Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

09/12/2011

Dont Forget For Me - Capitulo 8

N/A:: Oiiiiiii! *Caah se esconde envergonhada* Ah, nem me olhem assim, até que não demorei muito *0* dia 16 entro de ferias, prometo bombardear o blog de posts.

Escrevi o capitulo hoje *0* Estava inspirada, em 1 horinha já estava pronto, mas não gostei do resultado ''/ Vocês acham que eu devo refaze-lo? Beijos!


Capitulo 8

POV Bella

Esme alisou meu ombro, enquanto me olhava sorrindo.

- Como está se sentindo querida?

- Bem melhor. – Suspirei, sentindo minhas mãos ainda um pouco tremula. Levei o copo de água com açúcar aos meus lábios, enquanto observava Edward... Sim, o meu Edward, sentado no outro sofá nos olhando de uma forma estranha.

- Como assim não sabe o que aconteceu? – Carlisle indagou tão surpreso quanto nós.

- Eu realmente não me lembro de nada, só me recordo de ter acordado no hospital. – Ele abriu um daqueles sorrisos torto que fez com que meu coração disparasse.


- E onde você esteve todo esse tempo? Porque não veio atrás de mim, do seu pai... Da sua mulher.

Pela primeira vez ele me olhou, mas logo em seguida abaixou os olhos.

- Esme, ele mal sabe quem somos, como ele sequer ia pensar nisso?

- Eu estive... – Edward mordeu os lábios – Bom, não tem escapatória, eu vou contar tudo, mas será que antes eu poderia falar com você? – Me fitou – Depois esclareço tudo.

- Ok. – Me levantei. – Carl, podemos usar seu escritório?

- Fique a vontade querida. – Meu sogro piscou.

- Vem comigo. – Estiquei a mão para Edward, ele a aceitou e me acompanhou.

- Não tão à vontade. – Carlisle gritou, quando já estávamos entrando. Fechei a porta torcendo os lábios.

- Me desculpe, às vezes seu pai extrapola.

- Tudo bem. – Deu de ombros, olhando para nossos dedos que continuavam entrelaçados. – Bella, eu... Como eu falei, perdi a memória, não me lembro de muita coisa, estou começando desde o inicio, e não quero começar errando, por isso preciso te contar algumas coisas...

Neguei com a cabeça, enquanto aproximava meu corpo do seu, soltando minha mão da dele e enlaçando seu pescoço.

- Não quero falar de nada sobre agora... – Encostei meu nariz em seu queixo, sentindo meus olhos começarem a arder – Sabe como... Como foi horrível viver essas semanas pensando que você estava morto? Que não voltaria mais para mim, para Thony, para Meg? Deus, eu pedi tanto para que fosse só um pesadelo... E você está aqui amor, preciso mesmo saber se não é mais um sonho como tantos outros que já tive...

- Isabella...

- Shhh... – Fechei meus olhos, roçando meus lábios nos dele. – Eu sei que deve estar sendo confuso para você, mas deixe-me te beijar?

- Não. – Edward me surpreendeu, afastando-se e passando a mão pelos cabelos – Não podemos.

- Eu já disse que te entendo amor. – Sorri, caminhando até ele e parando a sua frente. – Mas eu te amo, e você me ama, então... – Colei meus lábios nos dele, enquanto emaranhava meus dedos em seus cabelos que estavam um pouco maior do que o habitual. Fiquei na ponta dos pés, enquanto tentava abrir espaço com minha língua entre seus lábios.

- Não... – Ele voltou a me empurrar – Eu... É exatamente isso... – Edward me olhou de forma estranha, fazendo um arrepio percorrer minha espinha – Me desculpa, eu não sou o cara que você pensou.

- Edward, o que está falando?

- Estou falando que não podemos mais ficar junto. – Cuspiu de uma vez, me fazendo arregalar os olhos – Me perdoe, não é você... Eu só... Eu tenho outra pessoa.

Dei um passo para trás, curvando-me um pouco pela dor que sentia em meu peito.

- Você não pode estar falando sério. – Senti meus olhos arderem – Edward, não brinque porq...

- Não estou brincando ok? – Ele me deu um meio sorriso tristonho – Só acho que você, como mãe do meu filho, não deve ser enganada... Eu não quero continuar mentindo, nem você e nem Tânya merecem isso.

- Tânya? – Sussurrei.

