Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

02/07/2011

Don't Forget For Me - Capitulo 1


Capitulo 1
POV Edward


Desci as escadas ainda sonolento, vi meu filho sentado no tapete da sala, brincando com um carrinho. Ao seu lado esta a babá, Amanda.

- Bom dia Edward. – Amanda sorriu para mim, assim como o pequeno homenzinho.

- Bom dia Amanda. Bom dia meu pqueno... – Me ajoelhei ao lado de Anthony e o puxei para meu colo beijando seus cabelos castanhos, iguais aos de sua mãe, mas... falando nela, aonde ela estava?

Virei-me pronto para perguntar a Amanda, mas ela foi logo falando.

- Bella acordou cedo, tomou café com Meg, a levou para a escola e disse que ia trabalhar.

- Mas hoje é folga dela. – Balancei a cabeça confuso.

- Sim. – A baba sorriu – Mas ela disse que vai hoje, para estar livre sexta, seu aniversario.

- Ah... – Mordi os lábios e revirei os olhos – Ela poderia ter me acordado, pelo menos eu teria levado Meg.

- Bella falou que você chegou muito tarde e que dormiu mais tarde ainda, deu ordens para não te acordar.

Pois é, eu havia dormido tarde... ou melhor, nós dois dormimos tarde.

- E você meu garoto? – Virei Anthony em meu colo, seus lábios abriram um sorriso. Ele balbuciou umas palavras desconexas e eu apenas concordava com ele, como se estivéssemos mesmo conversando. – Amanda?

- Sim?

- Bella o amamentou?!

- Não, quando ela saiu ele ainda estava dormindo.

- Certo. – Me levantei com Thony em meus braços – Papai vai preparar sua mamadeira.

[...]

Mudei de canal e Anthony resmungou. Ele estava deitado em meu peito assistindo TV comigo.

- Garoto, ainda sou eu quem manda nessa casa, então o controle é meu. – Me sentei com ele e o deitei no meio de minhas pernas – Quando você crescer mais, talvez, eu disse talvez, deixe você escolher o canal que quer assistir.

Ele sorriu. Levantei sua camisa e colei meus lábios em sua barriguinha, soprando. O som estranho e alto fez Anthony gargalhar deliciosamente.

Uma mão atingiu minha nuca.

- Ai! – Resmunguei, virando o rosto para olhar a agressora.

- Não faça isso, o garoto vai ficar com dor de barriga. – Anne me advertiu.

- Poxa, só estou fazendo meu filho rir.

- Se fazer isso de novo, vai apanhar novamente. – Ameaçou enquanto dava as costas para mim e voltava para a cozinha.

Anne estava trabalhando aqui em casa há alguns meses, ela é uma senhora muito simpática que minha mãe nos indicou. Depois que a licença de Bella acabou ela teve que voltar para o hospital ficava difícil e cansativo para ela ficar cozinhando, então Anne foi nossa salvação.

Olhei para o relógio e constatei que estava na hora de nos trocarmos para pegar Meg na escola.

Subi com Anthony para seu quarto, troquei sua frauda e sua roupa. Sim, eu era um paizão, até frauda trocava.

Depois eu o carreguei até meu quarto e o deitei na cama. Meu garoto ficou brincando com sua chupeta enquanto me trocava, eu já havia pedido para Anne não fazer nosso almoço, pois iríamos buscar Meg e passar no hospital para pegar Bella. Almoçaríamos em um restaurante próximo ao hospital.

Deixei Thony com Amanda enquanto tirava o carro da garagem.

- Obrigada. – Agradeci a ela. Peguei meu filho e o coloquei no banco de trás em sua cadeirinha – Voltamos após o almoço.

- Ok. – Ela acenou para Anthony – Tchau pequeno.

Entrei no carro e dirigi para a escola de Meg, quando chegamos ela ainda não havia saído. Deixei o carro estacionado na frente do portão e abri a janela.

