ele sorriu em aprovação.

- Ele ta chamando até eu de au-au. – Margareth riu. Sorri para ela, retirando a franja de seu rosto.

- Acho que já está na hora de irmos embora. – Comentei, vendo pela janela o sol começar a sumir.

- Ainda nem cantamos parabéns. – Esme torceu os lábios. – E muito menos cortamos o bolo!

- Bolo? – Meu irmão se empolgou – Sério?

- Eu prometi, lembra?

- Aham. – Ele riu. Emmett havia implorado tanto no aniversário de Edward para que Esme fizesse bolo para ele também. – Faz um tempão que eu não como um bom bolo!

- Ingrato. – Rose o empurrou. – Eu fiz um antes de ontem.

- Eu disse um “bom bolo” ursinha.

- Está insinuando que meu bolo não é bom?

Parecia que Rosalie começaria a chorar a qualquer instante.

- Não foi isso o que eu disse amor...

- Pois eu entendi muito bem! Saiba que não vai comer algumas coisas durante muito tempo.

Eu ri da cara do meu irmão. Olhei disfarçadamente para Edward e o vi alisar carinhosamente o rosto da loira.

Suspirei abaixando os olhos.

Aquilo doía tanto.

[...]

- Nem precisava mana. – Meu irmão tirou a camisa que usava e colocou a que eu lhe dei – Nem acredito que está autografada!

Era uma camisa de um time que eu sabia que ele gostava. Havia feito faculdade com a irmã do jogador e foi fácil conseguir o presente para ele.

- Não precisa agradecer, você merece.

- Mas nem chegou aos pés do que eu te dei. – Fez um bico enorme, referindo-me ao vestido preto que havia me dado.

- Eu amei Emm. Sério.

- Eu te amo pequena. – Me abraçou forte, rindo em meu ouvido.

- Eu também grandão.

Afastei-me dele rindo.

- Será que posso levar um pouco de bolo tia Esme? – Ele indagou, olhando de relance para Rosalie que bufou.

- Claro querido, vem vou arrumar para você.

Sorri negando com a cabeça. Meu irmão sempre seria o mesmo.

- Bom, vou arrumar nossas coisas pequenos, está tarde e amanhã Meg tem escola.

- Mas mãe...

- Mocinha, tem que obedecer sua mãe. – Edward a repreendeu, estalando um beijo em sua bochecha.

Ela torceu os lábios mais concordou. Fui para o quarto e comecei a arrumar as coisas de Anthony e de Meg.

- Posso entrar? – Edward indagou, batendo na porta.

- Sim. – Respondei. Coloquei o uniforme de Meg dentro de sua mochila, fechando-a. Virei-me para encará-lo. – O que houve?

- Nada, só vim aqui porque fiquei constrangido, todo mundo te dando presentes, menos eu.

- Não se preocupe, você já me deu algo que ninguém seria capaz.

- O que?

- Thony. – Sorri, e ele assentiu.

- Não é só isso... – Edward torceu os lábios – Me senti mal por ter escalado a janela, me senti mais mal ainda por ter sido intrometido.

- Esquece isso. – Dei de ombros, me aproximando dele e tocando seu braço. – Você só queria saber se eu estava bem.

- Sim.

Acabei sorrindo.

- Obrigada por se preocupar comigo.

- Você salvou minha vida.

- Nem me lembre disso. – Escorreguei minha mão até a dele, segurando-a. – Eu fiquei com medo.

- Do que? – Indagou confuso.

Suspirei, sentindo meus olhos arderem.

- De te perder, de novo. – Enxuguei minha bochecha molhada. – Medo de não tem tempo de lutar por você.

- Isabella.

- Só Bella.

Ele se afastou, tirando minha mão da sua.

- Olha, eu tento numa boa ser seu amigo, mas você parece não entender! – Resmungou, passando a mão pelos cabelos – Eu sei que fomos casados, mas isso acabou ok?

Fui até ele, abraçando-o.

- Me de outra chance – Me desesperei. – Eu prometo, eu juro, vai dar certo dessa vez! Vou ser uma esposa melhor, por favor... – Agarrei sua camisa, tocando esbarrando minha mão em sua pele quente quando um dos botões se abriu. – Nosso amor não pode ter sido apenas passageiro.

Edward estremeceu. Subi minha mão por seu braço até chegar a sua nuca, agarrando seus cabelos.

- Bella...

- Por favor.

