Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

24/09/2011

Deixe-me te Amar - Capitulo 2

N/A: Nossa, estava com saudades de escrever Deixe-me te amar, mas ai está o capitulo hehe, espero que gostem, o próximo promete o/

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Capitulo 2

Joguei minha chave, carteira e blazer sobre o sofá assim que entrei em casa. Anthony se levantou da poltrona assim que me viu.

- Que bom que chegou pai.

- Onde ela está?

- Isa se trancou no quarto e não quer sair.

- Vou subir e falar com ela. – falei e toquei o ombro dele.

- Tudo bem.

- Ligue para Alice, Jasper e seus avôs.


Subi para o andar de cima. Parei no corredor e peguei as chaves reservas que estavam na gaveta da mesinha. Caminhei pelo corredor e suspirei, parando na frente a porta do quarto de Isabel.

- Querida, pode abrir a porta?

Ela não respondeu.

Destranquei a porta e entrei no quarto iluminado apenas pelo abajur. Isabel estava sentada na cama, abraçada as suas pernas.

- Sai daqui! – Ela pediu. – Saia daqui...

Aproximei-me da cama, sentando-me na beira sem saber o que fazer. Eu não era bom com palavras, sempre fui assim. E ainda mais com ela... Isabel estava a tanto tempo longe que toda aquela coisa de tio e sobrinha havia apagado. Sempre fui péssimo em consolar e me relacionar com outras pessoas, só com Anthony que isso era diferente... Mas aquela menina precisava de palavras carinhosas. Precisava e muito!

- Sinto muito. – Sussurrei, erguendo minha mão para tocar seus cabelos, mas parei no meio do caminho. – Você não pode ficar assim. Ei...

- Quem é você pra dizer que eu não posso ficar assim?! – A garota indagou um tanto irritada. – Era o meu pai! Você... Você não imagina o quanto está doendo aqui. – Apontou para seu peito.

- Claro que sei. – Puxei minhas pernas para cima da cama. – Perdi algumas das pessoas que mais amei em minha vida. Acha que também não estou arrasado? Emm era meu melhor amigo. Só que não vou me trancar em meu quarto, ignorando a realidade. Sabe o por quê? Porque eu sei que tem pessoas que precisam de mim. E é por isso que estou aqui agora. – O choro de Isabel aumentou, deixando-me assustado. A menina se arrastou para mais perto de mim e me abraçou. Ponderei antes de retribuir o abraço, mas logo o fiz. – Eu sei que está doendo agora, e que essa dor nunca vai passar, mas... Tente ser forte.

- Por que? Eu não quero ser forte!

- Princesinha... – Retirei seu rosto do meu peito, forçando-a a me encarar e coloquei seu cabelo para trás de sua orelha.  – Sua mãe precisa de você.

- Mamãe... Ah, ela deve estar tão arrasada!

- Posso imaginar. – Aumentei a luz do abajur. – Sei que você ama seu pai, mas infelizmente já não podemos fazer mais nada por ele.

- Ok, eu entendi. – Ela pulou da cama, enxugando suas lágrimas e caminhou até o closet. – Você vai me levar até ela?

- Eu não posso! – Neguei, me levantando também. – Não posso abandonar a empresa, tenho algumas reuniões importantes e...

Ela não me deixou terminar, antes que eu falasse mais alguma coisa Isabel me deu as costas.

- Tudo bem, eu posso ir sozinha.

Fiquei parado, vendo-a colocar alguns papeis e peças de roupa dentro de uma mochila. Sai do quarto e desci até a sala.

- Como ela está pai?

- Mal Thony. – Passei a mão por meus cabelos – Ela quer ir para Londres. Você se importa em ficar sozinho por alguns dias?

- Não pai, tudo bem.

- Preciso ligar para Jasper e pedir que ele fique na empresa por mim.

- Eu já liguei para tia Alice, Tio Jasper, vovó e vovô. Eles estão vindo para cá.

- Obrigado filho. – Suspirei – Vou reservar as passagens.

Subi para meu quarto, peguei meu notebook e o deixei ligando em cima da cama. Fui para o banheiro e tomei um banho rápido.

Assim que voltei para o quarto me assustei ao ver a garota sentada em minha cama.

