Bem vindos ao Fanfics da Cah. Sou Camila Cocenza, futura garota de programa! E não, não é o que estão pensando, apenas pretendo cursar Engenharia da Computação. Para mais informações: cahcocenza@hotmail.com

04/05/2011

Deixe-me Te Amar - Capitulo 6 - Parte I

Não me odeiem, reparti de novo o capitulo.


I'LL BE THERE FOR YOU POSTADO LÁ NO NYAH!

Capitulo 6 - Final

POV Edward


Estava tudo tão... Estranho. Eu nunca, nunca senti algo comparado ao que eu estava sentindo agora.

Sentei-me na poltrona e varri meus olhos pela sala. Não havia barulho algum, apenas o tilintar do relógio e o gelo batendo contra meu copo.

Marie e as outras empregadas estavam dispensadas. Ali, na minha casa, era apenas eu e meu copo de uísque.

Passei a mão pelos cabelos.

A solidão era horrível. Mas foram as minhas escolhas que me fizeram chegar onde estou. Era isso o que eu sempre quis, certo? Ficar sozinho. Longe de pessoas falsas e hipócritas. Distante de pessoas que nos machucam.


A campainha tocou. Deixei meu copo sobre a mesinha de centro e fui atender.

- Pois não? – Encarei o cara a minha frente.

- O senhor é... – Ele passou os olhos pelo papel que segurava – Edward Cullen?

- Sim sou eu.

- O senhor precisa vir comigo – O rapaz me esticou um papel e eu o peguei. – Essa é uma intimação. O senhor deve me acompanhar até a delegacia.

- O que? Você está doido? Por quê?

- O Senhor está sendo acusado pela Srta Denali por abuso sexual.

Arregalei os olhos.

- Tânia?

- Sr Cullen apenas venha comigo.

Abri o envelope e comecei a ler o que dizia a intimação.

Travei meu maxilar.

Tânia estava me acusando de ter forçando ela a manter relações sexuais comigo enquanto trabalhava para mim como secretaria.

Maldita! Ela usava o fato de eu ter despedido ela sem justa causa, dizendo que eu havia demitido-a porque ela não quis dar para mim.

Vádia!

Aquilo não podia estar acontecendo comigo, não, não podia.


POV Bella


- Coma um pouco de salada... – Rosalie colocou alface em meu prato.

- Carne também. – Meu irmão fez o mesmo que sua mulher.

- Sério, vocês querem me deixar bem alimentada ou gorda? – Rolei os olhos enquanto os dois riam – Eu já estou uma bola, comendo desse jeito então...

- Que isso maninha, você está gostosa.

Não pude evitar e acabei rindo.

- Vou fingir que acredito. – Sorri para ele. Peguei meu garfo e toquei minha barriga de 6 meses. – Agora me deixe alimentar esse menino aqui.

- Tudo pelo meu sobrinho.

Voltamos a ficar em silêncio enquanto comíamos. Meu irmão realmente havia me acolhido de braços abertos em sua casa, mas não era a mesma coisa de estar na minha. Apesar de minhas discussões com Edward eu sentia saudades dele.

Eu sabia que aquilo era uma idiotice. Aquele homem quase havia tirado meu filho de mim e eu ainda pensava nele...

- Algum problema Bella? – Rosalie indagou.

- Está sentindo algo?

- Não. – Suspirei forçando um sorriso – Apenas perdi a fome, me desculpem, mas vou me deitar um pouco.

- Maninha você precisa comer.

- Emm... Depois eu como, prometo.

- Tudo bem.

- Com licença.

Sai da sala de jantar e fui para meu quarto. Deitei-me na cama fechando meus olhos e alisando minha barriga. – Bebê, a mamãe te ama tanto... – Sorri quando senti um leve cutucão na lateral da minha barriga – É eu sei que você também.

Eu só tinha que agradecer a Deus por meu pequeno não ter ficado com nenhuma sequela depois do meu acidente na escada. Ele é tão pequeno... Inocente... Se necessário, eu daria minha vida por ele.

A porta do quarto se abriu e eu me sentei, enxugando minhas lágrimas.

- Está chorando novamente Bells... – Meu irmão fechou a porta atrás de seu corpo e veio até a cama, sentando-se ao meu lado – Aquele desgraçado não merece suas lágrimas.

- Emm, por favor... Agora não.

Ele negou com a cabeça e me abraçou.

- Eu amo tanto você maninha, não quero que fique assim. – Seus lábios pousaram em minha testa – Se quiser se separar dele eu posso te ajudar, podemos tirar tudo dele, eu... eu tenho provas que ele te traia, poderíamos entrar com um processo contra ele por adultério.

Afastei-me dos braços dele, encarando-o confusa.

- C-como assim tem provas?

- Eu sei que não devia, mas quando eu o vi sair de um motel com uma vadia... – Seu maxilar travou e ele fechou os olhos – Eu dei um jeito de colocar uma câmera no escritório dele e digo para você que temos material o suficiente para mandá-lo para a cadeia. Tenho várias fitas na gaveta da minha mesa.

Levantei-me da cama incrédula.

- Está louco Emmett? – Levei minhas mãos à cabeça – Eu nunca, nunca o prejudicaria.

POV Edward

- Então você é Edward Cullen? – O delegado meu encarou com uma cara nada boa.

- É o que está escrito na minha identidade não é? – Apontei para meu RG que estava na mão dele – Vamos logo com isso preciso ir trabalhar.