- Logo será você lá... – Virei-me para Anthony e apontei para a escola, ele sorriu, mostrando sua gengiva rosada e seus dentinhos que começavam a nascer. – Papai ira te dar muitas dicas para você conquistar as meninadas. – A testa do pequeno se franziu – Não que eu ainda seduza alguma, agora só existe sua mãe para mim. Mas você será o garanhão, certo, sei que sua mãe não poderá sequer imaginar isso, então será um segredo nosso.

Meu filho sorriu como se compreendesse tudo o que disse.

Olhei pela janela e vi Margareth caminhando em nossa direção, ao seu lado estava o garoto almofadinha, seth.

- Bom dia Sr. Cullen – O pirralho sorriu para mim e abriu a porta do MEU carro para a MINHA filha.

- Oi Pai. – Meg sorriu para mim sentando-se no banco detrás, fechando a porta e prendendo o sinto. – Obrigada Seth, ligo depois para te dar a resposta.

- Ok. Megzinha. Tchau Sr.Cullen, tchau Anthony, até logo Meg.

- Tchau.

O garoto indígena sorriu e saiu andando em direção a sua mãe, Sue.

- Para que vai ligar para ele? – Indaguei, enquanto arrancava com o carro.

- Nada pai. – Pelo retrovisor a vi dar de ombros e virar-se para brincar com Anthony.

Meg estava parecida com Bella, não fisicamente, mas sua personalidade. A proximidade as deixava cada vez mais “mãe e filha”.

- Vamos passar no hospital, pegar sua mãe e ir ao restaurante, que tal?

- Ótimo! – Meg sorriu – Mamãe estava feliz quando me trouxe na escola.

- Acordar ao meu lado sempre causou essas reações nas mulheres.

Seus pequenos olhos rolaram.

Mas não era o “acordar ao meu lado” que deixou Bella feliz, digamos que ontem eu a agradei bastante.

Logo chegamos ao hospital, deixei o carro estacionado do outro lado da rua. Saímos do carro, atravessamos a rua e adentramos no hospital. Bella estava debruçada sobre o balcão da recepção conversando com Karine, por incrível que pareça o hospital estava meio vazio.

Passei Anthony para um braço e com o outro enlacei a cintura de Bella colando meu corpo no seu. Ela enrijeceu, eu ri e colei meus lábios em seu ouvido.

- Oi amor...

Automaticamente, seu corpo relaxou, ela virou-se surpresa.

- Edward! – Exclamou – O que fazem aqui?

- Viemos te buscar para almoçar conosco.

Minha mulher colou os lábios na testa de Meg, depois na de Anthony e por fim chegou minha vez de ganhar um beijo.

- De qualquer forma iríamos almoçar juntos, não?

- Bem, iríamos almoçar em casa, mas hoje iremos almoçar fora.

- Ótimo. – Ela segurou meu rosto e esmagou nossos lábios. – Eu já volto amor, vou apenas trocar de roupa.

- Estaremos aqui. – Garanti.

Bella foi para o vestiário, enquanto isso eu e Karine ficamos conversando, ela tinha um papo legal, mas às vezes... se empolgava demais.

-... Então, eu achei meu coelho na privada... – Ela enxugou uma lágrima que caia de seus olhos.

- E como ele estava?! – Margareth estava aflita com a história que Karine contava.

- Estava fedendo xixi... – A morena fungou – Ele morreu afogado, não deu tempo de fazer respiração boca a boca.

- Sinto muito...

- Não sinta. – Karine teve uma súbita mudança em seu humor, sim, isso era típico dela. – Aquele maldito mereceu, acredita que ele roeu meu scarpin?

- Nossa! Tia Alice o mataria.

- Pois é... – Concordei – Vamos esperar Bella ali.

- Ok. – Karine sorriu e acenou para nos, Anthony deitou a cabeça em meu ombro, cansado.

Não demorou muito para Bella voltar. Saímos do hospital e fomos para meu carro.