- O que faz aqui? – Indaguei, caminhando até o closet para procurar uma roupa para vestir, afinal não era educado ficar apenas de toalha na frente de uma menina. Ainda mais quando essa menina é sua sobrinha.

- Thony disse que você vai me levar para Londres.

Suspirei.

- É. Eu vou.

Ela me deu um pequeno sorriso, se levantou e veio até mim, abraçando-me.

- Obrigada tio.

A empurrei devagar, e passei a mão por meus cabelos.

- De nada. Será que pode dar licença para mim... – Apontei para mim mesmo – Trocar de roupa.

- Ah... – Os olhos dela vagaram por meu corpo e suas bochechas ganharam um tom vermelho – M-me Desculpa.

- Tudo bem. Arrume suas coisas, vou reservar as passagens e logo estarei descendo para irmos.

- Ok.

Isabel me olhou mais uma vez, balançou a cabeça franzindo a testa e saiu do meu quarto.

Sentei-me em minha cama e comecei a reservar as passagens.

Droga, seria um longo final de semana...

[...]

Olhei para o lado, vendo a menina morder os lábios enquanto torcia as mãos no colo compulsivamente.

- Quer ir primeiro para sua casa?! – Indaguei – Viajamos por muito tempo, deve estar com sono, fome, talvez queira tomar um banho e...

- Não. – Ela me cortou – Preciso ver minha mãe.

Soltei o meu cinto e abri a porta do carro. Antes que eu pudesse chegar ao outro lado para abri-la para Isabel a menina já estava saltando para fora e caminhando em direção ao elevador.

- Ei, espere por mim.

Eu estava quebrado. Não havia conseguido dormir no avião... Os momentos que Emmett e eu passamos estavam todos voltando em minha memória e foi só então que a ficha começou a cair... Meu melhor amigo estava morto.

Enquanto o elevador subia Isabel voltou a chorar. Eu a acolhi em meus braços e saímos juntos dali assim, indo até a recepção.

- Pode me dizer qual é o quarto de Rosalie Halle? - Indaguei

- Ela está no 4 andar. – A recepcionista me deu um sorriso – Deseja mais alguma coisa senhor?

- Não obrigada. – Foi à garota quem respondeu por mim e saiu me arrastando de volta para o elevador. Quando a porta fechou ela cruzou os braços. – Será que você pelo menos poderia ter respeito para com meus pais?!

- Hã?

Ela bufou, calando-se. Fiquei parado do outro lado do elevador, e assim que as portas se abriram ela saiu, comigo em seu encalço.

Chegamos juntos ao quarto de Rosalie, quando estávamos prestes a entrar o médico estava saiu.

- Oi. – Estiquei minha mão, cumprimentando-o – Sou Edward Cullen, amigo de Emmett e Rosalie Swan.

- E eu sou a filha deles. – A garota se postou ao meu lado – Por favor, diga-me como minha mãe está? Eu posso vê-la? Ela está bem... E meu pai?

- Fique calma, esse nervosismo todo não vai ajudar em nada. – O médico suspirou – Não pode ver sua mãe no momento.

- Mas...

- Isabel. – A cortei, passando a mão por meus cabelos – Sente-se ali, e espere um pouco, preciso conversar com o doutor. – Ela cruzou os braços e fez o que eu pedi. – O senhor pode me por a par de tudo?

- Sim, mas as noticias que tenho não são muito boas. Podemos conversar na minha sala?

- Ok. Só um minuto. – Caminhei até a garota, agachando-me em sua frente. – Espere aqui, ta bem? Preciso assinar alguns papeis.

Ela não respondeu, apenas assentiu. Respirei fundo, capturando uma lágrima que lhe escapava.

- Não chore, vai dar tudo certo. Eu prometo.

Isabel desatou a chorar, abraçando-me pelo pescoço.

- E se minha mãe... Morrer? – Sua voz tremeu, assim como seu pequeno corpo – O que vai ser de mim? Eu preciso dela.

- Fique tranqüila, isso não vai acontecer... E se caso ocorra, você tem a mim, querida. Agora fique quietinha aqui, eu volto logo.

Dei um beijo em sua testa, me levantei e segui o doutor até sua sala. Sentamos e ele me passou alguns papeis.