- Lamento Sr Cullen, mas isso vai demorar um pouco.

- Eu não fiz nada para Tânia! – Grunhi, encostando minhas costas no encosto da cadeira. – Ela era sim minha secretária, mas eu nunca a forcei a transar comigo, aquela vagabunda se esfregava em mim porque queria. Ela é como todas as outras que só estavam interessadas em meu dinheiro.

Vi as bochechas do delegado ficarem vermelhas, ele apenas inclinou-se e virou a pequena plaquinha que estava na sua mesa para mim.

Delegado Denali

Ok, aquilo só poderia ser brincadeira.

- Vou fazer você pagar pelo que fez a minha filha... – O velho tirou o telefone do gancho e chamou alguém, logo dois brutamontes entraram na sala. – Levem-no para uma cela.

- VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO! – Tentei escapar – ISSO É ABUSO DE AUTORIDADE, EU EXIJO UM ADVOGADO.

[...]

- Fica tranqüilo Edward. – Jacob tocou meu ombro – Vai dar tudo certo.

- Pela quantia que estou te pagando é melhor mesmo que dê certo.

- Eu sou um advogado não um Deus. – Ele rolou aos olhos – Se você tivesse pensado na conseqüência dos seus atos talvez não estivesse aqui.

Ele tinha razão. Fechei meus olhos, respirei fundo e apoiei minha testa na grade da cela.

Depois que fui preso injustamente – por ter chamado a filha do delegado de vadia – comecei a procurar um advogado e um amigo me indicou Jacob, que por um acaso é o mesmo que me ajudou há dias atrás.

 - Quando vou sair daqui?

- Pelo que você me disse o delegado não tem provas contra você e te prendeu injustamente, vai ser fácil te tirar dai. – Ele sorriu para mim

- Eles podem mesmo levar isso para julgamento?

- Edward, não é só Tânia quem está te culpando por assédio, há varias outras garotas... – Jacob pegou um papel do bolso – Victoria, Jane, Katherine, Lauren... E mais algumas. E além do mais a tal Tânia é filha de uma autoridade... Você está sendo acusado de assedio sexual e estupro. Você conhece alguma... Kate?

- Sim, eu transei com ela algumas vezes, a conheci em um bar semana passada, mas o que ela tem haver?

- Bom, ela é menor de idade.

- Mas que merda! – Bati minha cabeça contra a grade – Essas vadias armaram contra mim. São elas quem corria atrás de mim, eu apenas usava o corpo delas, mas com o consentimento delas.

– Aguente firme vou fazer algo para te tirar daqui por enquanto.

- Tudo bem.

Observei Jacob caminhar até o fim do corredor e sair por uma porta. Voltei para a cama velha que havia ali e me senti.

Droga, tudo parecia estar desmoronando aos poucos.

O dia se arrastou e eu me sentia mais sozinho ainda. E só de pensar que daqui a poucas horas o sol sumiria e a escuridão tomaria conta da minha cela meu coração se apertava. Momentos como esses me fizeram perceber que toda minha vida poderia ser diferente se eu não estivesse seguido caminhos diferentes.

Eu me odiava, odiava Tânia, odiava aquela delegacia, odiava aquela cela e principalmente aquele maldito policial.

Flash Bach Um

- Ei! – Bati a canequinha na grade, chamando atenção do policial que caminhava entre as celas. Quando ele se aproximou olhei para os lados comprovando que não havia mais ninguém ali – Aqui tem luz?

Ele riu e se aproximou mais da grade.

- Por quê? A menininha tem medo do escuro?

- Estou perguntado se tem ou não, inferno!

- Tem, mas acho que essa noite vou me esquecer de ligá-la.

Flash Back Off

Sentei-me no canto daquele pequeno cômodo e fixei meus olhos na sombra que aos poucos cobria todo o chão.

Puxei minhas pernas contra meu peito e pressionei meus olhos em meu joelho.

Não foi uma noite fácil, minha cabeça sempre me traia trazendo aquelas horríveis lembranças.

Havia momentos que eu ouvia a voz de Jeniffer e o peso de uma mão sobre minha coxa, se não era isso era os gemidos de Elizabeth.

Quando o sol voltou a nascer eu ainda não havia dormido, se Jacob não me tirasse dali o mais rápido possível... eu enlouqueceria.

Não sei quanto tempo dormi, mas não foi muito. Fui acordado pelo barulho horrível da cela sendo aberta.

Abri um dos meus olhos e vi Jacob.

- Tenho que confessar que no fundo estou um tanto feliz por você estar aqui. – Ele confessou.

- Idiota... – Me sentei.

- Tem certeza que eu sou o idiota Cullen? – Black ergueu um papel no ar – Desculpa, mas o idiota aqui conseguiu que você saia da cadeia e espere pelo seu julgamento em liberdade.

- Mas que porra é essa? – Levantei-me esfregando meus olhos – Isso vai ser levado tão a serio assim? Julgamento?

- Pelo que vejo sim, o delegado está louco para te ver atrás das grades por um longo tempo e a filha dele tem as outras mulheres com quem você dormiu como aliadas, não é só Tânia te acusando, são no total sete mulheres, fora a garota menor de idade que você também levou para a cama.

- E agora? – Indaguei exasperado – Eu vou ser preso?

- Vamos fazer o possível para que não seja. – Ele sorriu para mim – Vem, vou te levar para sua casa.

- Ok.