- Você fica aqui lindão. – Bella colocou Anthony na cadeirinha e prendeu o sinto, o pequeno fez um lindo bico e ela riu – Você sabe que se pudesse a mamãe te levaria com ela lá no banco da frente, mas não podemos. – Seus lábios colaram na testa de Anthony, ela se afastou rindo e tocou o beiço dele – Manhoso como o pai. – Ela fechou a porta, logo entrou e ocupou o banco ao meu lado.

- Eu manhoso? – Ri, inclinei-me colando minha boca na sua.

- Muito.

Tentei segurar sua mão, mas Bella era rigorosa nesse lance de dirigir com uma mão só quando as crianças estão no carro.

Fazer o que? Bella é Bella.


POV Bella


Observei Edward enquanto ele dirigia. Cada dia que passava aquele homem ficava mais gostoso.

Suspirei.

Desviei meus olhos de Edward para encarar nossos filhos que riam no banco de trás.

- Do que estão rindo?

- Anthony arrotou. – Meg acusou – Igual tio Emmett.

Torci os lábios.

Meu filho começou a balbuciar algumas coisas fazendo-me rir.

- Ele está assim desde cedo. – Edward contou, sem tirar os olhos da rua – Logo estará chamando o papai, não é filhão?!

Revirei os olhos.

- Claro, mas só depois de dizer mamãe.

- Humpf! – Meu marido exclamou com desdém.

- Não vou discutir com você sobre isso. – Suspirei – É a natureza, ele me ama mais.

- Atá! Ele também me ama, e sou eu quem brinca de carrinho com ele.

- E eu dou de mama.

- Mas cortas as unhas dele, ele odeia cortar unhas.

- Isso é para o bem dele.

Edward deu de ombros.

Logo chegamos ao restaurante, sempre íamos lá. Foi fácil arrumar uma mesa para nós.

- Amor pede o de sempre. – Pedi a Edward, enquanto ajeitava Anthony na cadeira própria para ele – Vou ao toalete.

- Vou com você mamãe.

- Certo querida.

Meg e eu fomos para o banheiro. Assim que entramos virei-me para ela.

- Diga...

- Dizer o que mãe? – Ela se fez de desentendida.

- Eu te conheço querida, sei quando quer pedir algo.

Ela riu e colocou a mão debaixo da torneira, fiz o mesmo.

- Será que... o Seth pode dormir lá em casa amanhã?

Torci os lábios. Puxei o papel toalha e enxuguei minha mão.

- Seu pai não vai aceitar de modo algum.

Ela gemeu.

- Por isso pedi a você mãe, Seth é meu amigo!

- Ok, vou conversar com Edward, prometo fazer o máximo para convencê-lo.

- Obrigada!!!

- Por nada, agora vamos, é um perigo deixar dois homens bonitos sozinhos.

- Ok. – Ela riu.

Voltamos para a mesa, sentei-me entre Edward e Anthony.

Apesar de nossa vida ter todos os motivos para ser uma rotina, Edward e eu sempre encontrávamos maneiras diferentes para passar nosso tempo livre com as crianças. Almoçamos fora, passeamos no parque, assistimos filmes. E nessa correria toda ainda temos tempo para saciarmos nossos desejos um pelo outro.

Nosso almoço passou tranquilamente, a conversa fluía livremente. Meg contava sobre seu dia na escola e Anthony tentava chamar nossa atenção. Ele estava crescendo rápido, mal podia acreditar que há nove meses ele estava em minha barriga e agora estava ali sorrindo e gargalhando.

Voltamos para o hospital, mas desta vez Edward entrou no estacionamento e estacionou o carro embaixo de uma arvore. Aproveitei o restante do meu tempo livre para amamentar Anthony, ele não havia comido muito bem.

Encostei a cabeça no banco exausta, eu não havia dormido muito bem no dia anterior, ou melhor, eu havia dormido muito bem, mas pouco.

- Está cansada? – A voz de Edward em meu ouvido me fez abrir os olhos.

- Um pouco. – Confessei.

Ele olhou para Meg, que mexia em seu celular no banco de trás e depois voltou a me olhar mordendo os lábios.