- O acidente foi terrível. – Começou ele. – Pelo que fui informado os dois estavam indo para casa, mas bateram contra o carro de um garoto que participava de um racha. O menino está bem, a Sra. Swan ainda corre risco, mas infelizmente o Sr. Swan não resistiu.

Suspirei, sentindo meu nariz arder assim como meus olhos.

- O que Rosalie tem?

- Ela bateu a cabeça e sangrou muito, além disso, alguns membros do seu corpo estão quebrados: Braço direito, esquerdo e... A coluna também.

- Me diga sobre as chances que ela tem de sair dessa.

- Eu não vou mentir para você Sr. Cullen. As chances são poucas.

- Deus... – Alisei meus cabelos. – Não pode ter uma transfusão de sangue ou algo do tipo?

- Sr. Cullen, ela bateu a fonte, pode ser que tenha poucas horas de vida. Preencha essa ficha. – Apontou para o papel em minha mão. – Sei que deve estar com a cabeça cheia, mas precisa dar entrada nos procedimentos para o velório do Sr. Swan. E precisamos saber se a Sra. Swan tem algum plano médico para cobrir sua estadia aqui.

- Não se preocupe. – Suspirei. – Irei resolver tudo. Podemos ver Rosalie?

- Podem, mas, por favor, as chances dela são mínimas, não criem esperanças.

- Ela está consciente?

- Mais ou menos.

- Ok. Vou deixar meu numero com você, qualquer coisa me ligue.

Dei-lhe meu cartão com o numero do meu celular e sai de sua sala. Voltei para o corredor que havia deixado Isabel, mas a garota não estava lá. Suspirei, e abri devagar a porta do quarto onde Rosalie estava.

Os sons dos equipamentos ligados a Rose estavam sendo abafados pelo choro alto da garota.

- Seja feliz minha plincesa. – Rosalie sussurrava meio enrolado – É isso que você sempre quis.

- Mas você e papai sempre me disseram que era errado! – A garota enxugou as lágrimas, segurando a mão da mãe – Por mim mãe, aguente firme.

Abri a porta e me aproximei da cama. Suspirei ao ver o estado da loira.

- Cuide dela.

- Eu vou.

- Para de falar isso mãe! – Isabel se descontrolou, passando as mãos pelo cabelo desesperada. – Por favor, pare. Você vai sair dessa!

- To... tão... fraca. – Rose arfou, fechando os olhos.

- Vamos embora. Sua mãe precisa descansar. – Puxei Isabel.

- Vá você! – Se desvencilhou de mim. – Vou ficar com minha mãe.

- Obedeça-o.

A menina voltou a chorar e beijou a testa da mãe.

- Volto amanhã. Amo a senhora.

A loira fechou os olhos e puxou o ar com dificuldade. Eu queria sair dali o mais rápido possível, aquela cena me lembrava a que presenciei no nascimento de Anthony... Me lembrava o que eu vi acontecer com a minha Bella.

Esperei as duas se despedirem e saímos juntos do quarto de Rosalie. Antes de irmos embora passei na recepção, assinei alguns papeis dando entrada no que tinha que dar.

No carro, Isabel aproveitou para ligar para os pais de sua mãe. Eles já estavam sabendo de tudo e estavam vindo para Londres e chegariam amanhã.

Assim que chegamos a casa dela, a garota saltou do carro e correu para a porta, abrindo-a e entrando, já que estava com as chaves que achamos no meio dos pertences de Rosalie.

Entrei também, notando que a casa inteira estava escura.

Subi as escadas, procurando pela menina.

Infelizmente eu nunca havia visitado a casa de Emmett, já que a empresa e Anthony tomavam todo meu tempo. Caminhei pelo longo corredor, a porta de um quarto estava aberta e a luz estava acessa.

Suspirei ao ver Isabel jogada em uma enorme cama e com o rosto enterrado no travesseiro. Coloquei minhas mãos em meus bolsos e encostei-me à soleira.

- Não quer tomar um banho? Eu já te disse que ficar assim não vai ajudar em nada.

Ela me ignorou, rolando para o lado e sentando-se de costas para mim.

- Me deixa em paz.