- Sim, ela é minha... Acho que namorada. – Sorriu um pouco distante. Me sentei em uma das poltronas que haviam ali, sentindo minhas pernas amolecerem. Ele não podia estar falando sério... Não, ele não podia. – Me desculpa, sei que deve ser difícil te falar isso, mas... Seria mais difícil ainda eu permanecer com você enquanto me encontro com ela.

Fechei os olhos, sentindo as lágrimas escaparem. Porque as coisas estavam acontecendo dessa forma? Droga... Passei dias sofrendo por ele, que não estava morto, e agora que Edward retorna mal tenho tempo de curtir aquele momento...

Mas isso não era o que mais me magoava... O que me fazia me sentir um lixo era que Edward preferia a outra mulher do que a mim.

- Porque ficar com ela? – Indaguei, sentindo o ódio brotar em meu peito – Você a conhece a menos de um mês e já está jogando para o ar toda nossa vida... – Me levantei, virando-me de costas para ele – Tudo o que construímos...

Ficamos em silencio por alguns minutos, até que senti sua mão em meu braço.

- Não é bem assim...

Me virei para olhá-lo.

- O que? Então como é? – Soquei seu peito – Diga seu estúpido!

- Tânya já nos conhecemos há algum tempo...

- Algum tempo?

- Sim, nosso relacionamento já vem de meses antes do meu acidente.

POV Edward

Acho que eu deveria ter dito aqui para ela quando estivesse mais calma, mas não queria ficar mentindo, ocultando meu relacionamento com Tânya.

Voltei a encarar Isabella, ela permanecia parada, com as bochechas rosadas e molhadas. Não posso negar, a morena a minha frente era realmente linda. Cabelos castanhos chocolates, assim como a cor dos seus olhos... Os olhos com que sonhei tantas noites.

- Desgraçado! – Ela socou meu peito mais uma vez. – Eu não posso acreditar que você me... – Isabella se calou e voltou a socar meu peito mais algumas vezes, ao planto, mas logo desistiu de me agredir e se grudou em meu tórax, enrolando seus dedos em minha camisa, apoiando sua cabeça em meu ombro – Por favor... – Choramingou, tremula – Me diz que está brincando...

Alisei seus cabelos e coloquei minha mão em sua cintura.

- Me perdoe... – Minha resposta apenas serviu para que seu choro se intensificasse. Eu me sentia horrível fazendo uma mulher chorar. – Isabella, tente me entender... – Ergui seu rosto – Eu poderia continuar te enganando, levando a vida como se nada estivesse acontecendo, mas não quero isso... Creio que ambos estaremos mais feliz assim, vivendo sem mentiras.

- Mas... E todas aquelas coisas que me disse? – Balançou a cabeça desolada. – Sobre me amar para sempre, de nunca me trair, de eu ser a única mulher capaz de te fazer feliz?

- Não posso te responder. – Segurei sua mão, desenrolando seus dedos de minha camisa – Eu não me lembro de nada do que aconteceu antes do meu acidente.

- Então como pode ter certeza que a ama? – Sua voz se alterou – RESPONDA EDWARD!

Tânya estava certa quando disse que Isabella tentaria me jogar contra ela. Suspirei, apenas dando de ombros.

- Eu só sinto. Isabella, olhe, não quero que as coisas entre nós fique assim, sabe... Não quero que afaste Anthony de mim, eu quero muito vê-lo crescer, acompanhar tudo.

- Você realmente não me conhece – Ela enxugou as lágrimas – Não é porque estou com ódio de você que vou privar meu filho de ser feliz.

- Obrigado. – Apertei uma mão na outra – Podemos voltar? Quero vê-lo.

- Pode ir à frente... – Isabella virou o rosto travando o maxilar. – Eu vou depois.
  
Torci os lábios, percebendo que ela realmente estava magoada comigo. Claro, mas que droga, obvio que ela se magoaria, que mulher não ficaria da mesma maneira?

Sai do escritório e voltei até a sala. Esme, a moça linda e ruiva me olhou sorrindo, aquela era a minha mãe... Eu mal podia acreditar.

- Onde Bella está querido?

- Ela vem logo. – Coloquei a mão no bolso – Onde está... Anthony?

- Carlisle levou ele e Meg para a cozinha.

- Hm...

No mesmo instante ouvi risos, logo vi os três entrando novamente na sala. A garota, Margareth, trazia em seu rosto um grande sorriso, que entrava em contraste com seus pequenos olhinhos vermelhos.

- Ahhh! – Anthony soltou um gritinho, atirando-se em minha direção.