- Eu te cansei muito ontem não é? – Sussurrou.

Prendi o riso.

- Muito amor. – Ri. Edward inclinou-se colando nossos lábios, sua mão apertou minha coxa, eu gemi. – Edward...

Ele não se afastou, continuou a me beijar.

Quando meu horário de almoço acabou, foi difícil deixar Anthony, sempre era difícil deixá-lo.

- Amor, não chore. – Beijei sua testa. – Mais tarde estarei em casa e você poderá mamar o quanto quiser.

Seu bico era irresistível, Thony usava essas artimanhas e quase sempre conseguia.

- Tchau Mãe. – Meg acenou.

- Tchau querida.

Com o coração apertado, fechei a porta do carro. Edward fechou a capota e saiu do carro.

- Te vejo daqui a pouco. – Suas mãos pousaram em minha cintura.

- Ok amor. – Fiquei na ponta dos pés, enlacei seu pescoço com meus braços e o beijei. – Eu te amo.

- Eu também amor.

Separamos-nos. Edward voltou para o carro e o manobrou para a fora do estacionamento. Virei-me e fui para o hospital.


POV Edward



Aumentei um pouco o som do carro. Anthony balançava a cabeça para cima e para baixo. A musica sempre o animava. Bella dizia que se fosse para ele ouvir algo era para colocar uma musica calma, mas o garoto preferia algo mais barulhento.

- A mamãe disse que não era para por essas musicas altas demais, Anthony fica com dor de ouvido.

Revirei os olhos.

- A musica está baixa. – Dei de ombros e olhei pelo retrovisor – Seu irmão gosta.

- Mas se ela ficar sabendo vai brigar com você!

- Pois é, mas ela não vai ficar sabendo, caso isso aconteça, alguém vai ficar sem o celular.

- Pai! – Ela exclamou.

- Filha! – Eu imitei.

Anthony riu, Margareth cruzou os braços e bufou, idêntica a Bella.

- Ok, ok. – Desliguei o som – Persuasiva como a mãe.

Ela riu.

Quando chegamos em casa deixei o carro na garagem. Subi com Anthony, trocamos de roupa. Eu o deixei deitado em minha cama e desci na cozinha para beber água, na sala encontrei Amanda e Meg assistindo TV, juntas.

Bati no pé de Amanda, que estava sobre a mesinha de centro.

- Não existem mais babas como as de antigamente! – Lamentei.

- Ei. – Ela reclamou – Estou com dor nos joelhos.

- Mas ali não é local de por os pés.

- Você põe! – Ela acusou.

Revirei os olhos.

- Eu sou o homem da casa, eu posso. – As duas reviraram os olhos. Mulheres! – Thony e eu vamos dormir.

- Ok pai.

Subi para meu quarto ainda questionando o porquê de minha mulher ter contratado uma Babá, Anthony não desgrudava de mim nem de Bella. Mas foi ai que me lembrei de um porém, Bella e eu sempre ficávamos com turnos opostos, por exemplo, hoje, ela entrou as 7h então sairá às 19h. Eu entro às 15h e saio às 3h, e Amanda era muito útil nessas 4 horas que nem Bella nem eu estaríamos em casa. Apesar dela ser folga, nada nunca aconteceu as crianças, pelo menos ela tinha responsabilidade.

- É filhão. – Arranquei minha camiseta, me deitei na cama e o puxei para meu peito – Essas Brasileiras são perigosas. Sorte a nossa de sua mãe ser americana, menos doida.

O garoto riu. Deitou a cabeça em meu peito e voltou a sugar a chupeta.

Não demorou muito para que nós dois apagássemos.

[...]

- Mãe?! – Indaguei ao vê-la sentada no chão da sala ao lado de Meg e com Anthony em seu colo.

- Querido! – Ela sorriu, assim como os dois – Já está indo para o hospital?!

- Sim. – Fechei os dois últimos botões que faltava – Alice e Jasper deram sinal de vida?!

- Ela me ligou essa manhã, avisando que volta amanhã.