- Vamos lá, você não tem mais cinco anos. Aja de acordo com as circunstâncias.

Isabel se levantou, me olhou por alguns segundos, negou algo com a cabeça enquanto enxugava suas lágrimas e passou por mim saindo do meu quarto.

Rolei os olhos indo atrás dela, mas a garota fechou a porta na minha cara. Alisei meus cabelos nervoso. Eu realmente não tinha paciência para lhe dar com meninas mimadas.

- Onde posso tomar um banho?

- No inferno!

- Fico admirado com sua educação e maturidade. – Bufei entrando em um dos outros quartos que estavam ali. Entrei no banheiro, me despi e liguei o chuveiro.

Tomei um banho rápido, e quando sai praguejei baixinho lembrando-me que as malas ficaram no carro. Abri um dos armários dali e achei toalhas. Amarrei uma em minha cintura e sai do banheiro.

Franzi a testa, aproximando-me da cama e vendo uma calça e uma blusa de moletom ali. Enxuguei-me e me vesti. Sai do quarto e passei no de Isabel, mas ela não estava ali. Desci para a sala e ouvi barulhos vindo da cozinha.

Assim que entrei mordi os lábios, vendo-a usando apenas uma camisola rosa que batia no meio de suas coxas.

- Está com fome? – Indaguei. – Se quiser pode pedir uma pizza, eu pago.

- Por favor! – A menina sentou-se a mesa torcendo os lábios – Só sei fazer miojo, mas mesmo assim às vezes sai errado.

- Pode ligar? – Peguei o telefone e dei a ela. – Não conheço nada aqui.

- Ok.

- E... – Estalei meus dedos desconfortável. Eu era tão anti-social. – Obrigado pelas roupas.

- Sem problemas.

Ela ligou para a pizzaria e logo estávamos nós dois degustando da pizza de mussarela com coca-cola. Assim que terminamos lavamos os pratos, talheres e copos que usamos.

Subimos para o andar de cima e parei na porta de seu quarto.

- Me desculpa pelo que te disse mais cedo. – Sorri para ela. – Fui grosso e estúpido. Você tem todo direito de se fechar e chorar, mas só queria que você não ficasse assim.

- Tudo bem. – Isabel deu de ombros – Já haviam me dito que você é grosso, estúpido, idiota, prepotente...

- Oh, que legal, estão difamando minha imagem por ai.

Ela riu baixinho, mordendo os lábios, mas logo me olhou tristonha.

- Vou me deitar.

- Durma bem querida. – Inclinei-me, beijando sua testa.

- Ok.

Fui para o quarto de hospedes onde eu ficaria. Deitei-me na cama, com a barriga para cima e fiquei olhando o teto. A noticia sobre meu melhor amigo só agora estava começando a fazer efeito em mim. Era inacreditável pensar que meu melhor amigo estava morto agora...
Emmett era tão alegre, sempre fazia todos rirem.

Ele realmente não merecia isso.

Mas ai é que está. Por que todas as pessoas boas morrem? Primeiro Bella... Agora Emm...

Talvez eles fossem muito bons para viverem em um mundo tão ruim como o nosso, com pessoas egoístas e hipócritas aos seus lados. Talvez pessoas como eu.

Fechei os olhos e limpei as lágrimas que escorriam por meu rosto.

Fui tirado dos meus devaneios por leves batidas na porta.

- Entre. – Me sentei, sabendo quem era.

Isabel abriu a porta e ficou parada me olhando. Percebi que ela havia voltado a chorar.

- Não consigo dormir, eu... e-eu não consigo acreditar que nunca mais v-vou ver meu pai. – Limpou o rosto, respirando fundo – Posso ficar aqui com você tio? Estou com medo de ficar sozinha.

Passei a mão por meus cabelos, enquanto torcia meus lábios.

- Ok. Venha.

Rolei para o lado, dando espaço para ela se deitar também.

- Prometo que não vou te incomodar.

- Tudo bem. – Sorri dando de ombros – Só não peça para eu esquentar seu leite ou trocar fraudas, sou horrível nisso... Faz 16 anos que já não faço mais isso.

- Edward! – Ela me socou rindo. Fiquei feliz por estar fazendo-a sorrir. – Não sou bebê. – Torceu os lindos lábios – Não consigo imaginar você trocando fraudas do Thony.