- Acho que já fui jogado para escanteio. – Carlisle, meu pai, caminhou até mim, passando o pequeno garoto para meus braços.

Suspirei um tanto amedrontado. Anthony era pequeno, e a hipótese dele cair de meu colo fez com que eu o apertasse mais contra meu peito.

- Oi. – Sorri, sentando-me no sofá e colocando-o de pé em minha coxa. O bebê esticou os braços, agarrando meus cabelos e puxando-os. – Meu filho... – Alisei sua bochecha branquinha e rechonchuda. Por cima de seu pequeno ombro vi Margareth parada, apenas nos olhando. – Oi, Margareth, não é?

- É. – Ela sorriu. – Vovô disse que você não se lembra da gente.

- É. – Torci os lábios – Bom, mas teremos muito tempo juntos.

- Sim. – A pequena assentiu, balançando o corpo para os lados.

- Porque não se senta ali, querida? – Esme apontou para meu lado direito, que estava vago.

- Posso?

- Claro que pode. – Ri, batendo no local, indicando para que ela se sentasse.

Ela se sentou timidamente. Conversamos sobre algumas coisinhas, e eu me desdobrei para dar atenção a ela, minha mãe e ao pequeno Anthony.

- Então Edward... – Carlisle sentou-se a minha frente, com a testa franzida. – Agora vai nos contar tudo?

- Claro...

- Não! – Me virei, encarando Isabella. – Não é uma boa hora para isso... – Ela tentou sorrir, mas aquilo não foi muito convincente. – As crianças...

- Ah, ok. – Me levantei, com Anthony ainda nos braços. – Bom, acho que já vou indo.

- Como assim já vai indo?

- Esme, ou melhor... – Sorri – Mãe, Tânya está me esperando no carro, acabei me esquecendo desse detalhe.

- Tânya? – Carlisle indagou confuso.

- Quem é Tânya?

- Acho que Isabella pode explicar isso depois, é melhor eu ir.

- Edward, querido, mas sua casa...

- Esme... – Isabella a cortou – Edward precisa ir.

- Mas...

- Querida. – Meu pai a abraçou de lado. – Bells já disse que vai nos explicar tudo depois.

- Acho melhor você ir com sua mãe agora garotão... – Tentei desgrudá-lo de mim, mas ele fez menção de chorar.

- Thony, venha com a mamãe, meu amor. – A morena esticou os braços, mas eu sorri ao ver Anthony negar com a cabeça, agarrando-me pelo pescoço.

Consegui desgrudá-lo de mim e o entreguei para Isabella. Meu filho começou a choramingar baixinho, enquanto deitava no ombro dela, me olhando com um grande bico nos lábios pequenos.

- Não faça assim...

- Não chore meu anjo, o papai vai voltar. – Isabella o consolou, depois me olhou de uma maneira estranha – Não vai?

- Sim, eu vou voltar, sem duvida. – Toquei os cabelinhos dele, sorrindo – Você é pequeno, porém, muito encantador. Pode até ser a primeira vez que te vejo, mas não conseguirei ficar distante.

Beijei sua testa, sentindo-o ainda resmungar. Me afastei, abraçando meu pai e minha mãe, que voltou a chorar. Sorri, beijando sua testa também.

- Não chore...

- É... É... Tão difícil meu filho. Eu pensei que nunca mais te veria e... Oh Deus!

- Eu estou aqui agora.

- Deus, preciso ligar para Alice, Jasper, Rosalie, Emmett e todos os outros...

Sorri dando de ombros.

- Não sei quem são, mas tudo bem.

Logo em seguida, me sentei ao lado de Margareth, que continuava ali no sofá.

- Você vai mesmo voltar? – Ela indagou em um sussurro.

- Claro que vou. – Sorri, tocando sua bochecha.

- Porque não vem pra cá? Ou vamos para casa? Como antes... Sabe?

- As coisas já não são mais assim... – Suspirei, me sentindo o pior homem do mundo. Droga, como fui capaz de me deixar envolver com outra pessoa e machucar meus filhos dessa maneira? Tudo bem, eu sei que foi uma escolha minha... Mas ao mesmo tempo que tem seus prós a também seus contras. – Não se preocupe, não vou me afastar, ok?

- Ta bom.

Ela me abraçou e eu sorri, retribuindo. Ergui os olhos e vi que Isabella nos observava. Me afastei de Margareth, levantando-me e sorrindo para todos.