Jacob me levou para casa e eu o convidei para entrar.

- Sua mulher esta trabalhando? – Ele indagou.

- Isabella não mora mais aqui... – Torci os lábios.

- Por quê?

- Coisas de casal. – Dei de ombros.

- Desde quando vocês é um casal? Nem dormem juntos.

- Bom, Isabella está na casa do irmão e por mim pode ficar lá, ela não faz muita falta.

- Até quando você perceber o ao contrario.

Rolei os olhos e caminhei até meu frigobar pegando dois copos e enchendo-os com uísque.

Os dias se passaram como um borrão, minha vida agora era de casa para o trabalho do trabalho para casa. Aquilo tudo estava me deixando maluco. Nem no sexo eu estava conseguindo me concentrar.

 [...]

- Bom, Edward sempre foi um cara descontrolado... – Observei incrédulo Victoria dar seu depoimento. – Ele vivia me cercando.

- E onde a você trabalha senhorita Brown? – O advogado de Tânia indagou a Victoria. A ruiva me olhou e depois voltou a respondê-lo.

- No mesmo hospital que a mulher dele. O Sr Cullen me procurou varias vezes lá e mesmo estando ao lado da sala de sua mulher me induziu a transar com ele.

- Então você foi induzida não obrigada, correto?

- Sim, não posso negar que Edward é um belo homem e eu como sou livre transei várias vezes com ele, mas conheço algumas amigas que foram obrigadas a se deitar com Edward Cullen.

- Isso é uma injuria! – Me levantei – Eu nunca obriguei ninguém a se deitar comigo.

- Sr Cullen controle-se. – O juiz pediu.

Sentei-me ao lado de Jacob e passei as mãos por meus cabelos.

- Jacob, faça alguma coisa! Eu vou ser condenado por estupro e pedofilia.

- Espere Edward, o julgamento ainda não acabou.

- Srta Brown, você disse que trabalha no mesmo hospital que a mulher de Edward Cullen, certo?

- Exatamente.

- Pode nos dizer como era a relação entre eles?

Jacob se levantou.

- Protesto Meritíssimo, exijo que essa pergunta seja anulada, ela não renderá nenhuma prova para o assunto aqui tratado, estará apenas expondo a vida pessoal de Isabella Cullen e Edward Cullen.

- Protesto aceito.

O advogado de Tânia bufou.

- Não tenho mais perguntas para a Srta Brown.

- Sr Black, tem alguma pergunta a testemunha a Victoria Brown?

- Sim. – Jacob se levantou e foi até Victoria. – Bom, Srta Brown, é verdade que você fez faculdade junto com Tânia Denali?

A ruiva mordeu os lábios

- Sim.

- Seu irmão... Laurent, era namorado de Jane?

- Sim, mas...

- Bom eu posso dizer que todas as garotas se conhecem de alguma forma. Jane é a ex-namorada do seu irmão e ela pode ser amiga de Tânia, você mesma pode ter apresentado-a a ela. – Meu advogado virou-se para o juiz – Meritíssimo isso aqui não passa de um simples complô contra meu cliente ou uma mera vingança. Edward Cullen dormia sim com varias mulheres apesar de ser casado, mas elas eram apenas um caso ele sempre descartava uma por uma. Edward Cullen dormiu sim com Kate, mas a mesma não disse que era menor de idade, como ele ia saber que aquela garota tem apenas 17 anos. – Jacob apontou para Kate que estava sentada ao lado dos seus pais – Vocês conseguem olhar para ela e dizer que essa garota tem apenas 17 anos? Não! Pois meu cliente também não.

Jacob voltou a se sentar ao meu lado e o juiz deu aquela típica batida com seu martelinho.

- Vamos fazer um breve intervalo de 30 minutos e já retomaremos com a decisão do júri em relação ao réu.

Jacob fechou sua pasta e me olhou apreensivo. Saímos da pequena sala onde estava acontecendo à audiência.

- Eles estão acabando comigo. – Me sentei na cadeira do corredor.

- Eu queria dizer que não, mas infelizmente...

Fechei os olhos e encostei minha cabeça na parede, quando voltei a abri-los eu vi os dois. Meu pai e minha mãe. Esme estava abraçada a Carlisle aos prantos, já ele me olhava com desdém.

Eu havia desapontado meu pai.

- Espere um minuto. – Jacob levantou-se – Tive uma idéia.

 Meu advogado caminhou até meus pais e os cumprimentou, eles falaram algo que não pude entender. Minha mãe tirou o celular da bolsa e ditou um numero para Jacob que agradeceu com um sorriso e se afastou levando o aparelho a orelha.

Esme se soltou do meu pai e veio até mim, abraçando-me, me desejando boa sorte. Depois se afastou voltando até meu pai.

Jacob voltou com um sorriso nos lábios.

- Encontrou um doce? – Ironizei rolando os olhos – Ou teve uma bela foda com uma gostosa no banheiro?

- Já disse que sou casado. – Ele bufou – E não, não tive nenhuma foda no banheiro. Porque acha que eu estou aqui e você ai? – Black rolou os olhos – Resposta meio obvia, certo? Eu não fico transando com qualquer uma pelos banheiros, muito menos no meu escritório, com minha secretaria.

E eu não tinha onde enfiar minha cara.

[...]

- Peço permissão para apresentar uma ultima testemunha – Jacob estava de pé, enfrente ao juiz.

- O momento de apresentar testemunhas já passou. – O advogado de Tânia tentou atrapalhar.