Ele resmungou alguma coisa. Aproximei meu rosto do dele, beijando primeiro seu queixo e depois sua bochecha. Sorri ao ver que seus olhos estavam fechados e ele não estava me afastando.

Com minha outra mão o puxei para mais perto de mim. Edward parecia rendido, e aquela foi à deixa para que eu passasse minha língua por seus lábios. Ao contrario do que pensei, ele não me empurrou ou me mandou parar, apenas abriu os olhos e ficou me olhar.

Chupei seus lábios, da maneira como eu me lembrava que ele havia feito comigo em nossa primeira vez. Um gemido rouco saiu de sua garganta, o que me deu mais coragem para continuar.

Esmaguei meus lábios contra os dele. Edward voltou a fechar os olhos e eu fiz o mesmo, apreciando o calor que sua boca emanava. Deixei minha língua escorregar por seus lábios e gemi quando ele permitiu minha passagem.

Seus lábios começaram a mover junto aos meus, enquanto nossas línguas se enrolavam uma na outra. Puxei seus cabelos, aumentando o ritmo do beijo. Girei nossos corpos, empurrando-o sobre a cama. Coloquei-me sobre ele e voltei a grudar nossas bocas.

Suas mãos escorregaram por minhas costas e eu quase não conseguia acreditar que estava ali, com Edward sob mim, beijando-me com desejo.

Deixei sua boca e escorreguei meus lábios por seu pescoço, fazendo-o arfar.

- Bella...

- Shh. – Abri os botões de sua camisa, lambendo seu peito másculo – Você nunca vai saber se me ama ou não se não me tiver. Deixe-me te mostrar que você é meu.

- Não. – Suas mãos apertaram meu quadril. Ele dizia uma coisa, mas seu corpo dizia outra. Eu podia sentir seu tesão roçando em mim. – Deus...

Corri minha mão até sua calça, quando comecei a desabotoá-la Edward se sentou, retirou-me de seu colo e se levantou ofegando, abotoando a camisa.

- Edward.

- Me esquece Isabella! – Grunhiu irritado. – Me esquece ok? Eu não te quero mais, deve ter sido legal o que aconteceu entre nós, mas eu tenho Tânya agora, e é com ela que eu quero ficar!

- NÃO! – Me levantei, tentando abraçá-lo novamente, mas ele me empurrou. – Você não a ama, você ama a mim!

- Me esquece, eu já disse! – Passou a mão pelo cabelo, seu rosto estava vermelho. – Eu não quero mais nada com você, eu não te amo!

- Como você pode saber disso, hein?! – Joguei os braços para o ar, incrédula – Você não a ama! Não pode amá-la... – Agarrei meus próprios cabelos – Você dizia que me amava!

- Quantas vezes vou ter que te lembrar que eu não me lembro de nada! – Edward segurou meu braço, me chacoalhando – Eu não me lembro da minha infância, eu não sei minha comida favorita, não sei se eu me casei com você por amor, ou só porque estava grávida... – Fechei meus olhos, sentindo a força das suas palavras.  – Eu não sei nem se aquele garoto lá embaixo é meu filho.

Foi automático. Dei um passo para trás no mesmo instante que levava minha mão ao rosto dele.

- Seu... Seu... – Travei o maxilar, vendo-o me olhar chocado com a mão pressionada onde o bati – Você poderia ter me dito as piores coisas, que não me ama, que eu fui só um passatempo para você como já cheguei a ser um dia, mas nunca, nunca pensei que diria uma coisa dessas. – Esmurrei seu peito. – EU NÃO SOU UMA VADIA!

- Eu... Eu... Me desculpa. Eu fiquei irritado, não queria que interpretasse dessa maneira e...

- Saia daqui. – Implorei, sentindo meu corpo tremer. – Anthony não precisa de você, ele tem a mim. Vá com aquela lá, porque ela sim é uma vadia mentirosa!

- Isabella.

- SAIA!

- Me escuta! – Voltou a me segurar pelos braços. – Foi só um exemplo, queria explicar como é estranho não saber quem eu sou... Eu não sei de nada sobre mim.

- Se você não sai, eu saiu! – Puxei meus braços e peguei as minhas coisas e as das crianças. Ele voltou a me chamar, mas eu não parei. Desci as escadas. Anthony estava sentadinho no tapete, ao lado de Meg. – Margareth, vamos embora. – Peguei Thony, que resmungou.

- Mas mãe.

- AGORA MEG!