Sorri.

Sim. Alice e Jasper se casaram e estavam em lua de mel.

- Bom crianças. – Me ajoelhei no tapete e beijei a testa de Meg e de Anthony – Papai está indo, daqui a pouco a mamãe chega para ficar com vocês Comportem-se ok?!

- Vou ficar com eles mais um pouco – Minha mãe sorriu.

- Obrigada mãe. – Beijei sua bochecha.

POV Bella


Entrei no quarto 23, o paciente estava dormindo. Chequei o oxigênio e o soro, anotei algumas coisas em minha prancheta. Era dolorosa a cena do adolescente todo quebrado e esfolado naquela cama, jurei para mim mesma nunca dar um carro para Meg, muito menos para Anthony.

Sai do quarto e caminhei pelo corredor enquanto lia o prontuário. Meu corpo chocou-se com o de ninguém.

- Oh desculpe. – Ergui os olhos.

- Só desculpo se disser que me ama. – Edward sorriu.

Mordi os lábios. Olhei ao redor e constatei que ninguém nos observava, abri a porta da minha sala e o puxei para dentro. Já com a porta fechada, colei nossos lábios.

- Eu te amo gostosão.

Ele riu e voltou a me beijar, sua língua quente enroscando-se a minha de uma forma gostosa.

- Estava com saudades. – Edward apertou minha cintura sob o jaleco, escorregou suas mãos para minhas costas infiltrando-as em minha blusa branca. Seus dedos tocaram minha pele, arrepiando-me.

- Eu também. – Deixei meus braços ao redor de seu pescoço. – E as crianças?!

- Estão ótimos. Esme está com eles. – Deu de ombros. – Ela não consegue controlar essa louca obceção pelas crianças.

- Quem consegue? – Ri, ele também. Sua boca voltou a colar na minha, eu o empurrei delicadamente – Não podemos ficar nos agarrando aqui.

- Aonde então?

- Edward, vá se trocar! – Soquei seu ombro – Temos que trabalhar.

- Ok, ok. – Ele tirou a mão de dentro da minha blusa e segurou meu rosto – Só mais um beijo...

Dei-lhe um selinho. Desvencilhei-me de seus braços e abri a porta.

- Vamos.

O resto da tarde passou rápido, quando chegou a hora deu ir embora fui à procura do meu marido, sabe como é, em um hospital sempre é bom ficar com os olhos abertos.

Muitas mulheres, muitas enfermeiras e um homem muito gostoso.

Eu o avistei inclinado sobre o balcão da lanchonete com um copo de cappuccino na mão.

- Amor. – O abracei por trás. – Já deu minha hora.

Edward girou e sorriu para mim.

- Já está indo? – Uma de suas mãos pousou em minha cintura.

- Aham. – Deitei minha cabeça em seu ombro e o enlacei com meus braços. – Te vejo mais tarde. – Beijei seu pescoço e ergui o rosto para olhá-lo.

- Isso quer dizer que você estará acordada quando eu chegar? – Mordeu os lábios sensualmente.

- Vou pensar no seu caso. – Ri, puxando-o pelos cabelos e colando nossos lábios – Tchau amor, amo você.

- Tchau gostosa, eu também te amo.

Desenrolei meus dedos de seu cabelo e me afastei.

- Vou ficar com saudades. – Movi meus lábios

- Eu vou ficar com mais. – Ele piscou rindo.

Lhe lancei um beijo e rodei nos calcanhares, saindo de lá.

[...]

Toquei a bochecha rosada de Anthony.

- Você esta mesmo com fome hein. – Passei meus dedos por seu cabelo – Vai deixar a mamãe desnutrida desse jeito.

Thony parou de sugar meu seio e sorriu para mim. Sua pequena mãozinha brincava no decote de minha blusa.

- Querida, já pensou em tirar o peito dele? – Esme indagou, enquanto babava no neto.

- Já pensei sim, mas não tenho coragem. – Sorri para ela – Decidi que o amamentarei até quando ele quiser, ou até quando meu leite acabar.