- Não gosto nem de lembrar. – Balancei a cabeça, tentando afastar as lembranças – Cheguei a perguntar a pediatra se eu podia dar a ele perfume, mas ela disse que não podia.

- Seu louco! – Riu, rolando os olhos. – Que pai mais desnaturado.

Dei de ombros, apoiando-me nos cotovelos para olhá-la.

- Eu era jovem, não sabia de muita coisa. – Sorri, tocando a bochecha dela – Que bom que parou de chorar...

Isabel me deu um pequeno sorriso fechando os olhos, inclinando-se e apreciando meu toque. Fiquei sem reação quando sua mão veio para meu rosto, retribuindo ao carinho.

- Tio, posso te fazer uma pergunta? – Indagou, abrindo os olhos.

- Faça. – Minha voz quase não saiu. Meu corpo todo se arrepiou pela maneira que ela me fitou.

- Porque não se casou de novo? Você é bonito...

- É complicado. – Mordi os lábios e pensei em mudar o assunto, mas a garota me olhava de uma forma estranha. – Eu ainda sou muito apegado a uma pessoa...

- A tia Isabella? – Perguntou, eu apenas assenti. Isabel fitou o teto por alguns segundos e depois voltou a me olhar – Sou mesmo tão parecida com ela como dizem por aí?

- Muito. – Confessei, olhando-a. – Seus olhos, sua boca... Se eu não soubesse que Bella realmente tinha morrido  afirmaria que você é ela, só que loira. – Isabel mordeu os lábios e voltou a olhar para o teto pensativa. Fiquei admirando-a. Ela era minha Bella loira... E isso me dava uma sensação estranha. Principalmente tendo-a na mesma cama que eu. Aproximei-me um pouco mais dela, deslizando meu dedo por sua bochecha. – Ela era exatamente como você... Linda.

Soltei o ar, fitando seus olhos castanhos.

Fechei os olhos, e quando fiz isso, senti pequenos lábios pressionados contra os meus. Abri os olhos confuso, sem saber como reagir. Isabel estava com os olhos fechados, segurando-me pela nuca. Senti todo meu corpo se arrepiando quando sua língua escorregou por meus lábios, infiltrando-se em minha boca.

Automaticamente minhas mãos foram pra sua cintura, o beijo lento se tornou voraz. Isabel gemeu, e isso foi o que bastou para que eu a afastasse rapidamente.

- Ai meu Deus! Me desculpa... Eu não fiz certo, não é? – Indagou ofegante, com o rosto vermelho de vergonha.

- Não é isso. – Passei a mão por meus cabelos – Eu só... Só não esperava e você... Você é minha sobrinha.

Ela se deitou, tampando o rosto enquanto voltava a chorar.

- Me desculpa.

- Sh... – Alisei seus cabelos – Você está carente, precisa de carinho. Fique tranqüila, são só seus hormônios de adolescente.

A garota me olhou de um jeito estranho, e quando menos percebi seu rosto já estava próximo ao meu novamente. Suspirei resignado. Seus olhos me chamavam, assim como seus lábios.

Ela voltou a colar a boca na minha, sua língua quente entrelaçando...

Uma sensação estranha estourou em meu peito, fazendo meu coração disparar.

Isabel era irresistível e mesmo sabendo que era errado, eu retribui ao beijo, apertando seu pequeno corpo contra o meu. Seus dedos agarraram meus cabelos, puxando-os devagar.

Afastamo-nos quando o ar faltou, porém, quando olhei novamente para ela, eu sabia que não conseguiria mais parar...

Era errado confundi-la com Isabella, mas seus olhos castanhos me faziam me lembrar muito dela... E talvez seja por esse motivo que eu a puxei para mais perto de mim e a beijei novamente.

E a única coisa que eu não queria naquele momento era parar.

xxxxxxx Continua... xxxxxxx

N/A: Agora fica na mão de vocês... Rosalie deve morrer ou não?!

Logo estarei colocando uma enquete aqui no blog. Beijos! (: Comentem!

8 comentários:

Julia disse...