- Devemos lembrar que é a liberdade de um homem importante em risco aqui, qualquer decisão injusta pode destruir tanto sua vida como sua carreira.

- Pedido concedido.

Jacob sorriu e virou-se.

- Minha próxima testemunha é Isabella Marie Swan Cullen.

Girei meu pescoço para ver a porta de madeira se abrir e Isabella sair de lá. Eu realmente não conseguia acreditar que Jacob havia chamado-a para testemunhar em meu favor. Agora sim eu estava fudido.

Observei à morena jurar que ia contar a verdade, soletrar seu nome e blábláblá.

- Isabella, poderia me dizer a quanto tempo está casada com Edward Cullen?

- Apenas Bella, por favor. – Ela mordeu os lábios – Dois anos e seis meses.

- Pode nos contar como seu marido é a vida do seu marido e como era a relação entre vocês dois?

Ela suspirou olhando para mim.

- Edward é bem dedicado a empresa. Eu o conheço muito bem, sei que ele não seria capaz de obrigar uma mulher a se deitar com ele, na verdade ele nunca precisou disso, elas praticamente se jogam para cima dele. – Isabella abaixou os olhos, mas continuou a falar – Edward sempre foi um... Ótimo marido.

- Então você sabia das traições do seu marido?

- Sim. – Ela confirmou.

- Porque apenas há algumas semanas atrás você resolveu sair de sua casa?

Isabella me olhou antes de responder.

- Nossas discussões se tornaram mais freqüentes e eu realmente não quero que a criança que estou esperando seja criada no meio de brigas e traições como Edward foi.

Travei meu maxilar. Quem ela achava que era para expor meu passado daquela maneira?!

- Pode nos explicar melhor sobre o que acabou de falar?

Apoiei minha cabeça em minhas mãos.

- Edward tem esse jeito insensível, frio e grosso porque sofreu um grande trauma quando era menor, mas não quero entrar em detalhes nesse assunto, pois ele não diz respeito a mim.

Jacob andou de um lado para o outro e logo depois se virou para Isabella.

- Quando liguei para te convidar a ajudar seu marido você disse que tem uma prova que Edward não assediou Tânia.

Tirei meu rosto de minhas mãos e ergui a cabeça com os olhos arregalados.

Ela tinha uma prova? Como?

- Sim. – Isabella passou a mão pelos cabelos nervosa depois colocou um cd encima da bancada. – Na verdade meu irmão tem acesso as câmeras de segurança da empresa e ele guardou isso para que quando eu quisesse pedir Edward em divorcio e ele me negasse eu poderia então acusá-lo por adultério.

- Peço permissão para passar esse pequeno vídeo e...

- Protesto. – De novo o advogado de Tânia tentou interromper.

O juiz virou-se para Jacob.

- Prossiga Black.

Jacob pegou o cd na mão e caminhou até um dos policiais entregando a eles.

- Bom, o vídeo contem cenas impróprias para menores de 18 anos, portanto, Kate, feche os olhos. – Meu advogado ironizou.

Olhei para Tânia que tinha os olhos arregalados.

Voltei minha atenção para o pequeno telão onde começava o vídeo. Eu me lembro daquele dia, foi quando transei com Tânia. No vídeo ela entrou em minha sala e sentou-se em meu colo, nós transamos e depois eu a demiti, ali mesmo tinha ela me ameaçando, dizendo que eu ia pagar muito caro pelo que fiz a ela.

Fechei os olhos aliviado. Eu não podia acreditar que justamente Isabella tinha salvado minha pele. Abri os olhos e a vi olhando para o lado oposto do vídeo, como se aquelas cenas a ferisse. Quando ela me olhou pude ver que seu rosto estava molhado, ela estava chorando.

- Bom, acho que não preciso fazer mais perguntas, meu cliente nunca obrigou Denali a manter relações sexuais com ele, e quanto à garota, Edward disse em depoimento que a encontrou em um bar alguns dias antes de ser preso, é obvio que foi armação.

- Jacob, será que eu...

- Ah sim, claro Isabella.

Meu advogado a ajudou a se levantar e descer as escadas. Desci meus olhos por seu corpo, sua barriga estava maior ainda, mas ela parecia um pouco magra.

Antes de Isabella se retirar ela me olhou e deu um pequeno sorriso.

Jacob veio até mim e se sentou ao meu lado, pelo sorriso que ele tinha no rosto o jogo havia virado.

- Então? – Indaguei a ele.

- Vamos ver qual é a decisão do júri.

Assenti.

Observei o juiz sair e voltar alguns minutos depois. Ele se sentou.

-... O réu Edward Cullen foi absorvido pelas acusações de assédio sexual, mas como teve relaçõescom uma menor de idade, porém sendo um complô, sua pena será convertida em trabalho comunitário. – O juiz bateu o martelo na mesa – O julgamento está encerrado.

[N/A: Nem sei se isso é possível, mas finjam que é]

Levantei-me sorrindo.

- Eu fui absorvido! – Abracei Jacob – Obrigada cara.

- Bom, não é a mim exatamente que você precisa agradecer.

- Eu sei. – Me afastei e olhei para o banco onde Esme sorria para mim. Ela se levantou e veio me abraçar.

- Eu tinha certeza que você não fez aquilo querido.

- Obrigada. – Correspondi ao abraço – Onde está meu pai?