- Edward mamou até os 2 anos.

Mordi os lábios.

Ele mama até hoje.

Respondi mentalmente, essa não era uma coisa legal de se contar para a própria sogra.

- Mãe! – Meg desceu as escadas sorrindo – Falou com o papai? Posso ligar para Seth?

- Não conversei com ele ainda. – Confessei, seu sorriso murchou – Mas pode ligar para Seth e confirmar, eu converso com seu pai mais tarde.

- E se ele disser não? Vai ficar chato desmarcar.

- Confie em sua mãe, uma mulher sempre consegui o que quer.

- Serio? – Meg meu olhou.

- Sua avó tem razão, seu pai vai deixar sim.

- Ta.

- Bom, está na minha hora, Carlisle deve estar me esperando. – Esme me abraçou, beijou Anthony e Meg. – Boa noite.

- Boa noite.

Acompanhei minha sogra até a porta, depois que ela se foi voltei para a sala.

- Mamãe precisa de um banho. Meg, pode ficar com ele por alguns minutos?!

- Claro.

Subimos para meu quarto. Anthony e Meg ficaram na cama enquanto eu peguei minha roupa e segui para o banheiro. Me despi, entrei no Box e liguei o chuveiro deixando a água morna relaxar meu corpo.

Assim que terminei meu banho, me troquei e fui para o quarto, Margareth estava fazendo caretas para Thony, que ria. Nós três ficamos ali, brincando. Quando deu a hora da janta desci e preparei uma macarronada para nós, depois de jantarmos subimos novamente para o quarto. Enquanto Meg assistia a TV eu amamentava Anthony. Não demorou muito para que dormíssemos, ou melhor, que eu dormisse.


POV Edward

Abri a porta do quarto e presenciei o que eu mais temia: Bella estava dormindo. Ela tinha prometido me esperar acordada, não tinha?

Eu passei parte da tarde e a noite inteira contando os minutos para chegar em casa e pega-la de jeito e quando finalmente volto para casa a encontro dormindo.

Eu estava sem fazer amor com ela há muito tempo, tipo... Um dia. Entendeu? Um dia sem tê-la, era tortura demais.

Tirei meu jaleco, o dobrei, e o coloquei sobre o pequeno sofá que havia perto da cama. Sem querer, esbarrei no criado-mudo, fazendo que o pequeno porta-retrato – que continha uma foto minha com Bella e as crianças – caíssem no chão.

Minha mulher resmungou algo, mas não despertou.

Cerrei os olhos, pensando.

Eu realmente não ia acordar ela, mas... ela poderia acordar sozinha, sem querer.

Com um sorriso diabólico peguei o porta-retrato de plástico e o ergui acima de minha cabeça, quão maior fosse à altura, maior seria o barulho.

Quando o quadro atingiu o chão, Bella não acordou, mas Anthony começou a resmungar.

- Shhh bebê... – Bella balbuciou inconscientemente.

Desanimado, tirei minha camisa e meus sapatos. Dei a volta na cama e peguei Margareth. Segui para seu quarto com ela ressonando em meus braços, a deitei em sua cama joguei seu edredom sobre seu corpo.

Colei os lábios e sua testa, liguei o abajur e sai do quarto rosa. Voltei ao meu, peguei Anthony e o levei para seu quarto, colocando-o em seu berço e cobrindo-o. Ergui as partes laterais do berço – que teve de ser adaptada -, já que o garoto quase pulou para fora. Apesar de pequeno, Anthony era muito... elétrico, estava com apenas 9 meses, mas já sabe engatinhar, apontar, ficar de pé – apoiando-se em algo – e gritar. Ow, essa ultima é o que ele mais faz.

Fiquei debruçado ali por mais alguns minutos, observando o peito de meu filho subir e descer.

Quando voltei para meu quarto eu já havia desistido da idéia de acordar Bella. Ela estava visivelmente cansada.

Fui para o banheiro e tomei um banho quente. Voltei para o quarto enrolado em uma toalha. Abri o closet e peguei apenas uma cueca boxer.