Ela me olhou assustada, assim como todos que estavam ali, eu nunca havia aumentado meu tom de voz com ela.

- Bella, o que houve? – Emmett indagou.

- Nada, vem querida. – Me virei para Carlisle – Peça ao seu filho não procurar mais por Anthony nem por Margareth. Ele não tem filho!

Sai o mais rápido possível daquela casa. Coloquei Anthony em sua cadeirinha no banco de trás, quando assumi o volante Margareth já estava dentro do carro com o cinto.

Rodei a chave, ligando-o. Sai dali me controlando para não pisar fundo no acelerador. Quando já estava longe o suficiente olhei pelo retrovisor e vi que Meg chorava em silêncio. Parei o carro no acostamento e respirei fundo.

- Meg, me desculpe, vem cá. – Ela obedeceu. Soltou o cinto, passou entre as poltronas e sentou-se em meu colo. – Me perdoe minha linda, eu não devia ter gritado contigo.

- Tu-tudo bem. – Deu de ombros.

A apertei contra meu peito, sentindo-a tremer e soluçar.

- Eu fiquei nervosa, acabei descontando em você. Eu te amo minha pequena, muito.

Beijei sua testa. Suspirei aliviada quando seus pequenos bracinhos me enlaçaram.

- Você brigou com o papai?

Assenti, limpando as lágrimas dela.

- Sim, nós discutimos.

- Por quê?

- Meg...

- Você... – Ela voltou a chorar – Não vai mais deixar ele ver eu nem o Thony?

- Shh querida, foi só uma bobeira que a mamãe disse, eu nunca vou fazer algo que te faça sofrer.

Meg assentiu, encaixando seu rosto em meu ombro.

- Porque vocês brigaram?

- Meg...

- Mamãe!

Suspirei, alisando seus cabelos.

- Eu fiquei triste, muito triste, porque ele disse uma coisa que me magoou.

- O que?

- Deu a insinuar que ele não era o pai de Thony.

- Porque papai disse isso? – Indagou chorosa.

- Porque ele é um imbecil querida.

- Eu odeio ele.

- Meg, não diga isso. – Beijei sua testa – Edward te ama tanto.

- Eu também amo o papai, mas não gosto de ver você triste...

- Mamãe promete que não vai mais ficar triste, ok? Agora vá lá para trás, vamos para casa.

- Ta.

- Te amo filha.

- Eu também mamãe.

POV Edward

IDIOTA! IDIOTA! IDIOTA!

Porra, como pude ser tão desgraçado em dizer aquilo para Isabella?

Soquei o ar irritado. Abri a porta desesperado... E se ela não me deixasse mais ver meus filhos? Eu não conseguiria ficar longe deles.

- Isabella... – Chamei, descendo as escadas. Minha mãe e meu pai me olharam de uma maneira estranha, minha irmã bufou e meu cunhado a repreendeu com um olhar. – Onde está Isabella?

Emmett se levantou no mesmo instante que Rosalie, que tentou impedi-lo de vir até mim, o que foi em vão. O cara era enorme!

- O que você fez a ela? – Me puxou pela gola da camisa. Engoli seco quando ele ergueu o punho. – O QUE VOCÊ FEZ A ELA? RESPONDA!

- NÃO FIZ NADA! – O empurrei, arrumando minha camisa. – Nós só discutimos!

- Discutiram? – Ele riu irônico, passando a mão pelo rosto – Eu vi como minha irmã desceu da porra daquele quarto!

- Emmett...

- O que você falou para ela? Olha eu estou me controlando, diga. – Ele suspirou, torcendo o pescoço – Não adianta negar, ela desceu aqui chorando, irritada! Eu nunca havia visto ela brigar com Meg!

- Ela brigou com Margareth?

- Isso não interessa! Eu quero saber porque ela disse que não é para  você procurar mais por meus sobrinhos?

- Ela disse isso?

- Esta começando a me deixar irritado.

Meu pai e Japer se aproximaram, empurrando-me a mim e a Emmett que já estava cara a cara comigo.

- Edward, filho... – Carlisle me olhou decepcionado.

- Eu... – Mordi os lábios – Eu me irritei com ela ok? – Passei a mão por meus cabelos – Juro que foi sem querer. Eu não me refreei e acabei dizendo merda. – Tirei a mão do meu pai que estava em meu peito – Eu sei que errei, está bem? Não preciso de um idiota como você me repreendendo Emmett!

- Vou te mostrar o idiota!