- Ele achou melhor ir embora. – Minha mãe se afastou – Ele ficou muito desapontado pelo que aconteceu entre você e Bella, e agora com isso...

- Tudo bem. – Dei um meio sorriso para ela. – Pode... Agradecer a Isabella... Por mim?

- Porque você mesmo não faz isso? – Jacob tocou meu ombro – Ela está lá fora eu disse que a levaria embora depois da audiência.

- Ok. – Apertei a mão dele – Até que você é um bom advogado.

- Bom? – Ele riu – Eu sou um ótimo advogado!

- Metido. – Rolei os olhos – Passe em minha casa mais tarde, acertaremos seu pagamento.

- Tudo bem.

Sai do fórum e fui para o estacionamento. Isabella estava ali, sentada no banco de pedra.

Aproximei-me dela e sentei-me ao seu lado. Ela me olhou assustada e ao mesmo tempo confusa.

- O-oque você... – Isabella balançou a cabeça.

- Eu... – Dei de ombros olhando para o chão – Só queria agradecer.

- Eu só fiz o que era certo. Seria injusto você ser culpado por algo que você não fez.

- Sim eu sei, mas depois de tudo o que eu te fiz... – Apertei meus olhos e voltei a erguer minha cabeça – Você ainda me ajudou e mentiu por mim.

- Nunca desejei seu mal Edward. E eu não menti em momento algum, para mim você foi o marido perfeito, ou quase – Ela deu de ombros e me olhou tristonha – Eu sei que você nunca seria capaz de forçar uma mulher a se deitar com você, apesar de ter me deixado ser forçada a algo que eu não queria... – Quando ela começou a chorar apressou-se em se levantar, eu tentei segurar seu braço, mas ela o puxou.

- Me desculpa, eu... eu estava bêbado.

Isabella olhou para o outro lado.

- Eu já fiz minha parte, acho melhor você ir agora. – Ela se aproximou colando seus lábios em minha bochecha. – Tente se manter longe de encrencas.

- Acho que nunca mais vou transar, traumatizei. Acha que sirvo para ser Gay? Ou padre? – Ironizei. Isabella riu rolando os olhos. – Tchau Isabella e novamente... Obrigada.

- Adeus Edward.

Fui para meu carro e dirigi para casa.

Subi para meu quarto, tomei um banho e me joguei em minha cama.

Eu precisei destruir Isabella para saber o quanto estivera errado. Havia sim pessoas boas e inocentes no mundo. Pessoas que se importavam com os outros e seus sentimentos. E uma dessas pessoas era Isabella que apesar deu quase tê-la feito perder a criança que ela protegia... Livrou-me de ir para a cadeia.

Minha consciência estava pesada.

Eu maltratei tanto a mulher que acabou de salvar minha vida, sim, porque se eu fosse preso minha carreira chegaria ao fim, minha vida acabaria.

Mas que carreira? Tudo o que eu tenho não foi conquistado por mim. A empresa é de Isabella. O dinheiro que eu uso é de Isabella e do meu pai.

Sempre fui tão ganancioso que nunca consegui conquistar as minhas próprias coisas. Sempre me apoiei nos outros para crescer.

POV Bella

- Você não devia ter ido lá... – Rosalie me abraçou, alisando meus braços – Sabe muito bem como seu irmão vai ficar furioso.

- Eu não ligo Rose, eu... – Mordi os lábios dando de ombros – Eu sabia que aquilo não era verdade, não podia deixar Edward ir preso por algo que não fez.

- Eu sei Bella, querida, mas olhe para você agora. – Seus dedos enxugaram as lágrimas que caiam dos meus olhos.

- Foi horrível olhar para todas aquelas mulheres que se deitaram com ele.

- Por isso estou dizendo que você não devia ter ido.

- Sim, mas eu estou aliviada. – Sorri para ela – Ele não foi preso... – Me desvencilhei de seus braços e caminhei até meu notebook tirando de lá a cópia do DVD de Emmett – Coloque no lugar que estava aquele, talvez assim ele não perceba que você mexeu nas coisas dele.

- Tudo bem, mas você acha que ele não vai descobrir? - Rose rolou os olhos rindo – Garota, amanhã você estará estampada na primeira pagina do jornal como a mulher traída que salvou o marido de ser preso.

Torci os lábios. Rosalie tinha razão. Edward é um homem importante, e desde o começo das acusações a mídia já espalhara vários boatos sobre ele, tentando, sem êxito, sujar a imagem dele.

Agora ele ia sair bem na historia e mais mulheres iriam se jogar para cima dele.

- Oh Bella porque está chorando de novo?

Rosalie voltou a me abraçar.

A gravidez estava acabando com meu equilíbrio emocional.

[...]

Fazia hoje quase dois meses desde que eu havia saído da casa de Edward, mas também era uma data muito importante para Carlisle e Esme. Os dois comemoravam exatamente 17 anos de casamento.

Encostei minhas costas na arvore.

Havia se passado quase 3 anos que eu estou casada com Edward e tudo já está acabando. Infelizmente não seria para sempre como um dia ousei imaginar.

Eu não o vi desde o seu julgamento, mas Esme me contou – escondido – que ele estava bem e que não andava bebendo mais, muito menos saindo todas as noites. Parecia que ele realmente havia tomado juízo e estava se dedicando apenas a sua carreira.

- Ei tia, olha o que eu achei. – Julie, a única filha de Emmett e Rosalie, veio correndo em minha direção com uma pequena joaninha na mão – É bonita não é?