- Acho que peguei no sono...

Dois braços enlaçaram minha cintura, enquanto aquele corpo pequeno e quente moldava-se contra minhas costas.

Fechei os olhos e apreciei a sensação de ter sua pele contra a minha, seus lábios úmidos em minhas costas e suas mãos correndo por meu abdômen.

Virei-me de frente para ela e a beijei. Enrolei meus dedos em seus cabelos, enlacei sua cintura com o outro braço e a ergui. Bella abraçou meu corpo com suas pernas.

Enquanto nossas línguas se enroscavam, caminhei com ela até a cama, deitando-a.

- Ei! – Suas mãos empurraram-me pelo ombro – Eu te beijo e você me trás para a cama? Acha que sou tão fácil assim?

- Está negando fogo mulher?! – Mordi seu queixo.

- Jamais. – Ela riu – É que eu li em algum lugar que se fazer de difícil deixar as coisas mais excitante.

Moldei meu corpo ao seu e escorreguei minha mão por sua coxa, erguendo sua pequena camisola.

- Você sempre me excita amor. – Ergui sua perna esquerda e a prendi em minha cintura.

Descolei nossos lábios e me sentei entre suas pernas. Passei a subir sua camisola e depositar beijos por sua pele macia.

Bella arranhou toda a extensão de minhas costas, parando no começo da toalha e a puxando.

- Coelhinha má safada!

- Edward, não me chama disso! – Bella socou meu ombro, rindo. – Nunca mais assisto Animal Planet com você!

A ajudei se sentar e me livrei de sua camisola.

- Poxa amor... – Desci meus lábios por seu pescoço – É só um apelido carinhoso.

Eu havia dado aquele apelido a ela quando estávamos assistindo TV juntos, na verdade nós estávamos namorando um pouquinho, mas o documentário sobre as coelhas ninfomaníacas me chamou atenção.

- Mas...

[Os coelhos passam uma boa parte (cerca de 99% HUAHUAH *zuera*) da vida fazendo sexo] 

- Mas nada amor. – Tirei minha boxer e a puxei para meu colo – Você é a minha coelhinha má, nada que você faça vai mudar isso.

- Aham. – Ela concordou.

Desci meus lábios para seu busto e abocanhei seu seio esquerdo. Bella se apertou em meu colo gemendo.

- Amor... eu... eu preciso... – Bella segurou meu rosto – Eu queria te pedir uma coisa.

- Posição?

- Não.

- Ok, então deixa para depois. – Voltei a beijá-la. Mas ela voltou a me empurrar.

- Eu queria saber se eu... se eu posso...

Deitei ela na cama, mantendo suas pernas envolta da minha cintura. O contato de meu membro em seu sexo úmido nos fez gemer.

- Você pode tudo amor. – Mordi sua boca – Agora faça amor comigo. – Ela sorriu. Eu sabia que ia me arrepender pelo que disse, mas no momento, eu só queria amá-la. – Princesa... – Colei minha testa na dela – Lembre-se de se controlar, as crianças podem ouvir.

Bella mordeu os lábios, apertou os olhos com força e me apertou contra seu corpo, impaciente.

- Ok. Vem logo!

Colei minha boca na sua e a penetrei lentamente, apreciando sua intimidade úmida e quente me apertando.

Comecei a mover meu corpo sobre o dela. No quarto só se ouvia o som do atrito dos nossos corpos se chocando e gemidos abafados.

Afastei-me para olhá-la. Seus olhos estavam semicerrados e sua boca entreaberta.

Bella apertava minhas mãos que estavam apoiadas no colchão e gemia mordendo os lábios. Eu sentia sua passagem me comprimindo, suas pernas duras ao redor do meu corpo. Passei a mão nos seus cabelos e trouxe seu rosto para perto do meu, beijei sua boca com carinho e puxei sua cintura, fazendo movimentos contínuos e lentos. Ela começava a ofegar. Aumentei um pouco mais o ritmo, e ela já sussurrava meu nome, pedindo mais, mexendo seu corpo junto com o meu. 