Ahhhhhhh! Eu adoro a Rosalie mas acho que ela tem que morrer pq se não vai dar muito rolo pros dois. Adorei o capítulo. bjbj

@Thataa_Cristina disse...

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
mata a rosalie nao eu gosto dela
aaaaaaaaaaaaaa a Isabel é beeem apressada viiu kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
posta logo viu do Cmila CorCinza

Tata Sag disse...

Eu adoro a Rose..mas se ela ficar viva vai ser só mais um empecilho para os dois...então sim ela tem que morrer..Mas tem que pedir pro Ed se entregar ao sentimento sabe?Como se ela soubesse o que vai acontecer...

Carla Colares =) disse...

Eu acredito que a Rose já saiba do sentimento de Isabel pelo Edward ...Por isso que Isabel disse a Rose que ela e o Emm sempre falaram que aquilo era errado ... Devido a isso eu não queria que a Rose morresse ... Mas se ela ficar viva a bichinha vai ficar toda escangalhada ... Por esse lado eu acho melhor ela morrer ...

Sobre o Ed ... Ele vai ter que descobrir que o que ele ta sentindo não é o amor que ele tinha pela Bella mas um novo sentimento que esta nascendo pela Isabel ...

Agora me pergunto ... Isabel seria a reencarnação de Isabella o.O ?????

Leila disse...

ahhhhhhhhhhhhhhh... carambaaaaaaaaaaaaaa....
bom penso assim se a Rose morrer ela não perturbar os dois... mas ... apesar que pelo que vimos da conversa das duas ela sabe que a fila gosta do titio... adorei

Anônimo disse...

Ai Caah vc sabe fazer a gente chorar né, mais tambem sabe fazer a gente feliz. Esse final me deixou com um gosto de quero mais com urgencia...Amei o capítulo principalmente o final, sua criatividade se supera cada dia mais.Bjs!

ANDRÉIA disse...

simplismente amei...

Anônimo disse...

olá minha linda caah:

bom eu axo k rose n deve morrer n e td pk pela conversa k ela tava tendo com isa , é sinal k ela tava aceitando k isa é a alma gemea de edward k voltou por amor, nunca eskecendo k isa é diferente pk nasceu numa epoca diferente, mas k o seu sentimento ker dizer k nunca viu o tio cm tio mas sim como alguem k lhe esta destinado,alguem k volta pa viver o amor k perdeu,mas num novo corpo numa nova mentalidade so a sua alma e semelhanças fisicas pertencem a sua vida passada e edward se apaixonará por esta nova rapariga moderna, apaixonada, determinada e capaz de o enfrentar e dizer o k lhe vai na cabeça coisa k bella nunca fez. e se rose diz a filha pa ser feliz,é sinal k a visão k tem da vida mudou, como tal penso k deve sobreviver e dar força aos dois se n vai haver fantasmas na cabeça de edward k se vai entregar e dpois vai voltar a tras e arrepender-se, por ver isa como bella, e estar a usar a sobrinha, axo k podia haver aki uma historia mto boa mantendo rose e esta por sua vez liberar alguns segredos de conversas k tinha com emmet, como o facto de dizerem a filha k o amor k sempre sentiu pelo tio era errado mas k no fundo emmet tb teve um sonho com bella dizendo k iria voltar para o seu amor novamente, e k independentemente de n kerer ixo pa filha ja a mto k sabia k isa estava destinada a edward e k por exe motivo aceitou mandar a filha para casa dele. pense nixo tenho a certeza k pode fazer uma historia maganifica sem tirar a familia toda matando-a, k é uma dor horrivel, e tb pk isa por um lado tb pode vir a ficar triste pois o pai nunca kiz k se entregaxe ao amor k sentia pelo tio. so rose poderia salvar esta relaçao sem fantasmas, alem dixo n podemos eskecer k rose é uma apaixonada por natureza, n foxe o amor k sente por emmett uma loucura.

pense bem minha linda ok?por favor, lembre-se k mata-la está a ir pelo lado mais facil e kal é a historia k sendo facil demais n se torna previsivel e menos fascinante, e n é ixo k keremos num livro k vai ser lançado pois n??? keremos historias com amor, enredos, dificuldades, mas k no fim tudo acaba com um feliz para sempre.

bjinhos raquel.

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