Sorri para a pequena garota loira a minha frente. Ela era metade Rose e metade Emm. Seus cabelos era loiros e caiam por seus ombros em cachos, já seus olhos eram idênticos aos do meu irmão e também havia aquela linda covinha em sua bochecha.

- Querida, ela realmente é linda. – Olhei para o pequeno inseto em sua mão.

- Podemos levar ela para casa?

Puxei minha sobrinha para meu colo.

- Eu acho melhor não. – Retirei os cabelos de seu rosto – Ela ainda é pequena, acho que a mãe dela ficaria muito triste se perdesse sua filha.

- Eu ficaria muito, mais muitoooooo triste se minha mãe fosse embora.

- Pois é querida, acho que devemos então colocá-la de volta aonde você achou.

- Ok. – Julie levantou-se do meu colo arrumando seu vestido.

- Não demore, temos que ir para casa nos arrumar para irmos à casa de Carlisle e Esme.

- Beleza tia – Julie assentiu e correu.

Toquei minha barriga, agora, de quase sete meses. Meu garoto estava crescendo rápido e eu não via de vê-lo grande correndo por ai e me chamando de mamãe.

Senti uma leve pressão contra a palma de minha mão. Era uma sensação indescritível senti-lo chutando, lembrando-me a cada vinte minutos que estava ali comigo. Felizmente, depois do incidente que aconteceu em minha casa quando cai da escada, meu garoto não sofreu nenhum dano, estava perfeito, forte e saudável.

Assim que Julie voltou saímos juntas do parque e fomos para o estacionamento, mas para minha total surpresa ele estava ali, encostado no capo do meu carro com os braços cruzados.

- Olha, o tio Ed! – Julie apontou para a figura ali parada.

Edward trajava seu típico terno preto e em seu rosto um óculos escuro escondia seus olhos.

Aproximei-me do carro e passei por Edward indo abrir a porta para Julie entrar.

- Fique aqui, não vou demorar.

- Ta tia.

Voltei até a frente do carro, parando ao lado de Edward.

- O que faz aqui? – Cruzei os braços, tentando fazer meu coração parar de pulsar. Droga, ele estava mais lindo ainda. Foco Bella, foco. – Como descobriu que eu estava aqui?

- Eu te segui – Edward deu de ombros – Mas só vim te entregar isso...

Peguei a pasta que ele me esticava.

- O que é isso? – Abri a pasta e folheei as paginas.

- São os documentos da empresa do seu pai. – Edward colocou as mãos no bolso – É sua não minha.

- Eu... é... bom – Fiquei sem saber o que falar.

- Eu sei, nem eu estou acreditando que estou fazendo isso. – Ele torceu os lábios – Mas eu acho que é a única coisa no mínimo que posso fazer para retribuir o que você fez por mim.

- Certo. – Sorri – Caso eu queira te contratar para trabalhar nela, você aceitaria?

Edward riu.

- Bom, eu até deixei meu currículo ai dentro. – Ele se aproximou de mim, abrindo a pasta que estava em minha mão. – Espero que ele não vá parar no lixo, estou desempregado agora. Caso contrario terei que trabalhar naquele fast foot vestido de galinha.

- Eu gostaria muito de ver essa cena.

- Pois é, todo mundo gostaria. – Edward sorriu, mas depois ficou sério. – Sabe, nesse tempo todo longe de você eu parei para refletir sobre o que você falou.

- Sobre o que?

- Você estava certa quando disse que eu transformei nosso casamento nos dos meus pais e também está certa em manter a garota longe de mim, assim tenho certeza que ela será como você não como eu. – Edward baixou a cabeça – Mas agora é melhor eu ir, ainda preciso pegar o presente dos meus pais.

- Tudo bem. – Sorri para ele – Eu vou levar Julie embora.

- Ok. Te vejo a noite.

Observei Edward caminhar até seu volvo e sair do estacionamento.

Uau, o que um julgamento não faz com uma pessoa?

POV Edward

Parei meu carro enfrente a casa dos meus pais, próximo a vários outros carros. Ali estava acontecendo uma pequena festa para comemorar os 17 anos de casamento deles.

Entrei na mansão e logo avistei o casal. Meu pai estava abraçado a Esme e roçava seu nariz no dela de forma carinhosa.

Um nó formou-se em minha garganta.

Pela primeira vez na vida eu senti inveja do meu pai... Inveja do meu pai que apesar de ter sofrido tanto ainda conseguia ser feliz. Ao contrario de mim que nem isso conseguia.

Quando me viram meus pais sorriram.

- Oh querido, você veio!

- Claro que eu vim. – Abracei Esme, depois Carlisle. – Parabéns...

- Obrigada meu filho. – Meu velho tocou meu ombro – Estou feliz com sua presença.

Olhei ao redor e dei um sorriso amarelo.

- Eu acho que é só você.

- Querido, não seja tão cruel consigo mesmo.

Sorri para os dois.

- Deixe-me dar o presente de vocês. – Retirei do bolso do meu palito o pequeno embrulho – Eu não sabia o que dar a vocês... Então eu achei isso no meio das minhas coisas.

Esme abriu o embrulho e seus olhos encheram de lágrimas.

- Eu a procurei por tanto tempo e estava com você!

Dei de ombros rindo.

Abracei-a de lado, olhando para o pequeno porta-retrato em sua mão onde estávamos eu, Alice, meu pai e ela, foi nossa primeira foto em família.