Meus movimentos foram ganhando força, velocidade e eu já não sabia se estavamos respirando ou arfando. Apenas senti um tremor percorrer todo o meu corpo, seus músculos apertarem meu membro. Eu podia jurar que estava chegando oo céu ou algum lugar tipo o paraíso, e a sensação era a mais maravilhosa de todas. Meu corpo simplesmente não parava de tremer e relaxar, Bella estava na mesma situação.

Ela simplesmente foi amolecendo em mim e fechando os olhos, até a sua respiração se normalizar. Eu saí de dentro dela e a beijei, virando-a de lado para abraçá-la.

Os olhos cor de chocolate se abriram e um sorriso apareceu em seu rosto.

- Você acabou comigo... – Bella sussurrou, colando nossos lábios. – Amo você.

- Também te amo princesa. – Joguei sua franja para trás. – Tenho uma noticia para te dar. Alice volta amanhã.

- Esme me contou – Bella riu, enquanto brincava de desenhar com o dedo em meu peito. – Acha que ela ia voltar para seu aniversario?

- Não. – Deslizei meus dedos por sua costa nua – E você gostosa?

- Eu o que?

- Já comprou meu presente?

Bella mordeu os lábios.

- Por quê?

- Bem, eu tenho um pedido.

Minha mulher jogou sua perna direita sobre meu quadril.

- Verdade? Qual pedido?

- Já que você me ama, e depois de amanhã é meu aniversario... – Colei meus lábios em seu ouvido – Você podia comprar uma fantasia.

Ela fez uma cara de quem pensava no que eu disse.

- Digamos que, hipoteticamente, eu aceite te dar esse presente. Qual... qual seria a fantasia?

Rolei com ela pela cama, deixando seu corpo sob o meu.

- Hipoteticamente falando?

- Sim Ed.

Eu nem precisei pensar muito, a resposta estava na ponta da língua.

- Coelhinha da PlayBoy.

Ela torceu os lábios e revirou os olhos.

- Nem rola amor.

- Bella, por favor...

- Vamos supor, apenas supor, que eu fume maconha e compre essa maldita coisa, o que vou ganhar em troca?

- Bom, ai a gente acerta isso quando você for usá-la.

Sentei-me e me ajoelhei entre suas pernas.

- Edward! – Bella fechou as pernas – Esqueceu o combinado?

- Que combinado? – Me fiz de desentendido. Enlacei suas pernas em minha cintura, inclinei e beijei sua barriga.

- Não faça assim... – Ela resmungou – Preciso dormir. Nosso trato não era “Fazer amor 1 vez por noite”?

- Só mais um pouquinho amor. – Olhei no relógio que estava sobre o criado mudo, já se passavam das 4h. – Prometo que será rapidinho, depois você terá algumas horas para descansar.

- Ontem você disse a mesma coisa! – Resmungou.

- Amor, não negue algo que você também quer.

- Tudo bem. – Bella apertou suas pernas em meu quadril – Dormi das 21h até as 3h, acho que vou sobreviver.

Me posicionei  na entrada do paraíso e fui colocando devagar, enquanto a via fechar os olhos e gemer, arranhando as unhas nos meus braços. Mexia aos poucos e beijava sua barriga arrepiada, subindo a boca e encontrando seus mamilos durinhos.

- Diz que você é só minha, diz...

- Eu sou...

- Você gosta disso Bella?

- Aham.

- Quer mais?

- Aham.

- Pode responder outra coisa que não seja “aham”?

- Aham.

Ela sempre fica um pouco alienada quando estamos fazendo amor. Se enquanto estivéssemos nos amando eu perguntasse a ela se podia ter uma amante, sem duvida ela responderia aham.

Como eu havia prometido tudo foi rapidinho. Depois de atingirmos nosso epice, deitei ao seu lado e a puxei para meu peito.

Dormi, e sonhei com Bella, vestida de coelhinha.

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