- Bom, vou indo. Será que posso voltar amanhã? Para ver as crianças? – Indaguei a Isabella.

- Claro. – Respondeu, evitando me olhar.

- Tchau Anthony. – Acenei, e ele retribuiu, fazendo novamente aquele biquinho persuasivo.

Me despedi de Isabella com apenas um aceno com a cabeça. Minha mãe me acompanhou até a porta e franziu a testa quando viu Tânya do outro lado da rua, encostada no carro.

- Quem é ela?

- Tânya. – Sorri. – Preciso ir, esclareceremos tudo depois. – Beijei sua bochecha e lhe dei as costas, mas antes de sair dali me voltei a ela novamente. – Poderia pedir a Isabella que separasse meus documentos pessoais para mim?

- Por quê? Você não vai voltar para sua casa? Pode pegar tudo lá.

- Apenas faça o que pedi. – Suspirei, girando em meus calcanhares e caminhando em direção a Tânya.

- Oi. Você demorou. – Ela mordeu os lábios, um pouco apreensiva.

- Oi. – Olhei para trás, e vi que Esme ainda estava na porta – Me desculpa, acabei perdendo a noção do tempo.

- Sem problemas, quem é aquela?

- Minha mãe. Podemos ir? Estou cansado, vou lhe contando tudo pelo caminho.

- Tudo bem.

Dei a volta no carro e entrei. Tânya ligou o carro com um pequeno sorriso nos lábios.

POV Isabella

- O que está acontecendo Bella? – Esme voltou, posicionando em minha frente, com as mãos na cintura. – Porque eu acabei de ver nosso Edward entrando no carro de uma mulher? Porque ele não ficou? Afinal, ele é seu marido e...

- Ela era... hm... Bonita? – A cortei, sentindo meu estomago girar.

- Sim, até que era, mas o que tem isso? O que... Oh querida, porque está chorando.

Apertei Anthony em meus braços, como se aquilo fosse capaz de tampar o enorme buraco em meu peito.

- O que aconteceu? – Carlisle retornou a sala, se aproximando de mim. – Bella, porque está chorando?

- Ele... Ele me deixou...

- Calma querida, Edward disse que volta amanhã. Tente entender, ele está confuso, tudo vai voltar ao normal logo e...

- Não Carl, não vai. – Me levantei – Não do jeito que eu quero, não para mim...

- O quê...

- Esme. – Passei Anthony para um braço, usando o outro para limpar minhas lagrimas – Edward não me ama mais, aquela ruiva... Aquela ruiva é a amante dele.

Minha sogra levou a mão aos lábios, tão chocada quanto Carlisle.

Eu estava com uma repulsa, ódio e nojo de Edward, mas nem mesmo isso fazia com que eu ficasse melhor.

Lembrei-me de todas as noites, quando ele me jurou nunca fazer isso comigo... Nunca me deixar, nunca me trair.

Meu destino devia mesmo ser sofrer...

E pela segunda vez, Edward estava me machucando, só que dessa vez, não teria mais volta.


PRÓXIMA ATUALIZAÇÃO: DEIXE-ME TE AMAR
(Que provavelmente não vem essa semana, só a partir do dia 16, já que tenho que estudar para provas e apresentações de trabalhos D: ' Bom, espero que compreendam)



4 comentários:

evelyn caroline disse...

Eu achei esse capítulo muito lindo.. Mal espero pra ver como vai ficar daqui pra frente, como os dois vão agir "separados" amei, Caah!

Julia disse...

Eu sinceramente acho que vc não deve refaze-lo.Se a sua intenção era mostrar como a família reagiria mediante a "verdade",vc conseguiu.Aguardando o próximo.bjbj

Camila S. disse...

Caaaaaaaaaah, coisa linda esse capitulo, triste, mas ainda assim lindo. Não deixa eles sofrerem muito, vai ser emocionante quando o Edward for atras da Bella.

Anônimo disse...

oi linda cah:

refazer???? como axim eu axo k este é um capitulo mto bom mesmo, se bem k espero k bella daki pa frente n deixe barato e comece a correr atras do k é dela pa fazer a idiota da ruiva ver o k ele é bom mas n é po bico dela.....mostra a ela k bela tb sabe correr atras do k é dela, e descubrir k foi tania kem fez ele ir numa conferencia k n era pa ir e o mandou fora da estrada poe exa loira a pagar por tudo..

beijo cris
cris_21503103@hotmail.com

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