- Obrigada filho.

- De nada pai. – Coloquei minhas mãos no bolso e olhei ao redor, mas todos me encaravam como se eu estivesse cometido um homicídio. – Bom, acho que vou embora.

- Ah não, você acabou de chegar!

- Esme tem razão Edward.

- Tudo bem. – Dei de ombros – Vou ficar apenas um pouco.

- Nós já voltamos, vamos cumprimentar alguns amigos que estão chegando.

- Ok.

Um garçom passou ao meu lado me oferecendo uma taça de champanhe e eu aceitei. Caminhei até o canto da sala dos meus pais e encostei-me à parede.

Passei a mão pelos cabelos quando vi Emmett se aproximar.

- O que está fazendo aqui?

Ri travando meu maxilar.

- É o aniversario de casamento dos meus pais.

As narinas dele inflaram.

- Espero que fique longe da minha irmã.

- Não a vi até agora. – Sorri provocando-o – Mas espero que ela esteja de vestido, sabe, torna as coisas mais fáceis, é só colocá-la contra a parede, erguer aquelas pernas gostosas e fudê-la. – Arqueei uma sobrancelha – Você não imagina o quão quente e apertadinha ela é.

O peito dele se estufou e eu ergui o queixo, encarando-o cara-a-cara.

- Só não quebro sua cara aqui em consideração a Esme e Carlisle, porque ele não merece o filho que tem.

Aquilo foi pior do que se ele estivesse me socado. Esbarrei meu ombro no dele quando sai dali. Fui para os fundos da casa e sai para o quintal, me sentei próximo a enorme piscina, em uma das cadeiras que tinha ali.

Apertei meus cabelos com a ponta dos meus dedos.

Eu nunca fui um bom rapaz e sei que sempre magoei as pessoas que vivem ao redor de mim, mas Emmett não tinha o direito de dizer aquilo. Eu sempre me dediquei ao máximo para ser um bom filho, posso não ter sido um bom amigo, um bom marido, um bom irmão... Mas nunca em hipótese alguma fiz algo para meu pai.

Sempre o admirei tanto e desde pequeno quis ser como ele, mas depois do que Elizabeth fez a ele...

O pior de tudo é me lembrar que meu pai não fez nada a ela. Aquela vadia deveria ter levado uns bons tapas por ter traído-o, mas eu ainda me lembro dele dando um beijo na testa dela e dizendo que a perdoava apesar de tudo, mesmo Elizabeth não merecendo. E a vadia foi embora com metade do nosso dinheiro. Tudo bem que Carlisle conheceu Esme, que ao contrario daquela vadia, é uma mãe de verdade. Pode não ser de sangue, mas era sempre ela que estava ao lado da minha cama quando eu não conseguia dormir ou quando eu acordava assustado com aquelas imagens de Jennifer, já essa felizmente foi presa depois do que me fez.

- O que está fazendo aqui fora? – Ergui os olhos para ver Isabella ao meu lado. Dei de ombros virando meu rosto para o outro lado. – Me desculpa por Emmett, eu o vi espreitando você.

- Tudo bem. – Respondi rapidamente – É melhor você sair daqui, ou ele irá pensar que estamos transando aqui fora.

Ela rolou os olhos e sentou-se ao meu lado. Olhei para suas mãos e tirei o copo de champanhe que estava ali.
- Ei! Isso era meu.

- Você não pode beber. – Coloquei a taça no chão.

- Como se você se importasse.

Desviei meus olhos dela e fitei a piscina.

 - Pois é. – Concordei sem olhá-la – Mas seu irmão pode pensar que estou embebedando você para poder transar contigo.

- Às vezes eu me esqueço que não da para conversar civilizadamente com você. – Ela se levantou e parou em minha frente, sua barriga quase colada em meu peito. Suas mãos seguraram meu rosto e sua boca colou na minha.

Sua língua tentou pedir espaço entre meus lábios, mas eu a afastei.

- Não Isabella. – Me levantei passando a mão pelos cabelos – Eu não quero mais usar você ok? Não quero aumentar o peso na minha consciência, ela já está grande demais. – Apertei meus olhos com força, sentindo-os arder – Você não sabe como é acordar toda noite com aquela maldita cena de você caindo da escada, é sempre assim... Eu sempre machuco ou magôo as pessoas que estão ao meu redor, então se mantenha distante, vai ser melhor para você e para essa criança.

A louca sorriu dando-me as costas. Voltei a me sentar e fiquei mais alguns minutos ali.

Escorreguei minha língua por meus lábios, limpando o vestígio de batom.

Depois que me acalmei entrei em casa todos os convidados já haviam ido embora. Vi minha família e “amigos” que ainda estavam ali ao redor de minha irmã.

- Oh Alice, parabéns minha linda! – Esme abraçou minha irmã casula, e ajoelhou-se ao lado dela, tocando sua barriga.

- O que está acontecendo? – Perguntei sorrindo.

- Você vai ser titio maninho.

Cerrei meus olhos e olhei para Jasper, mas ele apenas deu de ombros e se ajoelhou do outro lado de Alice, tocando sua barriga também.

Meus olhos buscaram por Isabella, ela estava ao lado do meu pai sorrindo para cena do casal à frente, suas mãos desceram até sua barriga e seus olhos encontraram os meus.

- Deus. – Meu pai a abraçou pelo ombro e acariciou a cabeça da minha irmã – Vocês meninas estão me dando uma alegria enorme, não vejo a hora de ter essas crianças correndo pela casa.