- Emmett! – Rosalie o abraçou – Por favor, não.

- Eu estou cansado de você Edward. – Ele confessou, com os olhos vermelhos. – Sempre fomos amigos cara! A primeira vez, quando você a usou por uma aposta e tirou a virgindade dela, eu te perdoei, porque ela mesma me pediu, porque ela te amava. – O maxilar dele tremeu, Emmett parecia se conter para não chorar. – E agora a trata mal, mesmo estando errado! Foi você quem a traiu, não ela! Você não tem o direito de fazê-la sofrer! Porra, eu quebraria sua cara se não estivesse aqui, mas em respeito aos seus pais não vou fazer isso. – Retirou os braços de Rosalie de seu corpo. – Seja lá o motivo, mas atenda ao pedido da minha irmã, fique longe dela e deles!

- Vem, vamos embora amor. – Rose o puxou pela mão. – Esme, Carlisle, nos desculpe, mas acho melhor irmos.

- Não precisa se desculpar querida.

O casal saiu e eu me permiti sentar no sofá.

- Isabella não pode ter falado sério! – Choraminguei – Eu amo os dois, não vou conseguir ficar longe.

- Pensasse antes de falar alguma bobeira. – Meu pai me repreendeu.

- O que você disse a ela, seu desnaturado!

- Alice, não se meta. – Bufei.

- Edward... – Olhei para minha mãe e abaixei a cabeça – Eu perdi a cabeça, comecei a explicar a ela que eu não me lembrava de nada, acabei passando dos limites e dizendo que eu nem sabia se Anthony era mesmo meu filho.

- Acho melhor irmos Alice. – Jasper me olhou, negando com a cabeça alguma coisa. Minha irmã se despediu dos meus pais e foi embora sem ao menos olhar para mim.

- Não acredito. – Esme balançou a cabeça incrédula – Como pode querido?

- Foi sem querer mãe. – Me levantei, enxugando algumas lágrimas. – Tânya, vamos embora.

- Ok amor.

- Espera. – Meu pai pediu, foi até seu escritório e voltou de lá com um álbum de fotografias, entregando-me a mim. O abri e vi a primeira foto.

- Anthony? – Indaguei, tocando o rosto do bebê.

- Não. – Ele negou – Você.

Fechei os olhos fechando o álbum.

[...]

- Quer me contar o que aconteceu naquele quarto? – Tânya se remexeu na cama, enquanto eu  tentava em vão acertar a senha do notebook.

- Isabella e eu discutimos.

- Hm... – Torceu os lábios. – Porque a chamam de Bells? Apelido ridículo.

- Tânya...

- Ok.

Desliguei o computador e fui me deitar na cama.

- Vem cá. – A puxei para meus braços, arrependido por ter chegado a ir para a cama com Isabella e deixado-a beijar-me da maneira como beijou, como tocou. – Então, quais eram nossos planos?

- Primeiro você deixaria Isabella.

- Esse já foi cumprido.

Ela mordeu os lábios, cerrando os olhos.

- Depois noivaríamos, nos casaríamos, teríamos muitos filhos e seriamos felizes para sempre.

- Filhos? – Sorri tristonho, lembrando-me que há dois dias não via Anthony nem Meg.

- Sim, quero ter um filho seu. – A mão dela começou a escorregar por meu peito e eu suspirei, não de prazer, mas sim de frustração. – Podemos começar agora?

- Hm, acho que estaríamos pulando a ordem. – Retirei a mão dela do meu peito, entrelaçando nossos dedos.

- Ok. – Ela resmungou, rolando para o lado. Eu a abracei por trás.

- Ei, não fica assim, podemos dar um passo a diante para essa hora chegar, o que acha?

- O que? – Fingiu-se de desentendida.

- Quer ser minha noiva Tânya?

- Oh! – Ela sorriu, beijando-me. – Mas não podemos.

- Por quê?

- Você ainda é casado...

- Não tem problema, resolvo isso. Vou me separar de Isabella e não terá como fugir de mim.

N/A: NÃO ODEIEM O EDWARD! HAHA COMENTEM, E DÊEM JOINHA! (:

Um comentário:

Anônimo disse...

Oiii caah eu adorei o caitulo como sempre.mas vc tem q terminar logo essa fic por favor.eu estou cm mta raiva do edward mas estou cm mais raiva da vadia da tânia...tomara q ela sofra mto aquela vadia. por favor termine logo tô sofrendo cm a bella bjsss caah amore

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