Eles riram, eu não.

Dei as costas saindo para a rua. Entrei em meu carro e acelerei para longe dali.

Eu estava confuso. Estava acontecendo uma guerra dentro de mim. Como se o antigo Edward, aquele garotinho inocente, bobo e sentimental estivesse tentando tomar conta do novo Edward frio, arrogante e que não se importa com nada nem ninguém, um cara que eu criei para não ser atingido ou ferido.

Mas não era exatamente isso que estava acontecendo.

Eu estava me ferindo com minhas próprias atitudes.

              <<< Capitulo 5 (Parte II)               Capitulo 6 (Parte II) >>>

Quem achou horrivel levanta a mão!!!

>>> Caah: \o/

14 comentários:

Anônimo disse...

HORRIVEL? MARAVILHOSO! A BELLA É IDIOTA HEIN PQP
Meu, todo capitulo dessa fic eu choro!!!! peloamordedeus

Bex disse...

Como assim horrivel?
Meu bem, ta perfeito, eu amei
Espero que o Edward ainda sofra bastante...
Ele merece...
enfim
amando a fic
e poxa, ta acabando ne? pena...
amando
bjinhus inté

dhêê disse...

tá ótimo
Só achei a bella idiota por beijar ele despois do q ele fez com ela.
mas tá maravilhoso
Esperando ansiosamente o próximo capítulo. :)

Izah disse...

oO realmente o cara te deixando de ser um cuzão, medroso e mas taarde de mais .. acho eu
... esperando o epílogo e descidindo se vou ler o alternativo rs

Anônimo disse...

droga! eu sempre choro nessa fic, to super ansiosa pelo proximo! ta enrolando muié? posta logo..

Paulinha disse...

Pôo, ta PERFEITO Caah.
O Edward parece que finalmente ta caindo em si.
E eu entendo a Bell's porque como o Edward mesmo comparou, ela ama ele. A ponto de perdoar tudo que ele ja fez de ruim pra ela. Assim como o Carlisle amava a Elizabeth a ponto de perdoar ela depois de tudo. Ela não é idiota, só ama ele mais do que deveria.

Ok, momento discurso de partido eleitoral OFF! rs'

Em todo capitulo dessa fic eu choro. [+1]
Eu leio TODAS as fics da Caah, e na minha opinião essa é uma das melhores. Minha favorita na verdade. Ta muito linda. E não ta clichê, tem um tema beeeem diferente dos que agente ve em muita fanfic.
To amaaaando Caah.

evelyn caroline disse...

Meu, eu adorei!!!Ficou maravilhoso...Agora ele vai se ferrar, vendo os erros que cometeu e eu, claro, vou ler chorando; To amando essa FIC

helenafrancisco2010 disse...

aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh ,que raiva desse Edward cavalo ,ogro ,anta, besta,animal.....Cullen,e ele ainda diz quer ser como o pai dele,só se for em sonhos né!!!??
Sim porque o pai sofreu mas seguiu enfrente ,ele perdoou e resconstruiu sua vida!!
Tirando esse acesso de raiva ....tô adorando mais esta fic ,Caah,ansiosa por mais!

michely disse...

Nossa!

Pela primeira vez eu naum achei a Bella uma idiota!
Apesar de tudo ki o Edward fez á ela,no dia do jugamento ela foi lá e testemunhou a favor dele,por que apesar de tudo ela sabia ki ele era inocente e ki nunca precisou forçar mulher nenhuma a durmir com ele.

É...parece ki o Edward tá revendo suas atitudes! Apesar de ele ainda tá meio ki a mesma coisa,mais tá melhorando e é issu ki importa.
Ele 'entregou' de volta a empresa á Bella - já é um passo!

Eu entendi o pq de a Bella sorri,quando Edward naum kis beijá-la - dizendo ki naum keria usar ela : Ela só tá vendo e percebendo...que ele tá mudando!

Esse capitulo foi triste mais foi bem esperançoso!Enfim...Espero ki o Edward mude antes ki seja tarde demais!


P.S. Tô amandoooo essa fanfic! Sem palavras pra descrever as emoções ki eu sinto em cada capitulo ki eu leio dessa história - que apesar de triste,nos faz refletir!

Bel disse...

SENSACIONAL!!!!!!!!!!!! Tô louca para ver o fim. Não demore. Bjs

Bells disse...

Como assim horrivel?! Você está maluca está perfeito. O Edward tem que sofrer muito mais. Tudo bem que ele tem o trauma de infancia e tals mas nada justifica tudo que ele fez com a Bella. Tem que sofrer mesmo! Ah.. e a Bella é uma burra por tentar o beijar.. e ele mais burro ainda por ter reijeitado ela. :( haha! Não demore pra postar porque se não vou ter uma crise e morrer de ansiedade aqui, ok?
Beijos.

Tsu disse...

Oi!!!
Cai no seu bog enquanto procurava fanfics ^^
Também escrevo fanfics mas são de séries de anime. Porém estou te seguido e se puder me siga também ^^
Podemos trocar idéias sobre fanfics o que acha?

http://www.empadinhafrita.blogspot.com

Anônimo disse...

Não consigo me conter! Sempre choro! Amo essa Fic!

Zenilda disse...

Oi Caah estava mais que perfeito, apesar de tudo o que o Edward fez a Bella eu fiquei com pena dele sabia?
beijusss linda

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